Marca Portugal é a 50.ª mais valiosa do mundo

Marca Portugal é a 50.ª mais valiosa do mundo

A marca Portugal figura no 50.º lugar do ranking dos países com as marcas mais valiosas do mundo, segundo o estudo BrandFinance Nation Brands. O País subiu uma posição face a 2013. A marca nacional foi avaliada em cerca de 92 mil milhões de euros em 2014, o que configura uma subida de 25% do valor de marca em relação ao ano anterior, de 74 mil milhões de euros em 2013. Portugal manteve o rating do ano passado, de “A+”, “sendo por isso considerada uma marca forte”, explica a BrandFinance em comunicado. Atrás de Portugal ficaram países como a Hungria, Ucrânia, Luxemburgo, Grécia e Jordânia. Esta subida deve-se às melhores perspectivas relativas à evolução da economia portuguesa e ao turismo, “que voltou a registar um bom desempenho, vindo paulatinamente a conseguir comandar um price premium superior, em particular na hotelaria”, segundo o responsável pelo estudo João Baluarte, partner ibérico da consultora Brand Finance, em comunicado. Os Estados Unidos continuam a ser a nação mais valiosa, com um crescimento de 7% e com um valor de marca superior à soma dos cinco melhores países seguintes: China, Alemanha, Reino Unido, Japão e Canadá. O Qatar e Bangladesh foram as marcas que mais valorizaram em em 2014, com crescimentos superiores a 39%, ao passo que a Ucrânia foi a nação que mais caiu, passando do 45.º para o 53.º lugar. O relatório sobre as marcas e países apresenta uma análise do impacto que a reputação e a imagem de um país têm sobre os consumidores e investidores estrangeiros. O estudo ‘BrandFinance ® Nation Brands’ é elaborado anualmente pela Brand Finance, empresa de consultoria de avaliação e valorização de marcas e estratégia.

Marketeer Online, Sexta-Feira, 12 de Dezembro de 2014

Já são conhecidas as Superbrands Portugal 2014

A Superbrands anunciou na quarta-feira as marcas de excelência no mercado português, eleitas pelos consumidores e pelo Conselho Superbrands, composto por um grupo de 15 personalidades das áreas de comunicação e marketing. As 34 “Marcas de Excelência” são a Ambar, American Express, Avon, Bimby, BPI, Branca de Neve, Caixa Geral de Depósitos, Cartuxa, Chicco, Clinique, Continente, CTT, EDP, Expresso, Lidl, MEO, Mercedes, Millenium BCP, Montepio, Multibanco, Oriflame, Remax, RFM, RTP, Sapo, SIC, Sport Lisboa e Benfica, Sporting Clube de Portugal, Tranquilidade, TSF, Visão, Vista Alegre e Worten. Já a marca distinguida com o Prémio de Solidariedade Superbrands, atribuido juntamente com a RTP+, foi a Operação Nariz Vermelho.

Marketeer online, 4 Dez 2014

10 TRENDS FOR 2015

We know: your inbox is already full of MUST-READ predictions for 2015. And no doubt some of them were great. So you’re already well versed in the Big Changes coming. The Internet of Things (yes, more of it). More smartphones. Economic recovery (the US). Economic slowdown (China). Economic uncertainty (pretty much everywhere). Aging populations. More China. You know the drill. This list is different. First, it’s consumer trends that we’re interested in. Not the ongoing macro-trends (see above) that will form the backdrop to 2015. Second, and more important, when it comes to this list the trends aren’t really the point…

An industry secret:
Trends aren’t really the point – opportunities are.
So, time to be transparent: yes, our list does feature the Internet of Things. But in the INTERNET OF SHARING THINGS you’ll discover one exciting way to do something with these technologies, for consumers, in 2015. The same goes for each of the 10 trends below: each one highlights a key, actionable innovation opportunity that could see YOU serve, delight, surprise or build stronger relationships with your customers. Indeed, you could (and should!) start putting at least one of these into action tomorrow, if not in the weeks and months ahead! So all set? Read, be inspired, then get going!

1. INSTANT SKILLS »
All the gear, AND the idea.
2. FAST-LANING »
The end of the line for waiting in line.
3. FAIR SPLITTING »
Mobile wallets find their (shared) value.
4. INTERNET OF SHARED THINGS »
New connections. New behaviors. New opportunities.
5. BRANDED GOVERNMENT »
Time to get behind corporate-powered civic change.
6. POST-DEMOGRAPHIC CONSUMERISM »
Demographics are dead! Long live demographics!
7. CURRENCIES OF CHANGE »
Because good behavior should no longer (just) be its own reward.
8. SYMPATHETIC PRICING »
Pain point-targeting discounts.
9. ROBOLOVE »
2015: Rise of the Robots.
10. BRAND STANDS »
Get off the fence!

Fonte: Trendwatching

Portugueses preferem ver as montras do que pesquisar online

Neste Natal, ver nas lojas é a primeira fonte de informação na decisão de compra para a maioria dos consumidores (75%), à semelhança do que acontecia no ano passado (68%). Tal como em 2013, apenas 10% dos portugueses pesquisam informação na Internet antes de ver as montras. Outros 27% pesquisam online, mas apenas como segunda opção. Estas são conclusões do mais recente estudo do Observador Cetelem, que analisou as intenções de compra dos portugueses para este Natal. Os indivíduos mais jovens, entre os 18 e os 24 anos, são os consumidores que mais aderem à pesquisa online (17%). No outro extremo estão os inquiridos mais velhos, entre os 55 e os 65 anos, que pouco recorrem à Internet para obterem informações sobre os produtos: apenas 2% declaram fazê-lo. A pesquisa online conquista também mais consumidores nas classe mais altas (22%) do que nas classe mais baixas (2%). Geograficamente, Lisboa e Porto são as cidades onde residem mais adeptos da Internet: 14% dos portuenses e 11% dos lisboetas começam por procurar informação online antes mesmo de verem as montras ou visitarem as lojas. No Centro, apenas 4% dos consumidores pesquisa em primeiro lugar na Internet. O estudo revela também que a pesquisa na Internet atrai mais consumidores masculinos (12%) do que femininos (8%). Ver montras e lojas é algo que agrada mais a mulheres (85%) do que a homens (64%).

HiperSuper, 2 de Dezembro de 2014 por Rita Gonçalves

Os grandes negócios não nascem de ideias fora da caixa

Alan Ivy, consultor do The Boston Consulting Group, explica como se acende a ‘lâmpada’ para chegar “à próxima grande ideia”.

Consulte o artigo.

2014-11-29 11:09, Joana Madeira Pereira, Expresso

Supermercados digitais são tendência mundial

O crescimento do comércio online de alimentos é uma tendência mundial, segundo o estudo ‘Online Shoppers 2014’, realizado pela Webloyalty e citado pela infoRetail.

Apesar de registar um crescimento ténue, o comércio online de alimentos está a crescer com a abertura de novos supermercados digitais, lojas gourmet, lojas de produtores que vendem directamente aos consumidores, sem intermediários, e cadeias de restaurantes com entregas ao domicílio, entre outros. Em Espanha, onde foi apresentado este estudo, mais de 14% das famílias compram produtos de grande consumo através da internet, face às cerca de 20% de famílias que fazem compras online em todo o mundo. As compras online mundiais representam 3,7% da facturação do sector do grande consumo. No Reino Unido a cifra atinge 5% e em França 4%. Os consumidores estão a comprar mais online, dedicam mais tempo a analisar preços e a investigar sobre os produtos, e são mais exigentes. Segundo o estudo, 99% dos compradores online está satisfeito com a sua experiência de compra, o que pode ajudar a fidelizar consumidores ao canal. Por outro lado, a cesta de compra online é três vezes maior do que a física. O ticket médio online é de 70 euros face aos 30 euros nas lojas físicas. “A loja online é dirigida a um target mais jovem, digitalmente preparado e que a pouco e pouco vai adoptando novos comportamentos”. Os gastos de envio, o custo de transporte para os distribuidores, a cadeia de frio dos alimentos frescos, o tempo e o local de entrega, são os principais desafios para os operadores, pois, segundo o estudo, são os que mais influenciam a decisão dos consumidores.

HiperSuper, 1 de Dezembro de 2014 por Rita Gonçalves

‘Shopper’ do futuro vai privilegiar produtos ‘KM O’

HiperSuper, 1 de Dezembro de 2014 por Rita Gonçalves

Mais consciente do que compra, assim é o ‘shopper’ do futuro. Por isso, vai procurar, por um lado, produtos mais saudáveis, e, por outro, contribuir para a economia local, segundo o estudo ‘The Food Revolution’’, da consultora Lantern, citado pela InfoRetail. O estudo dá conta que o ‘shopper’ dará prioridade aos produtos de origem e elaborados localmente, mais conhecidos por “KM 0”. O comércio online de alimentos também vai dar um salto definitivo, graças à expansão de concorrentes como a Amazon. A compra digital será multiplataforma e cada vez mais conveniente, revela a mesma fonte. O maior avanço dar-se-à no entanto na logística: a compra será cada vez mais imediata e conveniente. No que diz respeito às embalagens, os supermercados já começam a reconhecer os benefícios da venda a granel que estão a adoptar em categorias como frutos secos, doces, massas, pet, chá, especiarias, entre outras. As cadeias ‘Whole Foods’ e ‘Wild Oats’, por exemplo, já começaram a alastrar a venda a granel a novas categorias, há muito. Esta tendência do granel fez nascer um novo nicho de mercado que tem dado também uma nova vida aos supermercados que só vendem quantidades impostas, permitindo ao shopper poupanças na conta do supermercado. Estes novos supermercados apelam à preocupação com a natureza, ao bem-estar social, ao desperdício de alimentos e à reciclagem. O estudo realça por outro lado a proliferação de startups na área alimentar que prometem romper com o estabelecido mapa alimentar, dotadas de equipas multidisciplinares: bioquímicos, geneticistas, nutricionistas e ‘data scientists’ que procuram descodificar os alimentos já existentes para desenhar novos.