Pesquisa de Marketing: 23/01: exame; 08/02: exame recurso.
Projecto: entrega do projecto final corrigido: 23/01 – época normal e 15/02 – época de recurso.
Sociologia do Consumo: 26/01: exame; 08/02: exame recurso.
Pesquisa de Marketing: 23/01: exame; 08/02: exame recurso.
Projecto: entrega do projecto final corrigido: 23/01 – época normal e 15/02 – época de recurso.
Sociologia do Consumo: 26/01: exame; 08/02: exame recurso.
Publicado em Uncategorized
| Why I hate “Like” | |
| Kyle Nel, Head of International and Multicultural research at Lowe’s Home Improvement, talks about why it is no longer enough for a consumer to “like” a product and why an “ok” product will inevitably die out. Read more. Fonte: ESOMAR |
|
Publicado em Notícias

Apesar de levar para o supermercado uma lista de compras, metade dos consumidores efectua compras não programadas, segundo um estudo do grupo Publicis , dado a conhecer em primeira mão no IV Congresso da Distribuição Moderna, que termina esta quarta-feira no Museu do Oriente. “83% dos consumidores afirma fazer lista de compras mas 54% confessa efectuar compras por impulso e não programadas”, explica Anthony Gibson, presidente do Grupo, acrescentando que este dado representa para os retalhistas uma “oportunidade por explorar”. O estudo indica ainda que a maioria dos portugueses (86%) gosta de ir às compras na loja. 82% compra apenas na loja e 17% compra nos estabelecimento e também online. “Os números provam que o sucesso está na sinergia entre loja física e online, já que 60% consulta informação online antes da compra e 48% consulta os sites de comparação de preços”, aconselha. Sobre a publicidade, os consumidores entrevistados para esta pesquisa afirmam preferir os catálogos e folhetos promocionais (71%) e as campanhas no ponto de venda (59%) à televisão (58%).
Publicado em Uncategorized
Tags Marketing, notícias, pesquisa de marketing, sociologia do consumo
Cansados de ouvir falar da crise, os trabalhadores da agência de marketing de guerrilha be_sixty2 (B62) decidiram meter “mãos à obra” e desenvolver uma campanha contra a mesma. Para tal, foram criados mealheiros, onde devem ser depositados 0,10 euros por cada vez que a palavra “crise” for pensada, dita ou escrita, e enviados a várias empresas e meios de comunicação, desafiando empresários e jornalistas.
Fonte: Briefing
Publicado em Notícias
15 de Dezembro de 2011 às 15:27:36 por Hipersuper
A Trendwatching.com apresentou uma selecção de 12 tendências de consumo apontadas para o ano de 2012.
1. RED CARPET
Em 2012, todos os formatos, tamanhos e sectores de negócios – se não cidades inteiras e nações – estenderão o tapete vermelho para os novos imperadores; inundando os visitantes e clientes chineses com serviços e regalias feitos sob medida para, de maneira geral, enchê-los de atenção e respeito.
2. DIY HEALTH
Espere ver os consumidores a aproveitar novas tecnologias e novas aplicações para acompanhar a sua saúde pessoal e cuidar dela de maneira discreta e contínua, além de receber alertas sobre qualquer mudança.
3. DEALER-CHIC
Em 2012, os consumidores, além de continuar à procura de ofertas e descontos, também farão isso com prazer, ou até com orgulho. Hoje, as ofertas estão relacionadas com mais do que a simples economia de dinheiro: têm que ver com emoção, procura, controlo e sensação de esperteza e, portanto, é também uma fonte de status.
4. ECO-CYCOLOGY
As marcas vão, cada vez mais, recolher todos os seus produtos para reciclagem (às vezes forçadas por novas legislações), além de reciclá-los de maneira responsável e inovadora.
5. CASH-LESS
Será que as moedas e notas de dinheiro vão desaparecer completamente em 2012? Não. Mas um futuro sem dinheiro vivo (finalmente) está de facto a chegar, na medida em que grandes marcas como MasterCard e Google trabalham para construir um ecossistema todo novo de pagamentos, recompensas e ofertas que giram em torno das novas tecnologias móveis.
6. BOTTOM OF THE URBAN PYRAMID
A maioria dos consumidores mora em cidades e, no entanto, na maior parte do mundo, a vida urbana é caótica, apertada e geralmente não muito agradável. Ao mesmo tempo, a criatividade e a vibração desses consumidores aspirantes cria oportunidades globais promissoras para marcas que se propõem a atender as centenas de milhões de CITYSUMERS com pode de compra mais baixo.
7. IDLE SOURCING
Qualquer coisa que faça com que seja absolutamente simples – ou que não exija esforço nenhum – para que os consumidores contribuam com alguma coisa vai fazer mais sucesso do que nunca em 2012. Devido à disseminação de sensores cada vez mais inteligentes nos telefones móveis, as pessoas serão capazes de – e estarão cada vez mais dispostas a – difundir informações a respeito de onde estão e do que estão a fazer, para ajudar a aprimorar produtos e serviços.
8. FLAWSOME
Por que, para os consumidores, as marcas que se comportarem de maneira mais humana, inclusive mostrando suas falhas, serão fantásticas.
9. SCREEN CULTURE
Graças à explosão dos smartphones e tablets com ecrã sensível ao toque e da “nuvem”, 2012 verá uma SCREEN CULTURE (cultura de ecrã) que será, além de mais difundida, também mais pessoal, mais envolvente e mais interactiva do que nunca.
10. RECOMMERCE
Nunca foi tão fácil para consumidores espertos revender ou trocar compras antigas por descontos e aproveitar o valor que as suas coisas têm no momento. Em 2012, a “troca por desconto” é a nova compra.
11. EMERGING MATURIALISM
Ao mesmo tempo em que as diferenças culturais continuarão a dar forma aos desejos dos consumidores, as pessoas de classe média e/ou mais jovens em quase todos os mercados vão adoptar marcas que vão além dos limites convencionais. Saiba que os produtos, serviços e campanhas sinceras, arriscadas ou não-corporativas de mercados emergentes estarão em alta em 2012.
12. POINT&KNOW
Os consumidores estão acostumados a ser capazes de encontrar praticamente qualquer coisa que esteja online ou que tenha base em texto, mas 2012 trará gratificação instantânea de informação visual ao mundo real com objectos e até pessoas.
Publicado em Uncategorized
Tags Marketing, notícias, pesquisa de marketing, sociologia do consumo
A Lego, que se tem vindo a concentrar em brinquedos dirigidos aos rapazes desde 2005, vai apresentar dentro de algumas semanas uma versão feminina do tradicional boneco que é imagem de marca, adianta o Blue Bus.Segundo o site brasileiro, a “menina Lego” terá mais curvas e a já conhecida cabeça amarela será substituída por uma com traços mais marcados, e até com um nariz! «As meninas precisam de uma figura com que se possam identificar», defende o director de design da Lego, que explica que a diferença entre a figura tradicional e os meninos e a nova boneca e as meninas é que elas têm maior tendência para se projectar no boneco, ao passo que os rapazes costumam brincar na terceira pessoa.
Publicado em Uncategorized
Tags Marketing, notícias, pesquisa de marketing, sociologia do consumo

À medida que o marketing mix evolui e se torna mais pleno em termos de conectividade, o desafio de medir campanhas neste novo “mundo” digital é claramente um dos mais difíceis que os profissionais de marketing têm pela frente.
Estas são as conclusões do artigo avançado pela emarketer.com com base na recolha de informação da Ifbyphone ( através da sua plataforma de voz aplicada ao marketing).
A informação foi recolhida sobre os profissionais de marketing para o seu ” Relatório 2011 sobre Métricas de Marketing” e 82 por cento referem que os seus executivos esperam que cada campanha seja medida.
Contudo, isolando os diferentes tipos de marketing, apenas 47 por cento dos marketers norte-americanos acreditam que conseguem efectivamente medir o retorno de investimento do e-mail marketing e outros tipos que são vistos ainda com menores percentagens. No que respeita às redes sociais, apenas 26 por cento pensa conseguir medir o ROI.
Quando o desafio é medir o marketing online, medir quais as palavras-chave que resultam em maior número de clicks ( 40 por cento), as conversas online mais significativas ( 40 por cento) e o maior número de chamadas ( 37 por cento) foram as métricas mais comuns citadas pelos marketers como desafios relevantes.
Estes profissionais, contudo, aceitaram o desafio e trabalham continuamente em novas formas de relacionar os seus programas de marketing com os resultados das vendas. As principais ferramentas usadas são “web analytics” ( 48 por cento), software para monitorizar e quantificar as campanhas de e-mail marketing ( 47 por cento), leads por diferentes meios de contacto ( 38 por cento) e monitorização da comunicação nas redes sociais (30 por cento).
Com todas estas ferramentas à disposição… afinal o que é que os mareketers analisam? 62^por cento afirma que acompanham o aumento global de vendas para medir o sucesso dos planos de marketing. 57 por cento analisa o número de novos clientes conseguido, 39 por cento monitoriza o número de leads gerado, 33 por cento verifica os aumentos na retenção de clientes e igualmente um terço quantifica o crescimento na notoriedade.
Medir o impacto do marketing sempre foi uma luta difícil para as companhias que se tornou ainda mais desafiante com a expansão do marketing e a consequente integração das plataformas digitais e a dinâmica das redes sociais.
Fonte: Omnicom Media Group
Fonte: Marketeer Online, 05.12.2011
Ou, quem sabe, com verniz, caneta de acetato, lápis de cor, de cera ou esferográfica. É a proposta feita pela marca de vinhos Calheiros Cruz, que apresentou ao mercado o “Your Calheiros Cruz”, um vinho com rótulo personalizável, desenvolvido pelo Departamento de Inovação da insígnia. Fruto das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca, este vinho apresenta-se de “aroma intenso, frutado e amadeirado”, com um sabor “encorpado e aveludado”, explica a Calheiros Cruz em comunicado. O vinho com o rótulo em branco, pronto a ser costumizado, está à venda no supermercado do El Corte Inglés.
Por favor apresentem os vossos resumos em comentário a este post. Obrigada.
Publicado em Sociologia do Consumo
Anuncio mais duas aulas abertas para este Semestre.
Dia 29/11, 11h45, aula de Pesquisa de Marketing: Estudos de Tendências – “Trendspotting”, com a Dra. Ana Luísa Reis.
O estudo de tendências é uma área importante da Pesquisa de Marketing, que tem a sua génese na análise macroambiental multidisciplinar. Recebe os contributos das ciências sociais, económicas e exactas e, realizado com profissionalismo, permite a detecção de ameaças e oportunidades para os negócios e as organizações. O objectivo é dar a conhecer aos alunos e interessados alguns operadores e exemplos de aplicação prática desta área de actividade. A apresentação será feita pela Dra. Ana Luísa Reis, a partir da sua recente experiência na OAK Brands.
Esta aula aberta insere-se na disciplina “Pesquisa de Marketing” de Ciências da Comunicação e decorrerá no dia 29.11.2011, pelas 11h45, na Sala 2 do Piso 0.
Dia 29/11, 19h00, aula de Sociologia do Consumo: Estudos de Tendências – A importância da Sociologia do Consumo, com a Dra. Sofia Alves.
A Sociologia do Consumo é uma das principais inspirações dos “trendspotters”. Os seus conhecimentos permitem antever tendências socioeconómicas que poderão revelar-se importantes para consumidores, mercados e empresas. Na situação económica actual, esta necessidade é ainda mais vital para se fazer os investimentos correctos. A Dra. Sofia Alves, mestranda em Comunicação Social pelo ISCSP, colaborou com o Dr. Luís Rasquilha na análise de tendências e vem revelar-nos a sua experiência em ambos os campos disciplinares.
Esta aula aberta insere-se na disciplina “Sociologia do Consumo” do Mestrado em Comunicação Social e decorrerá no dia 29.11.2011, pelas 19h00, na Sala 7 do Piso 3.
http://www.marketeer.pt/2011/11/23/financial-times-herald-tribune-e-folha-de-sao-paulo-discutem-portugal-ameaca-ou-oportunidade/