Utilização da internet no telemóvel supera a do PC

Meios&Publicidade, por  a 12 de Setembro de 2018

A utilização de internet em Portugal mantém a tendência ascendente e alcançou este ano o seu ponto mais alto com 70,9%. Pela primeira vez, a utilização da internet via telemóvel (57,9%) superou a utilização em PC (55,2%). Os dados constam da última edição do Bareme Internet da Marktest, que dá ainda conta que 19.1% dos portugueses acedem à internet através do tablet. Destaque ainda para a subida do acesso à internet através da televisão (Smart TV), com 9,3%, e da consola de jogos (5,8%). “Estes valores evidenciam um maior crescimento em termos absolutos no telemóvel, seguido da TV e da consola, em detrimento do PC e tablet, tendência que se vem configurando nos anos anteriores”, refere o estudo da Marktest.
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Hey there! O que vale o WhatsApp para as marcas?

Briefing, quinta, 23 agosto 2018 12:51

Foi pensado como uma forma simples, de confiança e segura de comunicar com familiares e amigos. Mas os mais de mil milhões de utilizadores diários tornaram-no apetecível para as marcas. Pela facilidade de comunicação que permite, o WhatsApp começa, assim, a ser uma ferramenta na estratégia de aproximação ao consumidor. Ainda que os resultados sejam pouco convertíveis e com o risco associado a uma maior exposição da marca, como alerta o diretor de Business Strategy da Isobar, David Reis.

Hey there! O que vale o WhatsApp para as marcas?

Apesar de a facilidade de comunicação estar a atrair marcas, o WhatsApp é ainda um território inexplorado. E a explicação – segundo David Reis – reside no facto de ser um espaço restrito de comunicação onde as marcas “têm que ser convidadas a entrar”. Mas isso é também o que torna esta menssaging app “especial e diferente”  de qualquer outro tipo de canal de comunicação, com “níveis de interação muito superiores à maioria das plataformas existentes”. Estas políticas de privacidade fazem com que seja o utilizador a ter que contactar a marca, caso contrário, esta pode “ser percecionada como spam, o que coloca em risco a sua imagem e posicionamento”. Mas o grande potencial está precisamente no facto de, sendo one-to-one, permitir uma maior proximidade com o utilizador.

O WhatsApp tem sido utilizado pelas marcas de formas distintas, por um lado, através do apoio ao cliente, por outro, em campanhas. Segundo David Reis, o primeiro caso é o mais utilizado; no que toca às campanhas, embora existam algumas acções testadas, todas elas apresentaram timings bastante curtos, uma vez que a automatização de bots para o WhatsApp não é encorajada da mesma forma que é para o Messenger do Facebook.

Realça ainda que, se a marca pretende abrir um canal de comunicação como este, deve estar preparada para lhe dar o devido foco e nível de envolvimento. Assim sendo, terá de estar consciente de que esta ferramenta implica uma personalização das mensagens e a resposta em real-time, logo um grande nível de explosição. Mas, “quando corretamente planeada e implementada” em planos de comunicação, a utilização do WhatsApp pode criar níveis de ligação emocional com a marca que “dificilmente outro canal conseguirá obter”.

Ainda assim subsiste a dificuldade da medição do retono: uma vez que a utilização pelas marcas é recente, as métricas para avaliação da sua eficácia ainda são pouco consensuais e muitas delas estão por definir, o que pode dificultar a análise das marcas sobre a sua importância. “Se o objetivo da campanha se focar no awareness ou no engagement estabelecido com os utilizadores, o número de contactos obtidos, o número de interações (mensagens enviadas) e o buzz criado pela campanha nas diversas redes sociais são métricas passíveis de ser avaliadas e que deverão ser tidas em consideração. Caso seja uma campanha que requer uma ação específica por parte dos utilizadores, deverá ser avaliada como se avalia uma campanha com objetivo de conversão (custo total investido / nº de conversões originadas)”, contextualiza.

Este artigo pode ser lido na íntegra na edição impressa da Briefing.

briefing@briefing.pt

Que experiências de inteligência artificial querem os consumidores

Por  a 22 de Agosto de 2018 as 11:56

Os consumidores dão preferência a empresas que ofereçam experiências de inteligência artificial com uma componente humana. Mas querem ser avisados quando as empresas estão a interagir consigo através de sistemas com esta tecnologia.

A humanização dos sistemas de inteligência artificial é um desígnio dos consumidores. As empresas habilitadas a oferecer interações que conjuguem de forma harmoniosa inteligência artificial e características humanas reúnem as preferências de metade dos consumidores, revela o estudo “The Secret to Winning Customers Hearts With Artificial Intelligence: Add Human Intelligence”. Levado a cabo junto de dez mil consumidores em dez países pelo Digital Institute da Capgemini, o estudo conclui que os consumidores querem desfrutar de experiências de inteligência artificial mais próximas das humanas, ainda que prefiram relacionar-se com as empresas através de uma combinação equilibrada entre interações humanas e inteligência artificial. As empresas que consigam oferecer experiências harmoniosas com inteligência artificial e humana posicionam-se na linha da frente para conquistar os consumidores que revelam estar dispostos a aumentar as suas compras.

Segundo o estudo, 38% dos consumidores fizeram mais compras a seguir a terem tido uma experiência positiva de inteligência artificial e um quarto dos consumidores aumentou em 10% o seu volume de compras. “A humanização da inteligência artificial pode revelar-se um fator de fidelização dos clientes e pode levar quase metade dos consumidores a aumentarem as suas compras junto das empresas que ofereçam este tipo de experiência”. Os consumidores pedem, no entanto, uma contrapartida. Querem ser informados quando as empresas estão a interagir consigo através de sistemas de inteligência artificial.

Tecnologia convence diferentes gerações
Desengane-se quem pensa que este desígnio dos consumidores é mais forte junto das gerações mais novas. “As preferências são transversais a todos os inquiridos, independentemente da faixa etária. Desde os 18 anos até aos indivíduos com mais de 65, os consumidores revelam preferir um equilíbrio entre as interações humanas e de inteligência artificial nas experiências de consumo”, segundo a mesma fonte.

De acordo com o inquérito, três quartos dos consumidores afirmam já ter tido experiências de inteligência artificial e a grande maioria está satisfeita com essas experiências. Assim, a maioria dos consumidores considera-se familiarizada com a inteligência artificial, aprecia a disponibilidade constante da tecnologia, assim como a possibilidade de controlar melhor as suas interações. Delegar tarefas a um assistente virtual pessoal é uma das formas da tecnologia que os consumidores mais valorizam. Os inquiridos consideram também que a inteligência artificial pode melhorar a sua qualidade de vida.

Apesar de estarem à vontade com sistemas de inteligência artificial dotados de inteligência quase humana, os consumidores consideram perturbadora a ideia de os sistemas virem a ter uma aparência física. “Os consumidores sentem-se à vontade com as interações de inteligência artificial desde que sejam experiências auditivas ou escritas. Mais de metade dos consumidores referiu não estar à vontade com sistema de inteligência artificial com aparência humana”.

O que dizem as empresas?
Para realizar o estudo, a Capgemini também entrevistou 500 responsáveis de empresas líderes em dez mercados internacionais, com receitas superiores a mil milhões de dólares no ano fiscal de 2017. E concluiu: As empresas que colocarem a inteligência artificial e a experiência do consumidor no centro da sua estratégia terão melhores resultados. Isto porque, quando planeiam implementar tecnologias de inteligência artificial, as empresas sobrevalorizam métricas tradicionais, como o custo de implementação e o retorno do investimento, em detrimento das preferências ditadas pelos clientes. “As empresas dão maior importância aos custos e ao ROI no contexto de implementação de tecnologias de inteligência artificial. Apenas 10% das empresas inquiridas disse que a experiência dos clientes é um dos fatores importantes no processo de implementação dos sistemas baseados em inteligência artificial”, revela a pesquisa.

*Artigo originalmente publicado na edição de agosto do Jornal Hipersuper

Metade da população mundial ligada à Internet mas acesso global só em 2042

Fonte: Dinheiro Vivo, 2018-03-12

Metade da população deverá estar ligada à Internet este ano, mas o acesso global só vai estar completo em 2042. Metade da população deverá estar ligada à Internet este ano, mas o acesso global só vai estar completo em 2042, avisa hoje o inventor da web, Tim Berners-Lee, a propósito das desigualdades existentes.

O cientista britânico, considerado o inventor da World Wide Web, considera que “a divisão entre as pessoas que têm acesso à internet e aquelas não têm aprofunda as desigualdades existentes, desigualdades que representam uma séria ameaça global. Num texto publicado para coincidir com o 29.º aniversário da Internet, refere que a falta de acesso afeta sobretudo o género feminino, habitantes de zonas rurais e de países menos desenvolvidos. “Estar ‘offline’ hoje é estar excluído das oportunidades de aprender e ganhar, de ter acesso a serviços importantes e de participar no debate democrático. Se não investimos seriamente na redução deste fosso, os últimos mil milhões [de pessoas] não estarão ligados antes de 2042. É uma geração inteira deixada para trás”, afirma.

A Fundação Web, uma organização que promove o desenvolvimento e acesso da Internet no mundo, foi criada por Berners-Lee e trabalha com a ONU, que em 2016 declarou o acesso à Internet um direito humano, ao nível da água potável, eletricidade, habitação e alimentação. Está associada à Aliança para uma Internet Acessível [Alliance for Affordable Internet], que declarou que todas as pessoas deveriam ter pelo menos um gigabyte de dados móveis, cujo custo ainda é primitivo para muitas pessoas no mundo. “O problema é que nem todos os atores nesta área estão a fazê-lo com a rapidez necessária e a tratar dos temas necessários para que o acesso não só aumente, mas seja também equitativo”, afirmou à agência Lusa a diretora executiva da Aliança, Sónia Jorge.

A igualdade digital, vincou a portuguesa radicada nos EUA, está ligada à inclusão de diferentes estratos sociais e género para que beneficiem das oportunidades da sociedade digital. “Não é só dar acesso, mas dar um acesso que depois facilite oportunidades e benefícios de forma igual para todas as populações e regiões. Hoje em dia existe uma grande diferença de acesso em várias regiões do mundo”, lamentou a especialista em regulamentação e cooperação internacional relacionada com tecnologias de informação e comunicação. O objetivo é que, em vez de completar o acesso universal à Internet em 2042, este possa ser feito antes e sem grandes diferenças. “Os desafios que temos de abordar não só são desafios do nosso setor, mas são desafios a nível de desenvolvimento global”, argumentou. Berners-Lee defende políticas e modelos de negócios que promovam o acesso da Internet aos mais pobres através de soluções de acesso público, como redes comunitárias e iniciativas públicas de Internet sem fios [wi-fi], de ações de formação dedicadas a mulheres, contrariando o domínio de certas plataformas.

Além do controlo que exercem sobre a circulação de informação e ideias, usam a sua posição para travar a concorrência, mas o britânico reconhece que algumas empresas, nomeadamente redes sociais como Twitter e Facebook, estão a tentar reagir, embora em conflito com a própria política de produzir lucro. “Um quadro legal ou regulamentar que responda por objetivos sociais poderia ajudar a aliviar essas tensões”, sugere o criador da Fundação Web, uma organização que promove o desenvolvimento e disponibilidade da Internet no mundo.

Por outro lado, questiona o modelo de negócio predominante da economia digital, que depende da publicidade para criar receitas, apelando à criatividade. “Quero que a Web espelhe as nossas esperanças e concretize os nossos sonhos, em vez de ampliar os nossos medos e de aprofundar as nossas divisões”, escreve Tim Berners-Lee.

Programa e aulas de Pesquisa e Avaliação em Comunicação Estratégica

Programa Pesquisa e Avaliação em Comunicação Estratégica

Cronograma aulas e trabalhos

Programa e aulas de Marketing

Programa de Marketing 2017 2018

Cronograma aulas e trabalhos

 

20 Surprising Things You Can Do With Google Search

Googling has become second nature to most of us, with many people consulting the search engine dozens of times per day.

The company’s flagship product is powered by a plethora of algorithms designed to dole out the most relevant results for anything we type in the search box. But sometimes, it takes special syntax and a little digging to find exactly what you’re looking for. To wrangle Google search, you must first understand how precise you can get with the tool, then learn what to type in or what settings to adjust to achieve that level of precision.

Google search is a major resource for discovery, with a Trends page that shows you what related searches others have entered and how interest has waxed and waned over time. Search also has plenty of bells and whistles to help you complete certain tasks, such as currency conversations and package tracking, to save you a few clicks to a third-party’s website.

Click through the slideshow to become more fluent in Google’s language and learn what the search engine can do for you.

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