Regras, temas e aulas de Projecto e Seminário ou Estágio

Projecto e Seminário 3º ANO CC REGRAS

Regulamento de estágios curriculares CC

TEMAS PARA ORIENTAÇÃO_Comunicação_2016_2017

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÉMICOS EM CC NO ISCSP

Trabalhos em CC feitos nos últimos anos: 2015-20162014-20152013-20142012-2013Todos os Seminários que estão na Biblioteca do ISCSP; Teses de Mestrado e Doutoramento que estão na Biblioteca do ISCSP

Lista de revistas científicas em Comunicação

Aulas:
Cronograma Projecto
Cronograma Seminário ou Estágio

Portugueses fazem mais férias no estrangeiro

 Portugueses fazem mais férias no estrangeiro O número de portugueses que viaja de avião em lazer tem vindo a aumentar desde 2013, chegado aos 18,5%, em 2015. A conclusão é do estudo TGI, da Marktest, que aponta Espanha e França como destinos preferidos. De acordo com o estudo da Marktest que analisa o comportamento e os consumos dos portugueses, há três anos 15% dos portugueses deslocaram-se ao estrangeiro em lazer. Um número que subiu para os 17,5%, em 2014, e 18,5%, em 2015. Os dados indicam que Espanha e França continuam a ser os destinos preferidos, com 19% dos entrevistados a escolher estes dois países europeus, seguidos de Inglaterra e Irlanda (16%). Os Açores, depois da entrada dos voos low cost, em 2015, tem vindo a ser mais procurado (10% em 2015, face a 7% em 2014). A Easyjet e a Ryanair são as mais procuradas pelos portugueses, com 3,4% dos entrevistados a dizer escolher estas companhias, enquanto apenas 1,2% prefere a TAP e a SATA. A praia volta a estar no topo das preferências no que toca ao tipo de férias que os portugueses mais gostam, seguida das viagens ao estrangeiro, que registam um aumento de 3 pontos percentuais face aos números do ano passado. No que diz respeito ao tipo de alojamento, a opção com mais adesão é o Hotel ou Aparthotel, de acordo com 45% dos entrevistados (face a 40,4%, em 2014), seguido da casa de familiares ou amigos (29%), casa alugada (21%), habitação própria (15%) e campismo (10%). Segundo os dados, 58% dos entrevistados gozou férias na sua residência habitual. O TGI é realizado em 60 países, entre os quais Portugal, e traça o perfil de mais de mil milhões de consumidores em todo o mundo. O estudo permite uma comparação de dados à escala mundial e em Portugal a recolha da informação é contínua, sendo os dados disponibilizados em dois momentos do ano, janeiro e julho.

Fonte: Welcome Media, 20.07.2016

Workshop Imagem e Boa Impressão – 19 Jul no ISCSP

Agora que nos aproximamos de uma pausa, que tal pensarmos na valorização da nossa imagem para aumentarmos a nossa autoconfiança e as hipóteses de sucesso numa entrevista de emprego, numa reunião, etc.?

Sabem que só temos uma janela de 30 segundos para fazermos uma boa primeira impressão?

E sabem que a primeira impressão é o que fica na opinião e na mente de quem nos conhece?

E que há cores que potenciam a nossa comunicação e outras que trabalham contra nós ou que 55% da nossa comunicação se faz pela imagem e só 7% se faz por palavras?

O workshop de que vos falo (e onde podem aprender a potenciar a vossa imagem e a vossa pegada digital) irá realizar-se no dia 19 de Julho das 17.00 às 20.00.

Será passado a todos os participantes um certificado de presença com o selo do ISCSP.

O valor é 50 euros.

Podem inscrever-se até dia 11 de Julho (e podem passar palavra até a amigos fora do ISCSP, porque o workshop é aberto a quem quiser).

O email de contacto é saidasprofissionais@iscsp.ulisboa.pt.

Aproveitem. Vão gostar!

5 tendências globais que estão a controlar o consumo

Marketeer, 19.05.2016

5 tendências globais que estão a controlar o consumo

A Smollan, empresa dedicada a soluções para Retalho a nível internacional, reuniu as cinco tendências que acredita que vão controlar o consumo global deste ano. Desde a importância da conectividade aos programas de fidelização, passando pela exigência do on-demand não só na televisão mas também noutras experiências de compra.

1 – Consumidores constantemente ligados

Os consumidores de hoje querem estar ligados à Internet sem interrupções e esperam que do outro lado esteja alguém para os ouvir. Isto significa que também as marcas e negócios têm de estar ligados e disponíveis para responder a questões, dúvidas, sugestões ou reclamações e, além disto, disponíveis para providenciar uma solução de comércio online. A Smollan cita um estudo da Accenture para explicar esta tendência: “Cerca de 75% dos consumidores em mercados desenvolvidos admitem preferir utilizar o seu equipamento móvel do que pedir ajuda a um comerciante.”

2 – A loja do futuro

Tablets no interior de lojas físicas será um dado praticamente adquirido. O objectivo da implementação destes equipamentos é melhorar a experiência do consumidor e acelerar o processo de compra. Mas mais do que tablets, o caminho passa pela Internet das Coisa, útil para criar actividades interactivas e para desenvolver uma sensação de comunidade.

3 – Criar experiências de compra “engaging”

Para ganhar a lealdade dos consumidores é importante construir experiências de compra que sejam relevantes, personalizadas e, acima de tudo, “engaging”, ou seja, que envolvam o consumidor. Para conseguir isto, explica a Smollan, os retalhistas podem utilizar alguns dados dos consumidores para entendê-los melhor, antecipar as suas necessidades e até criar promoções e produtos especiais.

4 – A evolução dos programas de fidelização

Os programas de fidelização tradicionais não vão sobreviver ao ambiente de retalho de hoje. Receber pontos por compras já não é suficiente, uma vez que os consumidores estão dispostos a trocar informações por promoções. Isto também é bom para as marcas porque, deste modo, podem obter dados mais correctos sobre os seus clientes.

5 – A economia on-demand

Gratificação imediata é uma das exigências das novas gerações. Os consumidores sabem o que querem e querem-no já, pelo que soluções como o botão Dash da Amazon ou a possibilidade de pedir pizzas da Domino’s através de emojis são bons exemplos.

Produtos nacionais. A primeira escolha dos portugueses?

4 de Maio de 2016 por Rita Gonçalves

fruta

Para assinalar o dia da produção nacional (26 de abril), a consultora Nielsen deu a conhecer os principais resultados de um estudo que desenvolveu sobre as preferências dos portugueses quando vão às compras.

“Em algumas categorias os portugueses têm preferência pelos produtos nacionais. Fruta, vegetais e carne (74%, 74% e 72%, respetivamente) são as categorias onde há uma maior tendência por optar por produtos locais e estas são também as principais escolhas dos europeus.

O leite (63%) é por sua vez um produto muito procurado no que se refere à preferência por produtos nacionais.

Que razões levam os portugueses a optar por produtos nacionais?

A grande maioria toma esta opção de forma a ajudar a impulsionar o comércio local e consequentemente a economia nacional (70%, sendo a média europeia de 60%). Para 41% dos inquiridos, as marcas globais são mais caras face aos produtos nacionais. E para 56% o fator mais importante é ter um preço mais baixo, independentemente da origem. 58% considera ainda que as marcas globais são mais inovadoras comparativamente com os produtos nacionais.

Um total de 24% considera que a origem do produto é mais importante do que o packaging, no entanto a maioria considera que o preço, as promoções ou a oferta de produtos (46%, 43% e 54%, respetivamente) são tão importantes como a origem do produto.

Quais os fatores mais importantes no momento da decisão de compra?

Os fatores que mais contribuem para a compra de marcas globais são a relação preço-qualidade (62%), sendo também fundamentais as promoções (45%) e a experiência anterior com o produto (42%). Já no que se refere, aos produtos nacionais os fatores mais importantes são igualmente a relação preço-qualidade (50%), a experiência anterior com o produto (35%) e as promoções (32%). O que demonstra como é fundamental promover a experimentação dos produtos junto dos consumidores.

Ecommerce: quais as categorias mais procuradas?

As compras online demonstram que em relação às marcas globais os telemóveis são a categoria mais procurada (58%), seguindo-se os computadores (55%) e o vestuário/sapatos (40%). Já no que se refere aos produtos nacionais as categorias mais procuradas são a alimentação e bebidas (36%) assim como o vestuário/sapatos (34%).

Os consumidores optam por ecommerce essencialmente por uma questão de preço (65%), sendo a conveniência um fator igualmente importante (54%). O facto de os produtos não estarem disponíveis no comércio tradicional (42%) também é um fator a ter em atenção.

39% de portugueses utiliza caixas ‘self service’ nas lojas

4 de Maio de 2016 por Ana Catarina Monteiro

cetelemAs caixas Self-Service, o Paypal e o MB Net são as novas formas de pagamento mais utilizadas pelos consumidores portugueses, diz o estudo do Cetelem sobre Literacia Financeira. A utilização do paypal duplicou em Portugal desde o ano passado.

“Todas as novas formas de pagamento analisadas cresceram em Portugal face a 2015”, de acordo com o estudo do Cetelem sobre Literacia Financeira, realizado entre os dias 16 e 19 de fevereiro de 2016. 39% dos portugueses afirma utilizar as Caixas Self-Service disponíveis nos espaços comerciais, seguindo-se o Paypal e o MB Net, utilizados por 22% e 15% dos inquiridos, respetivamente.

No entanto, é o serviço Paypal que mais se destaca, tendo duplicado a percentagem de utilizadores face a 2015. No ano passado, apenas 10% dos portugueses declaravam usar este método de pagamento, percentagem que chega agora aos 22%. Além disso, são também cada vez mais os consumidores a recorrerem ao telemóvel (13%) e ao serviço MB Way (11%) na hora de pagarem as compras.

Por outro lado, os cartões Contactless, que permitem pagamentos inferiores a 20 euros sem introduzir o PIN, têm ainda uma reduzida penetração entre os consumidores portugueses. Apenas 9% dos inquiridos afirmam sentirem-se confortáveis a utilização deste método.

O estudo Cetelem sobre a Literacia Financeira foi realizado em colaboração com a Nielsen, através de 500 entrevistas telefónicas a portugueses de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, residentes em Portugal

Também estaciona em cima do passeio (apenas 5 minutinhos)?

Marketeer, 26/04/2016

Sabia que seis em cada dez condutores admitem que estacionam indevidamente? E sabia que dessa forma dificultam a vida de quem tem mobilidade reduzida? Partindo destas premissas a Associação Salvador desafiou a Havas WW Portugal a criar um filme que sensibilizasse para esta questão. O resultado – com direcção criativa de José Vieira, direcção criativa executiva de Paulo Pinto, produção da Krypton e realização de Francisco Neffe – está a ser divulgado nas redes sociais e procura mudar as mentalidades, de quem acha que cinco minutos não afecta a vida de ninguém.

José Vieira conta à Marketeer que «a campanha procura mudar mentalidades e facilitar a vida daqueles que, por força da sua mobilidade reduzida, já têm bastantes obstáculos». Com esta ideia a agência procurou alertar para o facto de que os condutores não devem ser mais um obstáculo no seu caminho.

Os resultados, conta José Vieira, «foram surpreendentes, mais de 1.2 milhões de views em apenas três dias, com um número elevado de shares nas redes sociais e conseguimos colocar este tema na ordem do dia, com cobertura de toda a comunicação social». O director criativo garante que ninguém ficou indiferente e que pretendem que isso possa fazer a diferença na vida daqueles que têm mobilidade reduzida. «Estamos muito felizes por termos dado um contributo para esta causa.»

Mas nada como ver o filme e tirar as suas conclusões.

Texto de Maria João Lima