COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES
- Dias 15 e 17 de Dezembro: apresentação oral dos trabalhos, em aula. Cada grupo terá 1o minutos de exposição. Todos os elementos do grupo deverão intervir.
- Dia 07/01/2009 das 15h30 às 17h00: prova de frequência (avaliação contínua), na sala 2 do Piso 1. Os alunos deverão entregar um exemplar impresso e encadernado do trabalho semestral.
- Dia 22/01/2009 das 14h15 às 16h15: exame, época normal, na sala 3 do Piso -1.
- Dia 18/02/2009 das 14h15 às 16h15: exame, época de recurso, na sala 3 do Piso -1.
SEMINÁRIOS:
- 15 de Outubro: Apresentação e entrega do projecto de investigação (documento escrito). Elementos obrigatórios: identificação do aluno; identificação do tema; objectivos de investigação; pesquisa efectuada; bibliografia consultada.
- 25 de Novembro: Apresentação e entrega do projecto de investigação. Elementos obrigatórios: identificação do aluno; identificação do tema; objectivos de investigação; pergunta de partida; hipóteses; metodologia.
- 17 de Dezembro: Apresentação e entrega da versão provisória da 1ª parte do trabalho (para leitura e análise do orientador). Elementos obrigatórios: identificação do aluno; identificação do tema; objectivos de investigação; pergunta de partida; hipóteses; metodologia; plano de trabalho; definição de conceitos; revisão de literatura; fichas de leitura.
- 6 de Janeiro: Entrega da versão final da 1ª parte do trabalho (para avaliação do semestre).
NOTA: Aos alunos que não cumpram, presencialmente ou através de contacto/entrega virtual, as datas e parâmetros de avaliação não será atribuído orientador. Sem orientador atribuído, os alunos não podem apresentar trabalhos para avaliação. Os alunos Erasmus estão obrigados aos mesmos parâmetros de avaliação. Não estão, contudo, obrigados à presença em aula, devendo, em substituição, manter um contacto regular com os docentes da cadeira e posteiormente, com o orientador do seu trabalho.
SOCIOLOGIA DO CONSUMO:
- Até 10 de Janeiro de 2010: entrega, via email, do paper final (até 20 páginas). Deverá incluir capa, abstract em português e em inglês, introdução, estado da arte, explicação metodológica, análise e discussão de resultados, conclusões e bibliografia.
- A 4 de Janeiro de 2010: exposição oral dos trabalhos. A exposição oral é obrigatória para que a nota do trabalho seja considerada válida.
- No dia da frequência (13/01/2009, às 18h00): entrega de um exemplar em papel do relatório final corrigido. A frequência terá a duração máxima de duas horas e será sem consulta.
- Exame, época normal: 20 de Janeiro, às 18h00. Terá a duração máxima de duas horas e será sem consulta.
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| 03-Dez-2009 |
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L’Oreal, Unilever Jerónimo Martins e Modelo Continente lideram a tabela das empresas que mais investiram em publicidade em Portugal nos 10 primeiros meses do ano. O ranking traz novidades em 2009: a saída da Optimus do top 10 e a entrada da Sumol+Compal para a oitava posição. Os dados, do Mediamonitor, são relativos ao período compreendido entre Janeiro e Outubro de 2009 e foram comparados ao período igual do ano passado, pelo Departamento de Research da Nova Expressão. Nas três primeiras posições os nomes mantêm-se os mesmos, registando-se apenas a troca do primeiro e segundo lugares, entre a Unilever-JM (que até Outubro de 2009 investiu quase 132 milhões de euros em publicidade, a preços de tabela) e a L’Oreal Portugal (com mais de 154 milhões de euros investidos). Em 2008, até ao décimo mês do ano, a Unilever estava na primeira posição da lista e tinha investido 122,8 milhões de euros, enquanto a L’Oreal ocupava o segundo lugar, com o investimento publicitário a superar os 118,6 milhões de euros. As maiores novidades a apontar em 2009, até Outubro, são a saída da Optimus do top 10 dos anunciantes nacionais e a entrada da Sumol+Compal nesse mesmo ranking. Em Outubro do ano passado Optimus tinha investido em publicidade mais de 101 milhões de euros, e ocupava a quarta posição da lista. No ano corrente, entre Janeiro e Outubro, o investimento publicitário da operadora fixa-se em pouco mais de metade do valor de 2008, quase 55,5 milhões de euros. Já a Sumol+Compal que em 2008, no período em análise, ocupava a 16ª posição do ranking com mais de 44,5 milhões de euros investidos em publicidade, figura agora no oitavo lugar dos maiores anunciantes de 2009. Até Outubro a empresa investiu mais de 62 milhões de euros em publicidade.
Consulte a listagem:
| Anunciantes (Janeiro a Outubro de 2008) |
Anunciantes (Janeiro a Outubro de 2009) |
Var. |
| 1 |
Unilever-JM – €122,8 milhões |
1 |
L’Oreal Portugal – €154,2 milhões |
30% |
| 2 |
L’Oreal Portugal – €118,6 milhões |
2 |
Unilever-JM – €131,9 milhões |
7,5% |
| 3 |
Modelo Continente – €112,8 milhões |
3 |
Modelo Continente – €125,4 milhões |
11,1% |
| 4 |
Optimus – €101,3 milhões |
4 |
Procter & Gamble – €124,3 milhões |
22,8% |
| 5 |
Procter&Gamble – €101,2 milhões |
5 |
Reckitt Benckiser – €105,5 milhões |
6,7% |
| 6 |
Reckitt Benckiser – €98,9 milhões |
6 |
PT – €80,6 milhões |
35,3% |
| 7 |
TMN – €83,9 milhões |
7 |
Vodafone – €78,8 milhões |
-0,6% |
| 8 |
Vodafone – €69,4 milhões |
8 |
Sumol+Compal – €62 milhões |
39,3% |
| 9 |
Danone – €59,5 milhões |
9 |
TMN – €60,6 milhões |
-27,7% |
| 10 |
PT – €44,5 milhões |
10 |
Danone – €60,5 milhões |
-12,8% |
AB
Fonte: Nova Expressão |
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Meios&Publicidade, Rita Gonçalves
4 de Dezembro de 2009

“O próximo ano será um pouco do mesmo de 2009″, adivinha Augusto Mateus, ex-ministro da economia e actualmente presidente da Augusto Mateus e Associados. Na conferência “Consumidor: Comportamentos e Atitudes”, organizada em parceria pelo jornal Hipersuper e IPAM (Instituto Português de Administração e Marketing), o ex-ministro da economia tentou, a partir da sua experiência de governação, traçar o comportamento do consumidor – e do mercado – em 2010. “O próximo ano será marcado pelo fim da descida das taxas de juro e também da tranquilidade dos preços baixos. À medida que a economia começa a crescer os preços aumentam”, profetiza o também professor catedrático do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão). Mas isso não significa que os portugueses vão voltar aos consumos desmesurados. “Os consumidores vão continuar a privilegiar a segurança, ou seja a poupança. Porque não é possível traçar cenários perante a incerteza. Além disso, as reformas diminuíram em Portugal e ao investir na reforma o consumidor acaba por desinvestir no consumo”. Assim, o consumidor será mais cuidadoso nas despesas e reduzirá as compras acessórias. A compra de bens duradouros vai ser fruto de maior ponderação, aumentando o ciclo de substituição dos produtos, refere. As empresas que trabalham o segmento “low cost” vão optar por uma de duas estratégias, explica ainda o professor. “Ou baseiam a redução do preço dos produtos em melhorias de eficiência”, a melhor opção para a economia, sublinha, “ou optam por reforçar o “low cost” numa lógica restrita de remuneração dos factores produtivos, ou seja para cortar 10% nos preços cortam 10% no emprego”. Esta última opção pode constituir um problema, avisa Augusto Mateus. “Vai chegar a altura em que o consumidor vai perceber que há um limite para os seus benefícios. Ou seja, se para obter reduções de preço nos produtos vai perder poder de compra (despedimentos) então prefere não usufruir esses descontos”. “Triunfarão as empresas que mais depressa perceberem o que mudou e que ofereçam ao consumidor aquilo que quer actualmente”, remata o professor.
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Seis em cada dez pessoas preferem não comprar ou usar um produto ou serviço depois de lerem comentários online negativos sobre o mesmo. O número é da consultora britânica LexisNexis, após inquirir 1.002 pessoas. Para Bob De Laney, director de new business da LexisNexis citado pelo Brand Republic, este resultado deve alertar as marcas. “67% das queixas têm sido ignoradas, deixando-as actuar como detractores online, tendo um potencial impacto negativo no comportamento dos compradores”, sustenta. Por outro lado, o mesmo estudo refere que 62% dos inquiridos mostram-se disponíveis para partilhar online uma opinião positiva sobre um produto.
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Público Economia, 25.11.2009
Algumas das maiores revistas americanas estão a juntar-se num consórcio para criar uma loja online, que tem sido descrita como um “iTunes para revistas”, numa alusão à muito bem-sucedida loja de música da Apple. Mais de 50 títulos, entre as quais a Esquire, Time, Vogue e The New Yorker, estão a preparar versões digitais para vários suporte, incluindo smartphones como o iPhone e o Blackberry e ainda leitores de e-books, como o Kindle. A ideia de uma espécie de iTunes para produtos jornalísticos tem ganho adeptos nos últimos meses. Confrontados com quebras de circulação das edições impressas e de receitas, muitos gestores de jornais e revistas entusiasmaram-se com a ideia de micropagamentos. Tal como a Apple popularizou a ideia de vender canções isoladamente (em vez de em álbuns, como acontece com os CD ou o vinil), o conceito de micropagamentos implica cobrar quantias pequenas por cada trabalho jornalístico a que o utilizador acede. Vários sites americanos (com base em declarações de fontes anónimas) avançaram a notícia dos planos para criar este consórcio de revistas – mas os pormenores ainda não são conhecidos.
Por ora, e segundo o New York Times, sabe-se que o novo sistema de vendas online deverá facilitar a compra tanto de edições digitais como de edições impressas. Muitas revistas, incluindo as que estão integradas neste consórcio, já disponibilizam edições digitais para vários dispositivos.
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De acordo com os resultados do estudo Target Group Index (TGI) da Marktest, 31% dos portugueses concordam com a afirmação ‘A publicidade ajuda-me a fazer as melhores compras’.
De acordo com os dados TGI 2009 (Junho de 2009) 31% dos portugueses, com idades entre os 15 e os 64 anos, residentes em Portugal Continental concordam com a afirmação ‘A publicidade ajuda-me a fazer as melhores compras’. De salientar que 66% do universo TGI discordam da mesma. O grau de concordância com esta afirmação mantém-se praticamente igual quando comparados os dados TGI 2008 e TGI 2009 (TGI 2008 – 30% | TGI 2009 – 31%). Uma análise centrada na variável sexo, revela que 32% dos homens e 31% das mulheres tendem a considerar que a publicidade os ajuda a fazer as melhores compras. A análise por faixa etária, revela que os indivíduos mais jovens, com idades entre os 15 e os 34 anos, são os que mais tendem a concordar com a afirmação em análise (36%). Por oposição, os indivíduos com idades entre os 45 e 54 anos são os que menos tendem a concordar com a mesma (24%).

Uma análise por regiões Marktest revela que é junto dos indivíduos residentes nas regiões do Grande Porto e do Litoral Centro que se regista o maior grau de concordância com esta afirmação (34%).

Dados TGI Portugal (Junho 2009) revelam ainda que dos portugueses que tendem a concordar com a afirmação em análise, 72% tendem também a concordar com a afirmação ‘Uma vez no carro ouço sempre rádio’, 18% tendem a concordar com a afirmação ‘Sou viciado(a) em televisão’ e que 19% tendem também a concordar com a afirmação ‘Vou com regularidade ao cinema’.
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25/11/09, OJE
As cadeias “discount” e “hard discount” e ainda as marcas próprias vão continuar a crescer no mercado retalhista português. Quem o afirma é José Ignacio Nieto, director para o sector da Distribuição da consultora A. T. Kearney em Espanha e Portugal, citado pela agência Lusa. O crescimento de pontos de venda em que o factor preço é determinante é uma tendência que a crise económica acentuou e que se vai manter, até porque estes têm fórmulas que lhes permitem crescer rapidamente”, disse o gestor. O estudo “Global Retail Index” da A. T. Kearney dá os exemplos das cadeias Lidl e Minipreço, e frisa que o crescimento das marcas próprias vai continuar. Por enquanto, este tipo de produtos representa 20 a 25% das vendas totais. O estudo detectou várias oportunidades de expansão internacional dos conceitos desenvolvidos em Portugal e um dos exemplos é o da Sonae Distribuição. Os analistas afirmam que a aposta deve passar pela expansão do sector não alimentar, destacando o potencial na internacionalização das marcas Worten, Sportzone, Zippy, Moldalfa e Loop. O estudo revela ainda que os países emergentes onde existe um forte crescimento em concessões de superfícies comerciais poderá existir espaço para a exportação de conceitos alimentares do grupo Ibersol. A dimensão é um entrave à internacionalização das cadeias ibéricas. Aconselha Ignacio Nieto a que as distribuidoras ibéricas apostem em mercados mais próximos, caso do Norte de África, para além de terem de ter um conhecimento profundo do consumidor no mercado de destino. O estudo realça o investimento externo em Portugal, caso da Auchan que anunciou 600 milhões de euros a três anos.
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Objectivos:
- Criar notoriedade, simpatia e reconhecimento
- Defender-se de acusações
- Promover a imagem de forma “suave”
- Projectar a imagem da organização, para além da(s) marca(s)
- Expandir a imagem a nível internacional
- Diferenciar-se da concorrência e do “ruído” comunicacional
- Envolver o público interno
- Obter benefícios fiscais
Resistências:
- Investimento tem que ser a longo prazo
- Retorno difícil de medir
- Percepção de hipocrisia (público externo e interno)
Decisões:
| PATROCÍNIO |
MECENATO |
| Objectivo comercial. |
Objectivo social. |
| Ligação de uma marca (produto/serviço) a um evento mediático. |
Procura de uma imagem institucional. |
| Mensagem de marketing. |
Mensagem institucional. |
| Público-consumidor. |
Público-cidadão. |
| Valor comercial, “ostensivo”, óbvio e repetido. |
Valor “espiritual”, discreto. |
| Curto e médio prazo. |
Longo prazo. |
| PATROCÍNIO |
MECENATO |
| Construir imagem de marca |
Aumentar a notoriedade |
| Valorizar o produto |
Enriquecer a imagem institucional |
| Animar e motivar a força de vendas |
Valorização, reabilitação, rejuvenescimento |
| |
Envolver os colaboradores |
| |
Consolidar o posicionamento internacional |
Objectivos estratégicos
O que se pretende para o produto/marca/organização?
Que públicos?
Que eventos? São credíveis? A organização consegue “brilhar”?
Qual a relação e articulação com a restante estratégia de comunicação?
Que tipo de apoio facultar? Logístico, profissional, tecnológico, financeiro, humano?
Quanto tempo e dinheiro estão envolvidos?
O que está a fazer a concorrência?
Como cativar os media?
Atenção a:
Investir a longo prazo, sem se eternizar
Tornar o mecenato cada vez mais participativo
Gerir as intervenções: não meter os ovos todos no mesmo cesto
| PARTICIPAÇÃO |
CRIAÇÃO |
| Aliar-se a um evento já existente |
Criação de um evento inédito |
| Beneficiar de credibilidade e de notoriedade garantidos |
Amplitude e flexibilidade |
| Segurança |
Exclusividade |
| Facilidade logística e técnica |
Complexidade |
| Ausência de flexibilidade |
Risco |
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Começa a notar-se que cada vez mais empresas disponibilizam este relatório anualmente.
O relatório é dirigido a todos os públicos da organização. Deve ser sintético, de leitura fácil e ter um aspecto gráfico apelativo.
Correntemente, é divulgado nos sítios de internet das organizações e/ou enviado por email aos destinatários.
Em termos de conteúdos, deve incluir:
- Mensagem do presidente.
- SE FOR O PRIMEIRO RELATÓRIO, detalhar: apresentação, história, descrição da actividade, organização funcional, missão, valores e posicionamento da organização.
- Estratégia ambiental, social e corporativa da organização: preocupações, atitudes, salvaguardas, código ético.
- Sumário das actividades “core” da organização desenvolvidas no último ano e respectivos resultados financeiros e preocupações de responsabilidade no exercício das mesmas.Acções de responsabilidade desenvolvidas, planeadas e/ou implementadas no âmbito de:
- Ambiente
- Educação/formação
- Investigação
- Artes e cultura
- Desporto
- Solidariedade e beneficência
- Comunidade
- Parceiros
- Público interno
- Descrição, objectivos e resultados destas acções .
- Agenda para o ano seguinte.
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