COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES: 18/02/2009 das 14h15 às 16h15: exame, época de recurso, sala 3 do Piso -1.
SEMINÁRIOS: 22/02/2010: exame, época de recurso.
SOCIOLOGIA DO CONSUMO: 18/02/2009 das 14h15 às 16h15: exame, época de recurso, sala 3 do Piso -1.
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Público, 08.02.2010
Talento – The Startracker Fundação quer apoiar 220 portugueses talentosos em todo o mundo
A Fundação Talento, que pretende criar uma rede de talentos portugueses, identificou 220 portugueses talentosos em todo o mundo e vai ajudá-los a ter sucesso, disse hoje um dos seus fundadores, após uma audiência em Belém. Tiago Forjaz, recebido hoje pelo Presidente da República, revelou que a Fundação Talento – The Startracker percorreu nos últimos meses 16 cidades mundiais e identificou cerca de 220 portugueses com diversos talentos. “Em todas as cidades encontramos três ou quatro pessoas de várias gerações, que provaram que o talento não escolhe idades, não escolhe classes sociais e é provavelmente a coisa mais democrática que existe no mundo”, disse, no final da audiência em Belém, durante a qual “sentiu o apoio” de Cavaco Silva. A fundação, que está a constituir-se formalmente, pretende construir uma equipa que “seja capaz de apoiar estes talentos em todo o mundo”, para que os portugueses ganhem “um bocadinho de autoestima”. “Uma equipa que seja capaz de interessar as marcas que podem ter um potencial global em todo o mundo a apoiar e a patrocinar a ação destes talentos”, afirmou. Em breve espera realizar uma “grande gala, onde se vai mostrar genuinamente o valor da nossa diáspora em todo o mundo através do talento, com exemplos muito concretos de como se pode promover a nossa imagem no mundo”. Tiago Forjaz ofereceu a Cavaco Silva o livro “Outliers – Fora de Série”, de Malcolm Gladwell, que resume os princípios que a Fundação pretende seguir. “É diferente ter-se talento ou ter-se sucesso. O talento é uma coisa extremamente inclusiva, todos nós temos. O sucesso nem todos têm. Portanto, aquilo que vem na mensagem de fundo do livro, é como é que se pode construir um sociedade meritocrática e onde todos contribuem para o sucesso dos demais”, explicou.
Lusa
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Marketeer, Quinta-feira, 28 de Janeiro, 2010
Arrancou ontem mais uma rede social. Chama-se Tiickr e apresenta-se como uma rede de utilizadores que queiram experimentar produtos e serviços e gerar notoriedade. Uma campanha da Fon, a rede WiFi fundada por Martin Varsavsky, foi a primeira marca a confiar na nova rede. O objectivo da iniciativa é dar voz aos “influenciadores” oferecendo-lhes a possibilidade de receber e experimentar produtos e serviços de forma gratuita com a condição de que, posteriormente à sua utilização, dêem a sua opinião em acções de social media utilizando meios como o Facebook, o Twitter o Youtube ou blogs pessoais. Desta forma, os membros da comunidade conseguem um presente exclusivo e as empresas que realizam as acções através do Tiickr – além de promoverem os seus produtos através das redes sociais e do boca a boca -, conhecem em primeira mão a opinião de potenciais clientes ou consumidores sobre os seus produtos e de uma forma efectiva, mensurável e económica. Para fazer parte da comunidade é preciso ser utilizador do Facebook. O seu criador, Alberto Lorente, conhecido por lançar o Skype e o Simyo em, Espanha, prevê que esta rede venha a alcançar os 100.000 utilizadores no final de 2010.
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Marketeer, Quarta-feira, 27 de Janeiro, 2010
Foi exactamente este o tempo médio passado diariamente por cada português à frente de um ecrã de televisão em 2009, menos seis minutos e cinco segundos do que em 2008. São estes os dados apontados pela análise hoje divulgada pela Marktest, que conclui ainda que os maiores consumidores de televisão são os residentes no Sul do país, com um consumo médio de três horas 39 minutos e 53 segundos.
Numa análise dos dados por idade, são as pessoas com mais de 64 anos quem passa mais horas a ver televisão, com uma média de cinco horas, seis minutos e 28 segundos. Contrariamente, os que menos consumiram televisão em Portugal durante o ano passado foram os jovens entre os 15 e os 24 anos.
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Descarregue aqui o pdf do Código do Conduta do ICAP.
O Novo Código de Conduta do Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial (ICAP – entidade responsável pela implementação da autodisciplina em Portugal), que entrará em vigor no próximo dia 31 de Março de 2010, passa a abranger, além da publicidade, outras áreas da comunicação como Promoção de Vendas, Patrocínio, Marketing Directo, uso dos Meios Electrónicos e Telefone e Alegações Ambientais.
De fora da aplicação deste código ficam as mensagens públicas das empresas nos seus comunicados de imprensa ou noutras declarações prestadas junto dos meios, as informações que constam dos relatórios anuais ou de documentos similares, as informações nos rótulos dos produtos, mensagens de entretenimento e de educação que não prossigam uma finalidade comercial.
O código foi aprovado, por unanimidade, em assembleia-geral extraordinária do ICAP no passado dia 22 de Janeiro de 2010. O novo código tem inspiração no Código da Câmara de Comércio Internacional sobre Práticas de Publicidade e Comunicação Comercial e tem por base também uma auscultação de entidades públicas e privadas. Segundo refere em comunicado o Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial, este normativo “é inédito a nível nacional e internacional e demonstra a importância do papel da auto-regulação e do ICAP em prol dos interesses e direitos dos consumidores e da leal concorrência”.
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| Como medir o impacto das Relações Públicas? |
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| Briefing, 22-Jan-2010 |

Em Portugal, o ROI (Return on Investment ou Retorno sobre investimento) é, como em muitos outros países, um instrumento comum das agências de comunicação, como forma de mostrar ao cliente, de forma palpável, o trabalho desenvolvido pelas empresas junto dos meios de comunicação. No entanto, este método tem, muitas vezes, sido alvo de polémica, nomeadamente por se basear no cálculo do Advertising Value Equivalent (AVE). |
http://www.briefing.pt/content/view/2569/11/
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| 03-Dez-2009 |
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L’Oreal, Unilever Jerónimo Martins e Modelo Continente lideram a tabela das empresas que mais investiram em publicidade em Portugal nos 10 primeiros meses do ano. O ranking traz novidades em 2009: a saída da Optimus do top 10 e a entrada da Sumol+Compal para a oitava posição. Os dados, do Mediamonitor, são relativos ao período compreendido entre Janeiro e Outubro de 2009 e foram comparados ao período igual do ano passado, pelo Departamento de Research da Nova Expressão. Nas três primeiras posições os nomes mantêm-se os mesmos, registando-se apenas a troca do primeiro e segundo lugares, entre a Unilever-JM (que até Outubro de 2009 investiu quase 132 milhões de euros em publicidade, a preços de tabela) e a L’Oreal Portugal (com mais de 154 milhões de euros investidos). Em 2008, até ao décimo mês do ano, a Unilever estava na primeira posição da lista e tinha investido 122,8 milhões de euros, enquanto a L’Oreal ocupava o segundo lugar, com o investimento publicitário a superar os 118,6 milhões de euros. As maiores novidades a apontar em 2009, até Outubro, são a saída da Optimus do top 10 dos anunciantes nacionais e a entrada da Sumol+Compal nesse mesmo ranking. Em Outubro do ano passado Optimus tinha investido em publicidade mais de 101 milhões de euros, e ocupava a quarta posição da lista. No ano corrente, entre Janeiro e Outubro, o investimento publicitário da operadora fixa-se em pouco mais de metade do valor de 2008, quase 55,5 milhões de euros. Já a Sumol+Compal que em 2008, no período em análise, ocupava a 16ª posição do ranking com mais de 44,5 milhões de euros investidos em publicidade, figura agora no oitavo lugar dos maiores anunciantes de 2009. Até Outubro a empresa investiu mais de 62 milhões de euros em publicidade.
Consulte a listagem:
| Anunciantes (Janeiro a Outubro de 2008) |
Anunciantes (Janeiro a Outubro de 2009) |
Var. |
| 1 |
Unilever-JM – €122,8 milhões |
1 |
L’Oreal Portugal – €154,2 milhões |
30% |
| 2 |
L’Oreal Portugal – €118,6 milhões |
2 |
Unilever-JM – €131,9 milhões |
7,5% |
| 3 |
Modelo Continente – €112,8 milhões |
3 |
Modelo Continente – €125,4 milhões |
11,1% |
| 4 |
Optimus – €101,3 milhões |
4 |
Procter & Gamble – €124,3 milhões |
22,8% |
| 5 |
Procter&Gamble – €101,2 milhões |
5 |
Reckitt Benckiser – €105,5 milhões |
6,7% |
| 6 |
Reckitt Benckiser – €98,9 milhões |
6 |
PT – €80,6 milhões |
35,3% |
| 7 |
TMN – €83,9 milhões |
7 |
Vodafone – €78,8 milhões |
-0,6% |
| 8 |
Vodafone – €69,4 milhões |
8 |
Sumol+Compal – €62 milhões |
39,3% |
| 9 |
Danone – €59,5 milhões |
9 |
TMN – €60,6 milhões |
-27,7% |
| 10 |
PT – €44,5 milhões |
10 |
Danone – €60,5 milhões |
-12,8% |
AB
Fonte: Nova Expressão |
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Meios&Publicidade, Rita Gonçalves
4 de Dezembro de 2009

“O próximo ano será um pouco do mesmo de 2009″, adivinha Augusto Mateus, ex-ministro da economia e actualmente presidente da Augusto Mateus e Associados. Na conferência “Consumidor: Comportamentos e Atitudes”, organizada em parceria pelo jornal Hipersuper e IPAM (Instituto Português de Administração e Marketing), o ex-ministro da economia tentou, a partir da sua experiência de governação, traçar o comportamento do consumidor – e do mercado – em 2010. “O próximo ano será marcado pelo fim da descida das taxas de juro e também da tranquilidade dos preços baixos. À medida que a economia começa a crescer os preços aumentam”, profetiza o também professor catedrático do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão). Mas isso não significa que os portugueses vão voltar aos consumos desmesurados. “Os consumidores vão continuar a privilegiar a segurança, ou seja a poupança. Porque não é possível traçar cenários perante a incerteza. Além disso, as reformas diminuíram em Portugal e ao investir na reforma o consumidor acaba por desinvestir no consumo”. Assim, o consumidor será mais cuidadoso nas despesas e reduzirá as compras acessórias. A compra de bens duradouros vai ser fruto de maior ponderação, aumentando o ciclo de substituição dos produtos, refere. As empresas que trabalham o segmento “low cost” vão optar por uma de duas estratégias, explica ainda o professor. “Ou baseiam a redução do preço dos produtos em melhorias de eficiência”, a melhor opção para a economia, sublinha, “ou optam por reforçar o “low cost” numa lógica restrita de remuneração dos factores produtivos, ou seja para cortar 10% nos preços cortam 10% no emprego”. Esta última opção pode constituir um problema, avisa Augusto Mateus. “Vai chegar a altura em que o consumidor vai perceber que há um limite para os seus benefícios. Ou seja, se para obter reduções de preço nos produtos vai perder poder de compra (despedimentos) então prefere não usufruir esses descontos”. “Triunfarão as empresas que mais depressa perceberem o que mudou e que ofereçam ao consumidor aquilo que quer actualmente”, remata o professor.
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Seis em cada dez pessoas preferem não comprar ou usar um produto ou serviço depois de lerem comentários online negativos sobre o mesmo. O número é da consultora britânica LexisNexis, após inquirir 1.002 pessoas. Para Bob De Laney, director de new business da LexisNexis citado pelo Brand Republic, este resultado deve alertar as marcas. “67% das queixas têm sido ignoradas, deixando-as actuar como detractores online, tendo um potencial impacto negativo no comportamento dos compradores”, sustenta. Por outro lado, o mesmo estudo refere que 62% dos inquiridos mostram-se disponíveis para partilhar online uma opinião positiva sobre um produto.
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