Criar o seu próprio emprego com a Olá

5 passos para criar o seu próprio emprego com a Olá

A Unilever Jerónimo Martin juntou-se ao Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) para criar um programa de empreendedorismo a que deu o nome “Sou Olá”. O projecto permite que pessoas desempregadas criem o seu próprio emprego, independentemente da idade ou formação. A proposta do programa “Sou Olá” passa pela exploração de um meio de venda de gelados e outros produtos complementares, durante um período de seis anos. O investimento inicial necessário (15 mil euros) é comparticipado em 50% e as duas entidades comprometem-se ainda a apoiar financeiramente o que for preciso no decorrer do projecto. Para aderir ao programa, é necessário seguir cinco passos:

1 – Estar inscrito no IEFP, ter espírito empreendedor, vontade de arriscar e interesse no programa “Sou Olá”;

2 – Seleccionar um local com potencial para abrir um meio de venda de gelados e outros produtos complementares;

3 – Preencher o documento “simulador de negócio” e o formulário de candidatura, ambos disponíveis no website do programa. Caso surja alguma dúvida, existe uma linha de apoio que pode ser contactada;

4 – Avançar com o pedido de licenças às entidades públicas responsáveis pelo local seleccionado, assim que a candidatura for aprovada;

5 – Assinar o contrato de concessão e dar início ao negócio, assim que as licenças forem aprovadas e o conseguir os recursos financeiros necessários através dos apoios proporcionados pelo IEFP.

Marketeer online, 13/09/2016.

Programa e aulas de Pesquisa de Marketing

Programa Pesquisa de Marketing

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÉMICOS EM CC NO ISCSP

Cronograma aulas e trabalhos

Regras, temas e aulas de Projecto e Seminário ou Estágio

Projecto e Seminário 3º ANO CC REGRAS

Regulamento de estágios curriculares CC

TEMAS PARA ORIENTAÇÃO_Comunicação_2016_2017

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÉMICOS EM CC NO ISCSP

Trabalhos em CC feitos nos últimos anos: 2015-20162014-20152013-20142012-2013Todos os Seminários que estão na Biblioteca do ISCSP; Teses de Mestrado e Doutoramento que estão na Biblioteca do ISCSP

Lista de revistas científicas em Comunicação

Aulas:
Cronograma Projecto
Cronograma Seminário ou Estágio

Portugueses fazem mais férias no estrangeiro

 Portugueses fazem mais férias no estrangeiro O número de portugueses que viaja de avião em lazer tem vindo a aumentar desde 2013, chegado aos 18,5%, em 2015. A conclusão é do estudo TGI, da Marktest, que aponta Espanha e França como destinos preferidos. De acordo com o estudo da Marktest que analisa o comportamento e os consumos dos portugueses, há três anos 15% dos portugueses deslocaram-se ao estrangeiro em lazer. Um número que subiu para os 17,5%, em 2014, e 18,5%, em 2015. Os dados indicam que Espanha e França continuam a ser os destinos preferidos, com 19% dos entrevistados a escolher estes dois países europeus, seguidos de Inglaterra e Irlanda (16%). Os Açores, depois da entrada dos voos low cost, em 2015, tem vindo a ser mais procurado (10% em 2015, face a 7% em 2014). A Easyjet e a Ryanair são as mais procuradas pelos portugueses, com 3,4% dos entrevistados a dizer escolher estas companhias, enquanto apenas 1,2% prefere a TAP e a SATA. A praia volta a estar no topo das preferências no que toca ao tipo de férias que os portugueses mais gostam, seguida das viagens ao estrangeiro, que registam um aumento de 3 pontos percentuais face aos números do ano passado. No que diz respeito ao tipo de alojamento, a opção com mais adesão é o Hotel ou Aparthotel, de acordo com 45% dos entrevistados (face a 40,4%, em 2014), seguido da casa de familiares ou amigos (29%), casa alugada (21%), habitação própria (15%) e campismo (10%). Segundo os dados, 58% dos entrevistados gozou férias na sua residência habitual. O TGI é realizado em 60 países, entre os quais Portugal, e traça o perfil de mais de mil milhões de consumidores em todo o mundo. O estudo permite uma comparação de dados à escala mundial e em Portugal a recolha da informação é contínua, sendo os dados disponibilizados em dois momentos do ano, janeiro e julho.

Fonte: Welcome Media, 20.07.2016

Workshop Imagem e Boa Impressão – 19 Jul no ISCSP

Agora que nos aproximamos de uma pausa, que tal pensarmos na valorização da nossa imagem para aumentarmos a nossa autoconfiança e as hipóteses de sucesso numa entrevista de emprego, numa reunião, etc.?

Sabem que só temos uma janela de 30 segundos para fazermos uma boa primeira impressão?

E sabem que a primeira impressão é o que fica na opinião e na mente de quem nos conhece?

E que há cores que potenciam a nossa comunicação e outras que trabalham contra nós ou que 55% da nossa comunicação se faz pela imagem e só 7% se faz por palavras?

O workshop de que vos falo (e onde podem aprender a potenciar a vossa imagem e a vossa pegada digital) irá realizar-se no dia 19 de Julho das 17.00 às 20.00.

Será passado a todos os participantes um certificado de presença com o selo do ISCSP.

O valor é 50 euros.

Podem inscrever-se até dia 11 de Julho (e podem passar palavra até a amigos fora do ISCSP, porque o workshop é aberto a quem quiser).

O email de contacto é saidasprofissionais@iscsp.ulisboa.pt.

Aproveitem. Vão gostar!

5 tendências globais que estão a controlar o consumo

Marketeer, 19.05.2016

5 tendências globais que estão a controlar o consumo

A Smollan, empresa dedicada a soluções para Retalho a nível internacional, reuniu as cinco tendências que acredita que vão controlar o consumo global deste ano. Desde a importância da conectividade aos programas de fidelização, passando pela exigência do on-demand não só na televisão mas também noutras experiências de compra.

1 – Consumidores constantemente ligados

Os consumidores de hoje querem estar ligados à Internet sem interrupções e esperam que do outro lado esteja alguém para os ouvir. Isto significa que também as marcas e negócios têm de estar ligados e disponíveis para responder a questões, dúvidas, sugestões ou reclamações e, além disto, disponíveis para providenciar uma solução de comércio online. A Smollan cita um estudo da Accenture para explicar esta tendência: “Cerca de 75% dos consumidores em mercados desenvolvidos admitem preferir utilizar o seu equipamento móvel do que pedir ajuda a um comerciante.”

2 – A loja do futuro

Tablets no interior de lojas físicas será um dado praticamente adquirido. O objectivo da implementação destes equipamentos é melhorar a experiência do consumidor e acelerar o processo de compra. Mas mais do que tablets, o caminho passa pela Internet das Coisa, útil para criar actividades interactivas e para desenvolver uma sensação de comunidade.

3 – Criar experiências de compra “engaging”

Para ganhar a lealdade dos consumidores é importante construir experiências de compra que sejam relevantes, personalizadas e, acima de tudo, “engaging”, ou seja, que envolvam o consumidor. Para conseguir isto, explica a Smollan, os retalhistas podem utilizar alguns dados dos consumidores para entendê-los melhor, antecipar as suas necessidades e até criar promoções e produtos especiais.

4 – A evolução dos programas de fidelização

Os programas de fidelização tradicionais não vão sobreviver ao ambiente de retalho de hoje. Receber pontos por compras já não é suficiente, uma vez que os consumidores estão dispostos a trocar informações por promoções. Isto também é bom para as marcas porque, deste modo, podem obter dados mais correctos sobre os seus clientes.

5 – A economia on-demand

Gratificação imediata é uma das exigências das novas gerações. Os consumidores sabem o que querem e querem-no já, pelo que soluções como o botão Dash da Amazon ou a possibilidade de pedir pizzas da Domino’s através de emojis são bons exemplos.

Produtos nacionais. A primeira escolha dos portugueses?

4 de Maio de 2016 por Rita Gonçalves

fruta

Para assinalar o dia da produção nacional (26 de abril), a consultora Nielsen deu a conhecer os principais resultados de um estudo que desenvolveu sobre as preferências dos portugueses quando vão às compras.

“Em algumas categorias os portugueses têm preferência pelos produtos nacionais. Fruta, vegetais e carne (74%, 74% e 72%, respetivamente) são as categorias onde há uma maior tendência por optar por produtos locais e estas são também as principais escolhas dos europeus.

O leite (63%) é por sua vez um produto muito procurado no que se refere à preferência por produtos nacionais.

Que razões levam os portugueses a optar por produtos nacionais?

A grande maioria toma esta opção de forma a ajudar a impulsionar o comércio local e consequentemente a economia nacional (70%, sendo a média europeia de 60%). Para 41% dos inquiridos, as marcas globais são mais caras face aos produtos nacionais. E para 56% o fator mais importante é ter um preço mais baixo, independentemente da origem. 58% considera ainda que as marcas globais são mais inovadoras comparativamente com os produtos nacionais.

Um total de 24% considera que a origem do produto é mais importante do que o packaging, no entanto a maioria considera que o preço, as promoções ou a oferta de produtos (46%, 43% e 54%, respetivamente) são tão importantes como a origem do produto.

Quais os fatores mais importantes no momento da decisão de compra?

Os fatores que mais contribuem para a compra de marcas globais são a relação preço-qualidade (62%), sendo também fundamentais as promoções (45%) e a experiência anterior com o produto (42%). Já no que se refere, aos produtos nacionais os fatores mais importantes são igualmente a relação preço-qualidade (50%), a experiência anterior com o produto (35%) e as promoções (32%). O que demonstra como é fundamental promover a experimentação dos produtos junto dos consumidores.

Ecommerce: quais as categorias mais procuradas?

As compras online demonstram que em relação às marcas globais os telemóveis são a categoria mais procurada (58%), seguindo-se os computadores (55%) e o vestuário/sapatos (40%). Já no que se refere aos produtos nacionais as categorias mais procuradas são a alimentação e bebidas (36%) assim como o vestuário/sapatos (34%).

Os consumidores optam por ecommerce essencialmente por uma questão de preço (65%), sendo a conveniência um fator igualmente importante (54%). O facto de os produtos não estarem disponíveis no comércio tradicional (42%) também é um fator a ter em atenção.