Travel Health Experience: trate de si enquanto viaja…

O potencial do negócio do Turismo Médico na Europa, e especificamente em Portugal, levou a que, em 2011, dois amigos se juntassem e criassem, no Porto, a Travel Health Experience (T.H.E). Uma empresa que dedica a sua actividade a “criar um plano de assistência de saúde personalizado a turistas nacionais e estrangeiros, com necessidades específicas de cuidados contínuos e prolongados, durante a sua estadia em Portugal”, explica Carlos Mouta, um dos sócios da empresa. Segundo o responsável, esta solução permite que “o turista, quando planeia a sua viagem a Portugal, solicite, através do seu operador de turismo, agência de viagens, unidade hoteleira, seguro de saúde ou directamente junto da T.H.E.,um plano de assistência, adequado às suas necessidades específicas, às de um acompanhante ou familiar”. Posteriormente, a T.H.E. analisa as necessidades do turista e o programa da estadia, e cria um plano de assistência de saúde paralelo, apresentando-o depois ao cliente. Quando aprovado, os colaboradores da T.H.E. vão ao encontro do cliente, ou são contactadas as entidades necessárias, para a prestação de cuidados de saúde, explica Carlos Mouta. No final de 2013, surge o Porto Medical Tourism Simulator, uma plataforma online que permite que “turistas estrangeiros se desloquem ao Porto para realizar procedimentos médicos, como cirurgias e check-up, com toda a qualidade, segurança e comodidade”, explica o responsável, acrescentando que, através deste site “o turista pode obter informação sobre o procedimento médico que procura, por exemplo, o preço, descrição, unidade hospitalar e alojamento. Se pretender pode submeter o pedido de orçamento, bem como obter o apoio para a realização da viagem e intervenção médica”, explica Carlos Mouta.
Já em Portugal, a T.H.E prestará apoio ao cliente desde a chegada ao aeroporto até à partida para o seu apoio de origem, acompanhando os estrangeiros ao longo do programa, “nomeadamente prestando os cuidados de saúde e vigilância no seu hotel após a alta hospitalar”.

Por Raquel Pedrosa Loureiro, Ambitur, 05.09.2014

Maioria dos anunciantes portugueses desloca investimento para o digital

Cerca de 75% dos maiores anunciantes portugueses estão a deslocar parte do orçamento em marketing e comunicação dos meios tradicionais para os canais digitais, conclui o estudo Digitrends, da consultora QSP. «Existe uma clara tendência de deslocação do investimento em marketing e comunicação para ferramentas digitais», segundo o estudo desenvolvido pela QSP — Consultoria de Marketing, sobre a forma como as marcas com maiores investimentos publicitários utilizam o marketing digital dentro das suas estratégias globais de marketing e comunicação. De acordo com a pesquisa, 31% das marcas aloca entre 11 a 15% do investimento em marketing nos canais digitais, 22,2% dos anunciantes destina mais de 15% e 10% canaliza cerca de 20%.

Contudo, acrescenta o documento, mais de 70% das marcas diz que investiu até 300 mil euros em marketing digital no último ano, o que mostra que o investimento neste canal ainda é muito reduzido face ao total do investimento publicitário. Ainda assim, quase 6% despendeu mais de um milhão de euros. «Esta deslocação deve-se ao facto de as marcas acreditarem que os clientes e o público estão a deslocar-se para o ambiente digital, ainda assim uma parte considerável (22,2%) fá-lo também porque considera mais barato», lê-se no estudo.

Os principais motivos para o investimento em marketing digital são a visibilidade e o envolvimento dos clientes atuais e potenciais e não tanto o aumento de vendas ou uma melhoria na qualidade da sua oferta. O número de pessoas alocadas ao marketing digital é muito reduzido; contudo, 24,5% das marcas aumentou a sua estrutura nos últimos dozes meses. Prevê-se que, no próximo ano, este indicador fique praticamente inalterado, com 20% das marcas a prever aumentar o número de colaboradores afetos à gestão das redes sociais.

Gestor de redes sociais, pesquisa e planeamento estratégico, web design e desenvolvimento criativo de publicidade digital serão as áreas em que as marcas mais pretendem recrutar. Segundo o Digitrends 2014, mais de metade das marcas utiliza aplicações móveis, sendo que 82,2% dos maiores anunciantes portugueses estimam que aquelas serão de extrema importância no próximo ano, 80% aposta na presença nas redes sociais e 88,9% têm site corporativo. As redes sociais são a principal ferramenta onde as marcas tencionam investir mais dinheiro e recursos este ano. Cada vez mais utilizadas para comunicar de forma espontânea com os clientes, são usadas por 60% das marcas para melhor compreensão do cliente e suas necessidades e por 51,1% dos anunciantes na resposta a solicitações e reclamações dos clientes. A liderança cabe ao Youtube, seguido pelo Facebook, sendo que 73,5% das marcas que utilizam esta última rede social investem em publicidade. O estudo mostra ainda que o mobile marketing não faz parte da estratégia de marketing digital de 40% das marcas e apenas 24,4% têm recursos internos afetos a este canal, sendo os sistemas iOS e Android praticamente os únicos em que as marcas aplicam esforços.

Os principais conteúdos disponibilizados pelas marcas nas plataformas móveis são notícias sobre os produtos/serviços (55,6%), notícias sobre promoções (48,1%), divulgação de campanhas nos outros meios digitais (44,4%) e notícias sobre a marca (40,7%).

Quanto ao email marketing, 75,5% das marcas desenvolvem e executam estratégias e ações neste domínio e 44,4% dispõe de recursos internos para o efeito. Já 31,1% recorrem a serviços em regime de ‘outsourcing’ (subcontratação) e 74% das marcas utiliza o email marketing para o envio de ‘newsletters’ (boletim informativo). No que diz respeito ao comércio eletrónico, 27% dos maiores anunciantes possui canal de venda online próprio, 20% das marcas obtém mais de 500 mil euros de receita por esta via e 25% assume que as vendas online representam mais de 10% do total de volume de negócios. O meio de pagamento mais disponibilizado para as compras online é a rede Multibanco (50%).

A pesquisa baseou-se num inquérito estruturado, realizado entre 26 de maio e 30 de junho deste ano, sendo que as marcas que responderam ao inquérito representam 36,3% do total do investimento publicitário das 150 marcas do universo e 21% do investimento publicitário realizado em Portugal.

2014-09-03 14:15
Dinheiro Digital com Lusa

Séniores já têm portal de classificados

Marketeer online, 01.09.2014

ABSénior é um portal de classificados dedicado ao séniores em Portugal, contendo diversos produtos e serviços especializados para a terceira idade. Com a assinatura “O mundo sénior num só lugar”, o portal de classificados foi lançado há três meses pela agência de branding Stamina, estando o projecto em fase de divulgação junto do público-utilizador. Até à data, a empresa refere que o ABSénior tem registado uma “óptima adesão por parte dos anunciantes”. A introdução de anúncios no portal é gratuita, mas os utilizadores têm a possibilidade de destacar os seus anúncios, mediante pagamento. Esse pagamento funciona através de pontos ABSénior, os quais são adquiridos com o objectivo de possibilitar o destaque dos anúncios a um preço mais baixo que o multibanco e o PayPal, de acordo com a marca. Em comunicado à imprensa, a empresa refere ainda que este é um bom local para as empresas que actuam para esta faixa etária obterem notoriedade. “As empresas, instituições e profissionais de serviços de apoio, domiciliário, equipamentos, lares, vida activa e turismo sénior encontram no ABSénior uma forma de divulgarem gratuitamente os seus serviços num portal dedicado ao seu público”, garante o promotor. Visite o portal ABSénior aqui link externo.

Mulheres são melhores líderes do que os homens

Marketeer online, Terça-feira, 2 de Setembro, 2014

Um estudo da Ketchum Leadership Communication Monitor 2014 apurou que as mulheres que ocupam cargos de liderança estão a ter um melhor desempenho do que os colegas do sexo masculino no que se refere aos principais atributos necessários para uma liderança eficaz. A terceira edição anual do Ketchum Leadership Communication Monitor (KLCM), um estudo global que entrevistou 6.509 pessoas em 13 países, nos cinco continentes (Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Canadá, China, Itália, Singapura, Índia, Emirados Árabes, África do Sul e Brasil), teve como objectivo apurar a opinião dos entrevistas acerca da liderança e de uma comunicação eficaz, bem como a ligação entre ambas. As conclusões da Ketchum referem que, em comparação com os líderes masculinos, a liderança feminina saiu “a ganhar” nas quatro características mais importantes para uma liderança eficaz, nomeadamente liderar pelo exemplo (57% dos inquiridos destacou a liderança feminina face aos 43% que colocam os homens neste ranking), liderar comunicando de forma aberta e transparente (62% versus 38%), liderar admitindo erros (66% versus 34%) e liderar destacando o melhor nos outros (61% face 39%). O desempenho masculino apenas superou relativamente ao lidar com questões controversas ou crises com calma e confiança (52% dos inquiridos destacaram a liderança masculina neste atributo). No total, os líderes do sexo feminino venceram em cinco das sete principais características analisadas. A pesquisa constatou ainda que, globalmente, os líderes masculinos consideram que os seus homólogos do sexo feminino – 54% a 46% – irão liderar os desafios dos próximos cinco anos.

De acordo com Rod Cartwright, director de Global Corporate & Public Affairs Practice da Ketchum, estes resultados não significam que «todos os futuros líderes devam ser mulheres e que os homens não têm lugar na liderança. Em vez disso, os nossos resultados revelam mensagens com uma relevância vital para os líderes de ambos os sexos, à medida que continuam a ter de gerir a crise de liderança que existe neste momento», afirma Rod Cartwright, director de Global Corporate & Public Affairs Practice da Ketchum. «O nosso estudo demonstra claramente que para inspirar confiança, os líderes de ambos os sexos precisam de evitar uma abordagem de comando e controlo, que tende a ser considerada como algo dominador e até mesmo arrogante. Em vez disso, estamos a observar o nascimento de um novo modelo de comunicação de liderança baseado na transparência, colaboração, diálogo genuíno, valores e o alinhamento de palavras e actos, sendo um modelo seguido de forma mais consistente pelos líderes do sexo feminino. Esta pesquisa, finalmente, coloca de parte a falsa suposição de que as mulheres precisam de agir como os líderes de sexo masculino da “velha guarda” para deixar sua marca» acrescentou Barri Rafferty, Ketchum Senior Partner. Este estudo KLCM refere ainda que apenas 22% dos entrevistados acreditam que os líderes estão a demonstrar uma liderança eficaz – um valor 25% abaixo do ano passado -, com apenas 13% a indicar que têm o líder certo em situações de crise. Acrescenta-se ainda que apenas 30% acredita que a liderança é baseada em valores justos, e apenas 17% estão optimistas face a uma possível melhoria da liderança durante o próximo ano.

Jovens adultos criam novas regras na relação com as marcas

28 de Agosto de 2014 por Hipersuper

Os jovens adultos, que têm hoje 25 e 34 anos, conhecidos por Geração ‘Millennials’, criaram novas regras na relação com as marcas, segundo um estudo da Iniciative, realizado em 19 mercados.

Para caraterizar os jovens portugueses, a Iniciative analisou dados da Marktest para concluir que as percepções e expectativas são similares às dos jovens consultados no estudo. “As perspectivas de recuperação económica estão aí, abrindo novos horizontes para este target que, mesmo num período de maior adversidade, soube reinventar-se e adaptar-se a uma nova realidade”, sublinha Francisco Teixeira, director-geral da Iniciative. O estudo introduz o termo ‘Reset Generation’ e carateriza esta geração em quatro pontos.

1. Difíceis de impressionar

30% destes jovens são cínicos em relação à forma como as marcas se apresentam no mercado; Quase todos sofreram economicamente: apenas 28% ultrapassou a recessão dos últimos anos sem um revés nas suas finanças pessoais. Em Portugal, a crise económica dos últimos anos teve impacto pessoal e profissional junto destes jovens, dificultando a sua emancipação. Em 2014, segundo dados do TGI Marktest, 22% dos indivíduos deste segmento eram casados ou viviam maritalmente, um decréscimo significativo face aos 37% de 2010. O reflexo é também claro no número de filhos no agregado destes indivíduos: 18% que comparam com 32% em 2010. Profissionalmente, apenas 48% tem um emprego a tempo inteiro, valor que em 2010 era de 64%. Esta realidade tem apelado à capacidade de adaptação dos portugueses, com 10% a revelarem a intenção de emigrar no próximo ano e 6% a serem patrões de si próprios.

2. Online ultrapassa o ‘Word of mouth’

É mais provável que pesquisem online acerca de um produto do que perguntarem a opinião a familiares ou amigos antes de comprarem. O online revolucionou também o processo de compra dos ‘Reseters’ portugueses: de acordo com o TGI Marktest, 79% utilizam a internet como primeira fonte quando necessitam de qualquer informação (mais 12 p.p. (pontos percentuais) versus 2010 e 35% admite ser influenciado pelas recomendações online. Os ‘devices’ portáteis fazem parte da rotina desta geração, seja a nível global ou localmente: 77% a nível global e 70% em Portugal têm um smartphone e 39% e 28% respectivamente, têm um tablet.

3. A criatividade é crucial

A nível global, esta geração considera que a criatividade é o segundo atributo mais valorizado nas marcas, a seguir à confiança.

4. Exigem um papel social para as marcas

Apenas 14% considera que as marcas se deveriam focar apenas nos produtos versus 58% que considera que as marcas devem ter um papel socialmente activo. Os dados do TGI Marktest mostram que esta geração está mais exigente para com as marcas e para com a comunicação: 65% admite gostar de marcas que retribuem algum valor para a sociedade e 37% rejeita comprar marcas cujas campanhas publicitárias desaprovem. Por outro lado, 51% espera que a publicidade seja sempre divertida versus 42% em 2010. Estes consumidores revelam-se ainda menos leais em 2014 (em 2010, 67% admitia ser leal às marcas de que gostava), menos 8 p.p. “Tal como esta geração fez ‘reset’, também as marcas devem ter presente que nada voltará a ser como dantes, tanto na valorização da proposta de valor que endereçam a este target como na forma como o fazem. É nesse sentido que este estudo é importante, na medida em que ajuda as marcas e as agências a pensarem nessa re-invenção”, considera Francisco Teixeira.

Turismo Activo: um segmento onde Portugal ainda tem muito que correr…

Ambitur online, 21.08.2014

Não é novidade que Portugal tem inúmeros lugares para a prática de turismo activo. O clima excepcional, com poucos períodos de frio e chuva, a par com a enorme diversidade de oferta existente, fazem deste um país com um grande potencial neste segmento. No entanto, e apesar de constarem no Plano Estratégico Nacional do Turismo 2013-2015, parece haver ainda um longo caminho a percorrer em determinados nichos. São os casos do turismo náutico e de natureza.

Comecemos por Lisboa. É aqui que Pedro Sá Vieira, responsável da LisbonByBoat, tem há alguns anos o seu negócio. E é aqui também, na mesma cidade que tem vindo a registar nos último meses um aumento de turistas, que se nota algum “desprezo pelo rio”.”Muito se tem feito pelo Turismo em Portugal, e especialmente em Lisboa, mas ainda temos um longo caminho pela frente se compararmos com a generalidade das capitais europeias até percebermos que ‘o Rio também é Cidade’”, afirma, acrescentando que “temos falta de infra-estruturas de logística e de apoio à beira rio e mar, que possibilitem o desenvolvimento e investimento por parte das Empresas Marítimo-Turísticas na Actividade Náutica”. O responsável destaca ainda que  apesar de “termos das melhores condições naturais ao nível europeu, temos muito pouca ou quase nenhuma promoção turística, quer dos operadores, quer dos agentes, quer das associações de turismo, em relação ao Turismo Náutico”.

Uma opinião também partilhada por Adelino Cardoso, director da acção cooperativa e comunicação da Mútua dos Pescadores. “Quase todos os indicadores revelam que muito há ainda por fazer nesse sector. E os dados comparativos destas actividades no produto interno bruto, com a realidade de outros países, designadamente da União Europeia, comprovam-no à evidência”, afirma. Para este responsável, para que o turismo náutico possa dar um contributo mais significativo para o desenvolvimento de Portugal, há ainda muito que trabalhar. “Desde a simplificação da legislação que regula o acesso e o exercício das actividades ligadas ao turismo náutico, passando pelos portos e postos de amarração, até aos estaleiros de construção e reparação naval, sem esquecer outras infra-estruturas e ainda os apoios financeiros”, assevera.

Uns quilómetros mais abaixo, e apesar de já nos encontrarmos em Vila Nova de Milfontes, em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a realidade assemelha-se. Carlos Lourenço é proprietário de uma empresa que proporciona actividades na natureza (NatureActivities). E também, na sua opinião e, especificamente, no que respeita ao turismo de natureza, “há muito a fazer”, “nomeadamente no que concerne aos parques naturais”.Para o responsável, tem havido “pouca “mentalidade” e estratégia no que respeita ao potencial deste segmento por parte das autoridades competentes que se têm dedicado quase em absoluto à vertente Sol e Mar, alimentando assim o turismo sazonal”.

Com  uma empresa em actividade quer na Madeira, quer em Sesimbra, José Saleiro, director da “Vertente Natural”,  entende que, apesar de haver muito que fazer no turismo de natureza, o caso do  turismo náutico é bastante mais preocupante. Também este empresário entende que  em Portugal Continental, “o turismo de sol e mar precisa de ser reinventado”.  Na  sua opinião, isto só pode acontecer “através da complementaridade do turismo  náutico, do desenvolvimento de actividades ligadas ao mar, mas actividades de  turismo activo e de aventura”, de que são exemplos, o mergulho, da canoagem, de  passeios de barco, do surf, do coasteering.”Fala-se que “os portugueses estão  de  costas voltadas para o mar, mas o que acontece é que os portugueses estão  voltados de costas para uma série de problemas que advêm da forma como se gere  o  mar em Portugal. Acho que se tem de procurar outros modelos de gestão, a  forma  como tudo está feito é pouco clara, as regras são pouco claras e a  pressão  que existe na área de mar, do ponto de vista da fiscalização não é a  mais  correcta”, assevera José Saleiro.Já no que concerne ao turismo de  natureza, o  responsável entende que há que ter planos de poluição nas áreas  protegidas, não  bloqueando o acesso às empresas, porque as empresas são as mais  interessadas  neste momento em conservar estes recursos que são a base do  seu negócio”.

Explicado  talvez pelos milhares de quilómetros de distância que os separam, a realidade  do  turismo activo nos Açores, aos olhos de Pedro Rodrigues, proprietário da  empresa  Trilhos da Natureza, parece apresentar melhorias. “O Governo Regional  dos  Açorestem, de certa forma, criado condições para as empresas poderem  desenvolver  o seu negócio, nomeadamente, a constante manutenção dos trilhos, e  a melhoria  dos acessos para algumas actividades”. Afirmando que, como em tudo,  há coisas a  melhorar, o responsável destaca que se nota “uma mudança de  estratégia na qual  se procura divulgar o turismo nos Açores não só como um  turismo de contemplação  /observação, mas como um turismo capaz de atrair outros  cliente mais activos  para outro tipo de actividades que não só o simples  passeio, mas para fazerem  passeios BTT, Canyoning, pedestres, enfim, todo o  tipo de actividade”.

Por Raquel  Pedrosa Loureiro

What’s Airbnb’s Future as Millennials Move from Backpacks to Briefcases?

Airbnb makes moves in business travel industry

Jul 30, 2014, http://www.emarketer.com/

Airbnb, a digital marketplace enabling travelers to rent and share private accommodations, has put a dent in the leisure travel industry, taking share at the low end from independent lodging properties. Now, a small but growing amount of business travel spending is shifting to Airbnb—a trend that, if it takes hold, could pose a threat to the broad hotel business, according to a new eMarketer report, “Airbnb and Business Travelers: Gauging the Impact on the Hotel Market.”

The impact of Airbnb is limited today because the service is often used as an inexpensive lodging alternative by younger travelers. Longer term, the threat could be substantial if these young leisure travelers continue to tap Airbnb once they become regular business travelers. Airbnb represents a rapidly growing niche of the accommodations market. According to a report by GlobalWebIndex, 8% of internet users in North America and 14% worldwide had rented rooms or apartments through a home and lodging rentals service in Q1 2014. Though US business travel use of Airbnb is currently a small portion of the more than $280 billion in spending forecast for 2014, expenditure is on the rise, driven by unmanaged business travelers and forward-thinking corporate travel departments. Mike Hilton, executive vice president at Concur, a company that processes $50 billion worth of corporate expense reports a year, told the San Francisco Chronicle that use of Airbnb had quadrupled every year since 2010, with the company expected to process $1 million of Airbnb expenses in Q1 2014. Michael Tangney, global travel manager at Google, told attendees at the 2014 PhoCusWright Europe conference that the company’s employees had spent $2 million on Airbnb rentals last year. As millennial travelers dictate an ever-larger proportion of business spending, Airbnb corporate adoption is likely to become a mainstream behavior. In a November 2012 survey by JWTIntelligence, more than half of millennials (those ages 18 to 34) said they would use a peer-to-peer service like Airbnb—a far higher percentage than Generation X and baby boomers. “Once millennials, who today use Airbnb for leisure travel, move up in their companies to positions that can dictate travel policy, Airbnb is on its way to being a legitimate accommodations choice for Fortune 1,000 corporations,” said Jan Freitag, senior vice president of strategic development at accommodations data company STR, in an April 2014 guest post for HotelNewsNow.com.

- See more at: http://www.emarketer.com/Article/Whats-Airbnbs-Future-Millennials-Move-Backpacks-Briefcases/1011059/10#sthash.9Oygq8Qe.dpuf