Category Archives: Pesquisa de Marketing

Cartão de fidelização do Continente já representa 90% das compras

Económico Sapo, Dircia Lopes, 06.02.2013

Os consumidores portugueses estão mais atentos ao factor preço, o que faz com que a adesão às campanhas promocionais esteja a crescer. Numa altura em que a adesão dos consumidores portugueses às campanhas promocionais está em crescimento, 90% das compras feitas na cadeia de hipermercados do grupo Sonae, o Continente, são com recurso ao cartão de fidelização desta marca. O número foi avançado pelo director de comunicação da consultora Kantar Worldpanel, Paulo Caldeira, durante a apresentação do estudo “Há luz nesta crise?”, que conclui que 85% dos consumidores – do universo de quatro mil lares inquiridos – “dão especial atenção aos descontos e ofertas especiais”. Em 2012, os descontos originados em cartão e talão no universo Sonae ascenderam a 425 milhões de euros, avançou fonte oficial do grupo liderado por Paulo de Azevedo. De acordo com a mesma fonte, o programa de fidelização do Cartão Continente passou a ser utilizado por mais de 3,2 milhões de portugueses. 

Metade dos consumidores prefere comodidade do comércio local

10 de Julho de 2014 por Hipersuper
Metade dos consumidores afirma preferir a comodidade do comércio local aos centros comerciais dominantes e de grande dimensão.Segundo um novo estudo da consultora imobiliária CBRE, que inquiriu 21.000 consumidores em 21 países, o investimento é “imprescindível” para revitalizar os centros de retalho mais pequenos e em zonas de comércio de rua prime. Um total de 49% dos consumidores prefere o comércio de rua em zonas prime ou centros comerciais mais pequenos por oposição a centros comerciais cobertos, de grande dimensão. A maioria dos consumidores (40%) discorda da afirmação: “os centros comerciais regionais de grande dimensão serão os únicos locais onde valerá a pena fazer compras no futuro”. A facilidade de acesso também é um factor crítico para os consumidores no momento de escolher onde comprar. 49% dos consumidores efectua uma deslocação de 15 minutos ou menos até aos destinos onde normalmente efectua as compras não-alimentares, de forma geral numa localização de menor dimensão ou em comércio de rua em zonas prime. A maioria dos consumidores crê ainda que os centros comerciais mais pequenos irão concorrer com o comércio online no futuro. Preço, limpeza, comodidade e segurança, continuam a encabeçar a lista dos factores que os consumidores esperam encontrar em todos os países e tipos de centros comerciais. A oferta de uma vasta gama de retalhistas e parques de estacionamento, também são classificados como importantes. Os consumidores consideram ainda igualmente importantes a presença de retalhistas independentes, retalhistas específicos, o facto de o centro comercial ser coberto e a oferta de uma variedade de serviços. Em contrapartida, os espaços de lazer e eventos são considerados relativamente menos importantes. O estudo revela, no entanto, que o investimento em centros comerciais mais pequenos tem sido “negligenciado”. 45% dos inquiridos nota poucas mudanças nos últimos três anos. “Os maiores melhoramentos observaram-se em centros comerciais dominantes e de maior dimensão, onde 26% sentiu que as instalações ficaram ‘muito melhores’”.

EUROPEAN TRAVEL TRENDS FOR SUMMER 2014

07.07.2014
EUROPEAN TRAVEL TRENDS FOR SUMMER 2014
Summer is in full swing and millions of European travellers are either heading abroad for their holidays, planning an August trip for the school holidays or returning from sunny climes after an early trip in June. For many, the draw of foreign destinations across the world cant be beaten; however, recent data shows some interesting preferences.
Unsurprisingly, a large percentage of this year’s travellers are choosing to head over to the United States. 38% of European travellers are expected to travel to the US, with 56% of them heading specifically to the east coast, and New York is by far the preferred choice of city at 25%. This is true of visitors from Western and Northern Europe, although the West also have a liking for Las Vegas and the North are more more inclined to head to the states than most other regions – further South and East it seems that sights are set much closer to home
The other 62% and the European countries that are less keen on American vacations.
Interestingly, a massive 60% of European travellers are choosing to stay on the continent over these summer months, choosing between a range of different regions and top destinations. While London is said to be the city that travellers research the most, for one reason or another it only comes second in their final choices and bookings; London gets 13% but it is Paris that just comes out on top with 15% of European bookings in this period. In southern Europe, Spain is a popular choice, with its cities making up six out of the ten most searched for destinations. Over in Eastern Europe, the number one choice this year is Rome. This just leaves 2% unaccounted for, just a very small percentage of European tourists that want to go somewhere a bit different. There are countless vacations being taken to more unusual destinations but it seems that Vancouver and Dubai are currently out in front with bookings while Cyprus is the most searched for destination outside of Europe and the US.

Read more at http://www.tourism-review.com/summer-2014-european-travel-trends-news4200#GSdGZopGWrqEoVsQ.99

Edição especial do M&P sobre Angola

Meios & Publicidade, 4 de Julho de 2014 às 01:06:42, por RUI OLIVEIRA MARQUES

Conheça os temas em destaque na edição desta quinzena do M&P, integralmente dedicada à relação entre Portugal e Angola. Francisco Botelho (JLM & Associados Angola), Bruno Albernaz (grupo Arena), Miguel Ralha (BAR), Nuno Fernandes (Executive), João Duarte (YoungNetwork), Luís Fonseca (Lift Angola), João Paulo Luz (Sapo) e Jaime Fidalgo Cardoso (Exame Angola) assinam os espaços de opinião.

Entrevista: “A explosão das marcas ainda está para acontecer”

Em 2005 nascia a agência angolana Publivision. Hoje, menos de uma década depois, a publicidade é apenas uma das várias áreas de negócio do grupo Zwela, presente em Angola, Moçambique e Portugal. Em entrevista ao M&P, Álvaro Torre, presidente do conselho de administração do grupo, faz um balanço.

Cases de comunicação

Conheça alguns dos projectos de comunicação de agências de origem portuguesa para clientes em Angola, descritos pelas próprias agências

Entrevista: “Em Angola não damos passos, damos saltos”

Miguel Reis foi para Angola em 2007 para trabalhar na Executive e é desde 2012 director criativo da TBWA Angola. Em entrevista analisa os desafios e oportunidades que tem pela frente.

Como é trabalhar uma marca com 10 milhões de clientes

A Unitel costuma ser apontada como o principal investidor de publicidade em Angola. Francisco Costa, da Ogilvy & Mather, explica o método de trabalho.

Entrevista: “O nível do mercado está a melhorar bastante”

O brasileiro Marcelo Medeiros está na Back Communication desde 2007, após ter passado pela Brandia Central, TBWA eY&R em Lisboa. “Quem está no mercado consegue identificar quais as agências com estrutura e capacidade de resposta. Há muita gente de fora que faz bom trabalho”, refere o director criativo que trabalha para marcas como Globo, Gallo e Western Union.

Entrevista: “Há potencial para um canal de informação”

Na MultiChoice desde Setembro, Nuno Santos, content manager para os mercados de língua portuguesa da operadora, faz o balanço destes primeiros 10 meses.

As estratégias da Cuca e da Blue para Portugal

O mercado angolano tem sido terreno fértil para a aposta de internacionalização de inúmeras marcas portuguesas, mas o caminho inverso começa a ser trilhado. Conheça a estratégia de duas marcas que têm objectivos bem definidos para o mercado português.

E os anunciantes preferem…

Tal como no mercado português, a televisão é o meio preferido pelos anunciantes. Ao contrário do que acontece em Portugal, o maior anunciante é o governo/publicidade institucional.

Procura-se director de marketing

Trabalhar em marketing em Angola pode ser um desafio aliciante. Mas as especificidades do mercado angolano exigem jogo de cintura aos profissionais do sector e a maioria dos anúncios não dispensa a experiência no local. O M&P analisou dezenas de anúncios, falou com um especialista em recrutamento para países africanos, Sérgio Leote, da Michael Page, e traça-lhe o perfil procurado para directores de marketing em Angola.

As marcas líderes no Facebook

Análise de páginas de Facebook de Angola com o Facebook Pages Performance, ferramenta do Buzzmonitor. Estudo realizado entre 18 a 24 de Junho, pela e.Life.

O primeiro passo na internacionalização dos novos canais

O último ano foi produtivo em lançamentos de novos canais televisivos no mercado português, com o nascimento do CM TV, da SIC Caras e do TVI Ficção. Pouco mais de um ano de emissões depois, já todos podem ser encontrados nos pacotes de televisão por subscrição em Angola.

Como se diz luzes, câmara, acção em umbundo?

Há vários realizadores portugueses que já devem saber dizer umas palavras tal é o vai e vem em viagens para filmar no mercado angolano. Apesar de algumas produtoras continuarem focadas no mercado português, são já várias as que apostam em Angola. Estas são algumas das produções que marcaram o trabalho destas empresas nacionais no último ano para este mercado.

Faça-você-mesmo ou DIY na Maker Faire

Lisboa apela: “Faça você mesmo”

Lisboa acolhe em Setembro a Maker Faire, a maior feira mundial de invenções e de DIY (faça você mesmo) que terá lugar no Pavilhão do Conhecimento. Na sua estreia em Portugal, a Maker Faire visa fomentar o trabalho desenvolvido por Makers – entusiastas de tecnologia, artesãos, mecânicos, cientistas e curiosos – promovendo a troca de experiências, contactos e informação. A organização do evento está a cargo do Sapo, Ciência Viva e Câmara Municipal de Lisboa.

A feira, que irá decorrer entre 19 e 21 de Setembro, terá o primeiro dia reservado aos e os participantes serão presenteados com palestras, workshops e actividades relacionadas com inovação, internet e tecnologia. Os restantes dias serão abertos ao público em geral, o qual poderá observar os projectos seleccionados. A primeira edição da Maker Faire remonta a 2005, tendo sido organizada na Califórnia, nos Estados Unidos da América. Em 2014, no seu nono evento anual, recebeu mais de mais de 1000 participantes e 120.000 visitantes. Pode inscrever-se para participar na Maker Faire através do site do eventolink externo.

Promoções e menos idas às compras

Kantar World Panel apresentou o resultado das primeiras 20 semanas do consumo em Portugal, tendo apurado que o consumidor nacional vai menos vezes às compras de forma a aproveitar as promoções.

Segundo este estudo da Kantar – empresa analista de consumer knowledge e insights baseados em painéis contínuos de consumidores – aponta uma redução da frequência de compra em cerca de 4%, uma inversão face ao registado em 2013. A Kantar justifica este facto devido ao aumento da pressão promocional no início do ano, que levou o comprador a fazer compras com cestas maiores, indo menos vezes aos estabelecimentos. A empresa adianta que as vendas com promoção atingem um peso de 19% de todo o mercado “FMCG Sem Frescos” e que o nível de desconto médio obtido pelos compradores se cifrou nos 24% (foram apenas consideradas as promoções presentes em folhetos). Neste mercado “FMCG Sem Frescos”, o valor bruto regrediu 1,7%, mas a Kantar Worldpanel afirma conseguir retirar o valor promocional a este mercado e concluir que a queda do valor (descontando o valor das promoções) foi de 2,1%.

No que diz respeito às tendências do consumidor no início deste ano, a Kantar revela que o grupo de compradores mais fiéis às promoções – aqueles que dedicam mais de 55% do seu orçamento a produtos que se encontram em promoção – apresentou uma redução da frequência de compra em cerca de 20,9%, face a igual período do ano passado.

Como dados finais, a Kantar revelou que o consumo no “Total FMCG” registou um aumento em volume consumido pelos lares, na ordem de 1,1%, mas a um preço menor, uma vez que o valor global caiu 2,1%.

Fonte: Marketeer online 04.07.2014

Tendências no turismo e viagens em Portugal

Em 2002, quase metade dos residentes em Portugal (49%) fez, pelo menos, uma viagem turística, mas dez anos depois essa percentagem caiu para 38,1%, indicam dados disponíveis a partir de hoje na base de dados Pordata. De acordo com os mesmos números, a grande maioria dos portugueses optam por fazer turismo dentro do país: em 2012, 29,9% dos residentes preferiram “ir para fora cá dentro”, enquanto apenas 2,9% preferiram viajar além-fronteiras e outros 5,2% viajaram tanto em território português como noutros países.
Por outro lado, os reformados representavam quase um quinto (18,2%) do total de turistas portugueses em 2012 (ano mais recente com dados disponíveis), quando em 2002 eram 15,7%. Já o peso dos alunos também subiu nesta década, passando de 12,3% do total de turistas para 20,7%. No entanto, um dos maiores espelhos das alterações sociais nos últimos anos é a descida gradual no número de turistas empregados, em contracorrente com os desempregados na mesma situação. Assim, em 2002, os viajantes com emprego representavam 61,2% dos turistas portugueses, enquanto os desempregados tinham um peso de apenas 2,8%. Dez anos depois, os empregados eram 44,5%, mas os desempregados já somavam 6,4% do total. O resultado destas tendências é que desde 2011 os turistas inactivos (alunos, domésticos, reformados e outros) têm já um peso maior do que os turistas com emprego. Em 2012, estes últimos representavam 44,5% do total, face a um peso de 49,2% dos inactivos.
Já os motivos de viagem, dentro de Portugal, também se alteraram nos últimos anos. Em 2002, mais de metade das viagens, 51,2%, fizeram-se por motivos de lazer, recreios e férias, mas em 2012 este era o principal argumento para apenas 41,5% das deslocações. Sinal dos novos tempos, desde 2011 que as viagens domésticas passaram a ter como principal razão a visita a familiares e amigos. Em 2012, este estreitamento de laços sociais foi atribuído a 48,3% das deslocações, o que acontecia em apenas 39,2% uma década antes. A disponibilização de novos dados sobre o sector do turismo na área da Pordata Portugal inclui também estatísticas relativas à oferta de alojamento turístico e à quantidade e origem de hóspedes e dormidas, entre outras.
“Além da permanente actualização de dados e de novos indicadores nesta área, será avaliada a possibilidade de disponibilizar este tema também na Pordata Municípios”, indicou a directora da Pordata, Maria João Valente Rosa, à Lusa.

2014-07-02 09:18
AICEP Negócios