Marketing digital: como podem as métricas ajudar a sua empresa?

2 de Julho de 2014 por Hipersuper

Susana Costa e Silva e Camilo Ferreira

Marketing digital

Cada vez mais, as empresas necessitam de comunicar através da Internet, o principal canal do marketing digital, para que as suas estratégias sejam eficazes. A comunicação online tem a particularidade de permitir um maior controlo e uma mensuração da eficácia do tipo de estratégia escolhida. É neste aspecto que a utilização das métricas se torna fundamental.

As métricas

As métricas permitem este maior controlo da estratégia de marketing digital de uma empresa pois funcionam como indicadores de eficiência da mesma e podem ajudar no melhoramento das acções de marketing online. Estas manifestam a receptividade que os utilizadores têm em relação, por exemplo, a anúncios online ou websites. Além disso, contribuem para que se possa obter um ‘feedback’ imediato desta receptividade.

A utilidade das métricas

Assim, é necessário compreender quais são as principais métricas e que informações transmitem em relação à estratégia de marketing através da Internet, nomeadamente em relação às formas de marketing através deste canal normalmente usadas, sejam elas: os websites, as páginas nas redes sociais, o Search Engine Marketing, o Email Marketing e ainda anúncios noutros websites/Display Advertising.

Métricas nos Websites

As ferramentas ‘web analytics’ ao dispor das empresas, como o Google Analytics ou o Yahoo! Analytics, geralmente calculam métricas como:

Visitas – número de visitas ao site

Visitantes Únicos – número não duplicado de visitantes (contabilizados uma só vez)

Visualizações de página – número total de páginas visualizadas

Páginas por visita – média de páginas visitadas durante uma visita

Duração Média de Visita – tempo que o visitante passa no website

Taxa de Rejeição/Bounce Rate – percentagem de pessoas que abandonaram o site sem interagir com a página, após verem a página principal

Percentagem de Novas Visitas – número de novas visitas sobre o total de novas visitas

Geração de leads: manifestações de interesse como preenchimento de formulários, inquéritos, número de registos, entre outros.

No caso de comércio electrónico:

Receitas, transacções, valor de encomenda médio, e ainda taxa de conversão de comércio electrónico/visitas que resultaram numa compra.

As ferramentas referidas mostram também quais os canais usados para chegar ao website (organic search, direct, referral e social), sendo que para cada canal é possível observar a origem (outro website, rede social, acesso directo, palavras-chave mais usadas nos motores de busca e anúncios), fazendo assim uma importante segmentação das visitas.

Métricas em anúncios noutros websites /Display Advertising

A segmentação permitida pelas ferramentas ‘web analytics’ supracitadas faz com que seja possível observar como evolui o número de visitas, a taxa de rejeições e a percentagem de novas visitas, referentes aos sites onde os anúncios foram colocados, como sites de jornais, blogs dedicados a nichos de mercado, ou até o YouTube.

Métricas no Search Engine Marketing (SEM)

O Google Adwords, ferramenta do Google, permite acompanhar a eficácia de uma estratégia de posicionamento com maior visibilidade neste motor de busca, através de um anúncio. Esta calcula variadas métricas para cada anúncio, a saber:

Custo por Clique Máximo – valor máximo que se pretende pagar por clique no anúncio

Número de Cliques – número de vezes que o utilizador interage com anúncio

Impressões – frequência com que o anúncio foi apresentado na página de resultados

Taxa de Cliques (CTR) – cliques a dividir pelas impressões – representa a frequência com que as pessoas clicam no anúncio depois de o visualizarem

Custo por clique médio – valor médio cobrado por um clique no anúncio

% de Publicação – frequência de apresentação de um anúncio em vez de outros no grupo de anúncios

Posição média – posição do anúncio em relação à posição de outros anúncios

Taxa de conversão/geração de leads – frequência com que o clique no anúncio resultou numa conversão (acção importante como venda, potencial cliente, inscrição)

Métricas nas Redes Sociais

As mais famosas redes sociais têm vindo a desenvolver sistemas que calculam métricas, que por sua vez ajudam a perceber a receptividade dos utilizadores em relação às suas páginas, vídeos, imagens, publicações, entre outros. O Facebook, por exemplo, desenvolveu a ferramenta Facebook Insights. As principais métricas usadas são:

Likes/Gostos – número de gostos por página e publicação

Quantidade de Comentários – número de comentários por página e publicação

Partilhas – número de partilhas por página e publicação

Nº de pesquisas/organic reach/alcance – quantidade de vezes que a página é procurada

Nº de pessoas alcançadas por uma publicação – pessoas que viram uma publicação

Pessoas que interagiram – número de pessoas que clicaram, gostaram, comentaram ou partilharam as publicações da página nos últimos 28 dias

Outras actividades da página – inclui referências à página, visitas e publicações de outras pessoas na página.

Taxa de interacção – percentagem de pessoas que viram uma publicação e gostaram, partilharam, clicaram ou comentaram.

Métricas no Email Marketing

É possível compreender se a estratégia de Marketing através do email é eficiente, observando as seguintes métricas:

Taxa de abertura – número de pessoas que abriu o email sobre o número de pessoas que recebeu o email

Taxa de cliques – percentagem de pessoas que, não só abriram, mas também clicaram em links que constam no conteúdo do email

Impacto no website (ex: através do Google Analytics), ou seja, quantas visitas o email gerou, taxas de rejeição, taxa de conversão, tempo médio de navegação, entre outros.

Existem actualmente empresas que trabalham na optimização de campanhas através de email, baseado no “Custo por Clique”.

Métricas para as empresas

A formulação das métricas traz um elevado valor à comunicação de uma empresa pois fornece informações em tempo real, que permitem perceber a receptividade das pessoas em relação à sua comunicação e à sua estratégia de marketing digital. As empresas, fazendo uma monotorização correcta, podem mais facilmente perceber o comportamento dos consumidores em relação a produtos, marcas e anúncios, e assim reajustar e optimizar a sua actuação na Internet. O controlo e o ‘feedback’ imediato possíveis graças às métricas constituem uma grande vantagem em relação às formas de marketing tradicionais.

 Apoio na loja é importante para os portugueses

24 de Junho de 2014 por Hipersuper

Para a maioria dos portugueses (78%), o acompanhamento por um vendedor que ajuda na procura dos produtos é uma “forte exigência” e pode motivar a frequentar mais as lojas físicas.

Segundo um estudo recente do Observador Cetelem, entre as qualidades do vendedor, os portugueses valorizam particularmente a sua especialização no assunto (74%), a qualidade do conselho (71%) e a força da sua proposta (66%), um pouco à semelhança da generalidade dos europeus. Em menor número, os portugueses valorizam também a independência de espírito do vendedor (37%), a sua flexibilidade nas condições de pagamento (31%), a recompensa pela fidelização (25%) e o facto de serem reconhecidos pelo vendedor quando chegam à loja (25%). Portugal é aliás um dos países que mais valoriza esta última qualidade. O estudo revela ainda que, para o consumidor, o vendedor continua a estar no centro do diapositivo de venda. A maioria dos portugueses pensa que terá sempre a mesma necessidade ou até mais de um vendedor nos concessionários automóveis (84%), nas lojas de electrodomésticos (81%), na compra de equipamentos de TV, Hi-Fi e vídeo (78%) e nas lojas de decoração e mobiliário de habitação (77%). “A Internet, os terminais interactivos e os tablets não vieram substituir o papel do vendedor, são sim ferramentas complementares de auxílio à venda. Nesta análise percebemos que estes dispositivos podem ser utilizados para gerar fluxos nas lojas, aumentar a fidelização dos consumidores e desempenhar um papel essencial nos seus percursos de compra”, afirma Diogo Lopes Pereira, director de marketing do Cetelem em Portugal.

Por onde andam os turistas em Portugal?

Fonte: Jornal de Negócios, 24 Junho 2014, 14:05 por Nuno Teixeira – Infografia , Ana Torres Pereira | atp@negocios.pt

Lisboa recebe o maior número de turistas em Portugal, liderando o “ranking” por distritos. É também na capital que se encontra o monumento mais visitado. Saiba qual é. E veja o número de dormidas (dado que mostra a dimensão turística da região) por distrito:

 

 

Por onde andam os turistas

Turismo domina pesquisas online sobre Portugal

23 de Junho de 2014 por Hipersuper

O turismo é o grande impulsionador das pesquisas cibernéticas realizadas sobre o nosso País, revelam dados recolhidos pela Bloom Consulting.

O interesse pelo Turismo de Portugal dentro e fora de portas é bastante equilibrado, explica a consultora. “Há praticamente tanta pesquisa nacional como estrangeira (53.15%). De um total de 4.812.538 termos pesquisados online sobre os 308 municípios do nosso País, 3.936.381 foram sobre Turismo. Talento (ou Viver) e Negócios ficaram pelos 800.353 (16,6%) e os 75.804 (1.6%), respetivamente”. Quase um terço das pesquisas sobre turismo tinha como objectivo Lisboa, seguida do Porto, de Faro, Braga e Albufeira. Funchal, Coimbra, Cascais, Sintra e Lagos completam o Top10. Segundo a mesma fonte, os mercados doméstico e internacional encontram-se bastante equilibrados no que toca à pesquisa cibernética: 46.85% das pesquisas tiveram origem no nosso País, cabendo à procura estrangeira os restantes 53.15%. O alojamento foi o tema mais pesquisado na vertente Turismo. Visitar, Animação Turística, Restauração e Cultura ocuparam as restantes posições. “Quando bem trabalhada, uma marca país, região ou município, é o principal activo de que dispomos. Deve, por isso, ser gerida de forma a pontenciar o que a destaca das demais. O nosso mais recente estudo tornou bem claro de que, no que toca à procura online, em Portugal, o que nos distingue é o turismo”, explica Filipe Roquette, director geral da Bloom Portugal.

The 5 Best Questions a Job Candidate Can Ask

Influencer

While you certainly have questions you like to ask (like these three), and maybe you ask one question to identify a superstar… if you’re an experienced interviewer you may almost always feel it’s a waste of time when you ask the candidate, “Do you have any questions for me?” Why? The average candidate doesn’t actually care about how you answer their questions; instead they try to make themselves look good by asking “smart” questions. To them, what they ask is a lot more important than how you answer. On the other hand, great candidates ask questions they actually want answered because they’re actively evaluating you and your company… they’re deciding whether they really want to work for you.

Here are five questions great job candidates ask:

“What do you expect me to accomplish in the first 60 to 90 days?”

Great candidates want to hit the ground running. They don’t want to spend weeks or months “getting to know the organization.” They want to make a difference right away. Plus they want to know how they’ll be evaluated – so they definitely want to understand objectives and expectations.

“What are the common attributes of your top performers?”

Great candidates also want to be great long-term employees. Every organization is different, and so are the key qualities of top performers in those organizations. Maybe your top performers work longer hours. Or maybe flexibility and creativity is more important than following rigid processes. Or maybe landing new customers in new markets is more important than building long-term customer relationships. Or maybe spending the same amount of time educating an entry-level customer is as important as helping an enthusiast who wants high-end solutions. Whatever the answer may be, great candidates want to know because 1) they want to know if they fit, and 2) if they do, they definitely want to be a top performer.

“What are the one or two things that really drive results for the company?”

Employees are investments, and every employee should generate a positive return on his or her salary. (Otherwise why are they on the payroll?) In every job some activities make a bigger difference than others. You want your HR staff to fill job openings… but what you really need is for HR to find the right candidates because that results in higher retention rates, lower training costs, and better overall productivity. You want your service techs to perform effective repairs… but what you really need is for those techs to identify ways to solve problems and provide further benefits — in short, to generate additional sales. Great candidates want to know what truly makes a difference for your company… because they know helping the company succeed means they will also succeed, on multiple levels.

“What do employees do in their spare time?”

Happy employees 1) like what they do, and 2) like the people they do it with. Granted this is a tough question to answer. Unless the company is really small, all any interviewer can do is speak in generalities. Even so, great candidates want to make sure they have a reasonable chance of fitting in with the culture – because great job candidates almost always have options.

“How do you plan to deal with…?”

Every business faces a major challenge: technological changes, competitors entering the market, shifting economic trends… there’s rarely a moat protecting a small business. So while a candidate may see your company as a stepping-stone, they still hope for growth and advancement… and if they do eventually leave, they want it to be on their terms and not because you were forced out of business. Say I’m interviewing for a position at your bike shop. Another shop is opening less than a mile away. How do you plan to deal with the new competitor? Or say you run a poultry farm (a major industry where I live): What will you do to deal with rising feed costs? A great candidate doesn’t just want to know what you think; they want to know what you plan to do – and how they will fit into those plans.

Now it’s your turn. If you’re an interviewer, what are great questions you’ve been asked – and what do those questions indicate? Or, if you’re interviewed, what questions do you like to ask?

I also write for Inc.com:

Os meus orgulhos de ontem

Bernardo Laranjeira Bento: “A angariação de patrocínios desportivos num clube de futebol menos mediático – Estoril Praia”. 16 valores.

Catarina Salreu e Salteiro: “Activações de marca – o caso Fox”. Relatório de estágio na Fox Internacional Channels. 19 valores.

Inês Bolaños Pais: “O poder do WOM e do CGU na comunicação turística”. Relatório de estágio na TravelTailors. 19 valores.

Luís dos Santos Lima: “Tendências de Tendências de Design Aplicadas ao Marketing e à Comunicação”. 19 valores.

Marina de Carvalho Ramos: “Brand research numa agência de publicidade: a análise concorrencial de anúncios publicitários”. Relatório de estágio na Draftfcb. 19 valores.

Comunicação estratégica digital no ISCSP

Formação Avançada em Comunicação
Pós-Graduação em Comunicação Estratégica Digital é um curso de formação avançada que se distingue pela sua configuração inédita no panorama do Ensino Superior público, ajustado ao sistema de creditação de ECTS e orientado para uma realidade profissionalizante. Hoje percebemos que há uma nova dimensão da comunicação – digital – que ainda falta cumprir e profissionalizar, quando as organizações têm novos imperativos de mudança e actualização, que definem novas actividades funcionais e exigem profissionais qualificados. A confirmação de que o ISCSP continua comprometido em alargar horizontes formativos na área da Comunicação e mantém o seu empenho em inovar na sua oferta formativa.

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