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Os atributos das lojas físicas que os compradores online elogiam

HiperSuper, por a 16 de Junho de 2017 as 15:57

O que é que os shoppers online dizem sobre a importância das lojas físicas? A transportadora UPS fez a pergunta para levar a sexta edição do estudo anual “Pulse of the Online Shopper” e concluiu que, para mais de metade dos compradores online, as lojas são importantes para tocar e sentir os produtos, resolver problemas imediatos, receber um atendimento de qualidade superior e participar em programas de prémios que recompensem a fidelidade.

Nos primeiros meses de 2017, metade dos shoppers (50%) comprou online e levantou a mercadoria na loja, dos quais 44% acabaram por realizar compras adicionais no ponto de venda. Um total de 41% mostra interesse utilizar mais o serviço de compra online com levantamento em loja no próximo ano.

Qual o futuro para as lojas?

A percentagem média de compras realizadas em lojas físicas por compradores online diminuiu de 53%, em 2014, para 48%, em 2017. A oferta de experiências personalizadas e gratificantes é um dos pontos chave para a loja física do futuro. Assim, as novas tecnologias, incluindo chatbots e realidade virtual, constituem opções que os retalhistas podem implementar para melhorar a experiência do consumidor.

Os compradores online preferem conversar com os responsáveis de vendas quando fazem compras nas lojas mas preferem opções de auto-atendimento, como email (55%) e live-chat (42%), quando estão online. Também se sentem confortáveis a usar chatbots para obter informações sobre produtos (42%), novas atualizações de produtos (39%) e completar os seus pedidos ou fazer devoluções (39%).

O uso de smartphones continua a ser uma componente importante da experiência de compra online e nas lojas físicas. Oito em cada dez compradores online usam aplicações (app) das lojas, preferindo-as aos sites por serem mais rápidas e proporcionarem uma experiência mais gratificante, segundo a mesma fonte. No entanto, o número de aplicações de compras que um consumidor utiliza é limitado. Os compradores online preferem limitar o número de aplicações de retalhistas no seu smartphone – entre três e cinco – para poupar a memória do aparelho.

Verificação de inserções publicitárias do Sapo

a 18 de Junho de 2017

O Sapo estabeleceu duas parcerias, com o MOAT e Integral Ad Science, para garantir “aos seus anunciantes um processo de verificação, que engloba factores como viewability, brand safety, ad fraud e ad clutter”.

“Com estas parcerias, o Sapo atesta que todas as campanhas de branding veiculadas na sua rede passarão a ter associadas um report de uma destas entidades, referenciando um conjunto de indicadores certificadores da qualidade do contacto publicitário”, diz o portal do grupo Altice em comunicado. Adicionalmente, prossegue a empresa, “o Sapo tornou-se o primeiro player português a permitir a anunciantes a contratação de campanhas digitais através de vCPM (Viewable CPM), o que significa que serão apenas consideradas impressões publicitárias válidas as que cumprirem os requisitos do IAB/MRC no que toca à viewability”.

A Altice  recorda que o Sapo “integrou recentemente um novo sistema de medição de audiências e propriedades digitais desenvolvido pela Marktest, o NetAudience, com ferramentas de ponta habilitadas a uma fidedigna representação do mercado digital no país. Por outro lado, agregou também a BlueKai, uma plataforma inovadora da Oracle que permite analisar comportamentos e tendências e classificar as diferentes audiências, com vista à definição de soluções editoriais mais eficazes e ao endereçamento de conteúdos mais alinhados com os padrões dos utilizadores digitais”.

“Packaging Out-of-Home” cresce na Europa.

HiperSuper, por a 12 de Maio de 2017 as 18:51

MERCADO VALE €6 MIL MILHÕES EM 2020

O crescimento das entregas ao domicílio e do consumo de refeições “Take Away” está a impulsionar o mercado europeu de “packaging”. De acordo com o estudo da Smithers Pira “Tendências europeias de packaging out-of-home para 2022”, o setor de embalagens comerciais pode passar de um lucro de 5650 milhões de euros em 2015 para gerar 6000 milhões em 2020, à boleia daqueles dois segmentos de mercado. As previsões do estudo apontam para um crescimento generalizado das embalagens para “fora do lar” em toda a Europa. Para os países do lado Este do velho continente a previsão é de uma subida anual de 3%, a partir do valor base de 48 100 milhões de euros registado em 2016. Já no Oeste europeu, o aumento esperado é de 2,8%, partindo de uma base de 184 mil milhões de euros atingidos no ano passado. Espanha e Reino Unido lideram atualmente o mercado de “packaging out-of-home”. No país vizinho, este mercado representa vendas de 819 milhões de euros, com o transporte (35%) e o setor da alimentação (34,4%) a absorverem a maior parte do consumo.  No mercado inglés, por seu lado, o consumo de refeições para levar e alimentos embalados, assim como a expansão de conceitos de restauração “fast casual” – que geram vendas anuais de 1390 milhões de euros – são o motor do consumo de embalagens para “fora do lar”.

Jornal Público vai permitir assinaturas a troco de atenção para conteúdos das marcas

MeiosePublicidade, por a 16 de Maio de 2017

Não pagar mais pelo Público é a proposta do diário da Sonaecom, que se juntou à Paytime para permitir a assinatura do jornal a troco de atenção para conteúdos das marcas. O Paytime, explica o diário liderado por David Dinis, “torna possível fazer uma assinatura do Público sem pagar um tostão”, bastando para isso “dedicar algum tempo para assistir a conteúdos livremente seleccionados, mantendo o total controlo sobre a gestão do tempo de visualização dos mesmos”. Para isso, o leitor começa por responder a um questionário anónimo cujo objectivo passa por informar quais as marcas e anúncios que podem considerar relevantes, escolhendo “os anúncios que pretende ver, sem que nenhuma marca entre em contacto consigo, e pode visualizá-los quando quiser”. “Depois de assistir ao anúncio, deixa uma opinião para que a marca saiba o que pensa a seu respeito e do anúncio visualizado”, explica o jornal. O tempo de visualização do anúncio é depois registado e convertido numa assinatura digital do jornal.

As melhores práticas para potenciar a compra omnicanal

HiperSuper, Por a 23 de Maio de 2017 as 12:09

O consumidor omnicanal, que compra através da loja física e da internet, gasta 50% mais que o cliente que se limita ao canal “brick and mortar”, explica a consultora de marketing digital Multiplica, citada pela Inforetail, num relatório em que identifica as melhores práticas de retalho omnicanal no mercado. A saber:

1.       Provadores virtuais e montras interativas são algumas das fórmulas para tornar as lojas mais tecnológicas e integrar os canais digitais, potenciando uma experiência de compra interativa. “Algumas marcas permitem interagir com montras através da realidade virtual o testar provadores inteligentes em que se pode efetuar o pagamento de uma compra sem passar pela caixa de saída”.

As aplicações mobile são outra ferramenta para promover a compra omnicanal, uma vez que permitem fornecer recomendações de produtos. Estas tecnologia em loja potencia ainda as chamadas “cookies offline”, que servem para recolher dados do comportamento com a mesma precisão dos dados obtidos online.

2.       Localização, chatbots e apps pós-venda. A oferta de “touchpoints” alternativos, para que o cliente possa escolher a melhor forma de interagir com a marca, é uma alavanca para a compra multicanal e confere uma maior conveniência ao atender às necessidades dos consumidores em qualquer canal. Há retalhistas que utilizam estes meios digitais para ajudarem os clientes a encontrar um produto mais facilmente ou as lojas mais próximas, encomendar via mobile para levantar na loja ou outros pontos. A redução dos tempos de entrega é uma das máximas do comércio omnicanal. Os chatbots, para recomendações e venda, potenciam a comunicação e levam à escolha mais célere da compra.

Leia também: Chatbots vão alterar venda online de produtos e serviços?

3.       Os incentivos económicos são um dos principais objetivos dos clientes multicanais quando enveredam pelos canais digitais.  As aplicações para uso de cupões, descontos pela via de mensagens de texto ou promoções por subscrição de newsletter são algumas das novas iniciativas nesta área.

Google tem novas ferramentas de medição para anunciantes

Marketeer Online, 23/05/2017

Google tem novas ferramentas de medição para anunciantes

A nova ferramenta Google Attribution permite aos anunciantes medir o impacto das suas campanhas e acções de Marketing nos diversos equipamentos e canais, recorrendo a apenas uma plataforma onde estão disponíveis todas as informações sem custos adicionais. Esta é uma das principais novidades apresentadas hoje, durante a conferência Google Marketing Next, a decorrer em São Francisco nos EUA. De acordo com Sridhar Ramaswamy, senior vice president of Ads & Commerce da tecnológica, o Google Attrbution vai permitir responder à questão “O meu Marketing está a resultar?”. O objectivo é acabar com a medição “last-click”, que não engloba o impacto em todos os pontos de contacto com os consumidores.

O Google Attribution, por outro lado, promete medir as interacções nos diferentes dispositivos e meios, incluindo anúncios display, vídeo, pesquisa, redes sociais, site e aplicação móvel. Sridhar Ramaswamy explica que abarcar todos estes pontos é importante porque, actualmente, o mesmo negócio pode ser alvo de dezenas de interacções diferentes da mesma pessoa. Além disso, a nova ferramenta tem ainda uma outra valência: analisar os padrões de conversão, comparar os percursos dos consumidores convertidos e não convertidos e optimizar os anúncios de acordo com estas informações. O Adwords, Google Analytics e DoubleClick Search fazem parte do Google Attribution, que será disponibilizado a um maior número de anunciantes ao longo dos próximos meses.

Novidades mobile

No mundo dos dispositivos móveis, a Google também tem novidades para apresentar. É o caso das Extensões de Localização que vão permitir aos consumidores encontrar uma loja a partir dos anúncios num vídeo no YouTube. É ainda o caso da mediação das visitas às lojas, já disponível nas campanhas de pesquisa, shopping e display. Em breve, será aplicada também às campanhas do YouTube TrueView para ajudar os marketeers a medir o impacto dos anúncios em vídeo no tráfego em lojas. A par da medição do impacto das campanhas nas visitas às lojas, a Google quer ajudar também a medir o impacto nas vendas. Em breve, será apresentada uma ferramenta que permite medir a facturação adicional proveniente das visitas às loja por via dos anúncios nos canais pesquisa e shopping da Google.

 

Distribuição dos rendimentos em Portugal

A Autoridade Tributária divulgou em 31 de Março de 2017 os dados sobre o IRS de 2013 a 2015.
Pode aceder-lhes em
http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/dgci/divulgacao/estatisticas/estatisticas_ir/2013_2015/IRS_2013-2015.htm