Tag Archives: 2016

As 12 campanhas do ano em Portugal (com vídeos)

Meios&Publicidade, por a 30 de Dezembro de 2016

1483099737265294Há muito futebol e alguma emoção. Fique a conhecer os 12 projectos de comunicação que mais deram que falar ao longo do ano em Portugal.

Publico_TheCharlieHebdoBox20160110140156Os lápis do Público
O projecto foi notícia em vários pontos do mundo e assustou alguns dos destinatários que pensaram que era um engenho explosivo. Tratou-se de uma caixa entregue a 15 dos mais importantes jornais do mundo, com 50 lápis vermelhos atados à semelhança de uma bomba de dinamite. Em cada um destes lápis estava escrita a frase “In the battle for free speech, every drawing counts. Keep drawing”. Foi desta forma que a Fuel e o Público assinalaram um ano sobre os ataques terroristas no jornal satírico francês Charlie Hebdo.

Os minutos de diferença de Salvador
A campanha 5 Minutos Fazem a Diferença, criada pela Havas Worldwide para a Associação Salvador, recorre a câmaras escondidas para captar a reacção dos condutores que estacionaram o carro em cima de um passeio. Quando regressam aos seus carros, os condutores deparam-se com um papel no vidro com a frase “Bati no seu carro” e um número de telefone para o qual ligar. Depois de telefonarem, surge Salvador Mendes de Almeida, o responsável pela associação Salvador. Logo nos primeiros quatro dias o vídeo foi visto por 1,5 milhões de portugueses. Além da repercussão em Portugal foi notícia no principal noticiário da televisão pública espanhola, a TVE1, e ocupou a última página do El País. Produção da Krypton e realização de Francisco Neffe.

Gonçalo Teixeira em tronco nu 
Nunca tinha sido feita nenhuma campanha do género para um segmento que costuma ser tradicional a comunicar: um homem em tronco nu a promover um detergente. Os vídeos da marca Surf com o modelo Gonçalo Teixeira somaram mais de três milhões de visualizações. Só nos primeiros 10 dias foi alcançado um milhão de visualizações e 36 por cento do total do alcance da campanha foi orgânico. Em Maio, três vídeos, dos quatro episódios da campanha da Surf, entraram no top 5 dos vídeos mais populares no YouTube em Portugal. Este projecto, desenvolvido pela Rally, agência do grupo Mediabrands, representou um ponto de viragem no plano de media da Surf. A campanha foi desenhada apenas para o digital, com resultados positivos na fase de testes, a marca optou por por centrá-la no YouTube e complementá-la com os meios televisão, imprensa e mupis.

Harry Kane do Licor Beirão
O Licor Beirão e O Escritório podiam figurar nesta lista pela campanha de Natal, em que se pode trocar um presente indesejado por uma garrafa da marca. No entanto, optamos pelo filme We’re Sorry Harry Kane, colocado online no início de Junho, e que conseguiu ser o oitavo anúncio ligado ao campeonato europeu mais partilhado nas redes sociais no mundo. Foram quase 15 mil partilhas.
Harry Kane, avançado da selecção inglesa, foi alvo de uma entrada perigosa que valeu o cartão vermelho a Bruno Alves num jogo de preparação para o Euro 2016 com Portugal. O momento coincidiu com a presença da marca Licor Beirão nos placards publicitários laterais. A marca aproveitou para implementar uma acção de marketing onde pedia desculpas pela jogada e, através de uma carta, convidava o jogador inglês a conhecer outra forma de saborear Portugal.

Os 11 milhões da selecção
A música cantada por Pedro Abrunhosa não galvanizou e o deputado socialista Paulo Pisco indignou-se com a “quase uma desconsideração” para com os cerca de cinco milhões de emigrantes portugueses, alegadamente esquecidos pela FPF. No entanto, com Tomás Froes ao leme do marketing da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), esta foi a primeira vez que a entidade máxima do futebol nacional lançou uma campanha de apoio à selecção, tendo como ponto de partida o cachecol, que podia ser personalizado. Depois da vitória da selecção no Euro 2016 era impossível não incluir a FPF nesta lista. A campanha, com criatividade da Partners e produção da Garage, foi premiada nos UEFA Kiss Marketing Awards na categoria de melhor activação de marca.

cmtvMicrofone da CMTV
“Portugal está de volta e nós também.” O título, acompanhado pela imagem de um bumerangue transformado num microfone, constava do anúncio de imprensa que a Ogilvy criou para a CMTV depois do episódio do microfone do canal de televisão. “Libertar o stress é muitas vezes inspirador e revigorante. O episódio do microfone ajudou Ronaldo a voltar a marcar pela selecção. Sabemos o quanto é difícil ser líder e como, mais importante do que cair, é voltar mais forte e competente. Parabéns Portugal, vamos a eles agora que estamos mais frescos”, podia ler-se no anúncio, publicado no Correio da Manhã. O episódio do microfone deu a volta ao mundo e o diário colocou online uma nota de esclarecimento, em quatro línguas.

Um pixel para o Sequeira
Há um ano poucos saberiam quem era Domingos Sequeira. Agora é popularmente designado como “o Sequeira”. A Fuel desafiou os portugueses a serem “patrocinadores de pixels” da obra Adoração dos Magos, de Domingos Sequeira, numa campanha de crowdfunding lançada pelo Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), com o apoio do Público, da RTP, da Fundação Millennium BCP e da Direcção-Geral do Património Cultural. A meta era ambiciosa: angariar 600 mil euros, o valor mais alto de sempre de uma campanha crowdfunding em Portugal. O valor foi ultrapassado e o MNAA nunca mais saiu da atenção dos holofotes mediáticos. O case ganhou o prémio principal nos Prémios à Eficácia.

Uma ideia simples para as camisolas
Num jogo oficial da Liga NOS, os jogadores do Sporting entraram em campo com os nomes nas camisolas mal escritos. Foi este o ponto de partida da acção “É Quase a Mesma Coisa, Mas Não É”, desenvolvida pela Carmen para o clube de Alvalade com o objectivo de sensibilizar os adeptos para o problema da contrafacção de equipamento oficial do clube e apelar à compra de merchandising oficial.

euro 2020A preparação para o Euro 2020
A edição de 2020 do campeonato europeu de futebol vai decorrer em 13 países do continente europeu e não apenas em um ou dois como aconteceu até aqui. O projecto de branding, dirigido por Hélder Pombinho, está a cargo da Y&R Portugal. Caberá às cidades de Amesterdão, Dublin, Bilbau, Budapeste, Bruxelas, Glasgow, Copenhaga, Munique, Roma, Baku, S. Petersburgo, Bucareste e Londres acolher o Euro 2020, sendo que será a capital britânica a receber as semifinais e a final. O estádio do Wembley terá, por isso, um papel central enquanto palco da competição. A apresentação oficial da competição ocorreu apenas este ano, apesar de a agência estar a trabalhar no projecto há mais de dois anos. A identidade visual do Euro 2020 tem como base uma ponte, “símbolo universal de ligação”. Recorde-se que a criação da marca de anteriores Europeus de Futebol tinha sido assegurada por outras agências portuguesas. Foi o caso das edições de 2012 e de 2016, que tiveram apoio de Hélder Pombinho, então director criativo da Brandia Central. Já o Euro 2004, que decorreu em Portugal, contou com branding da então Euro RSCG Design, onde o mesmo profissional ocupava o cargo de director criativo.

Os homens da Dove
“A beleza real toca o coração.” É este o conceito do vídeo da Dove, criado em Portugal em que pela primeira vez são homens os protagonistas. No vídeo, que adopta o registo de documentário, são monitorizados os batimentos cardíacos de alguns homens perante exemplos de beleza feminina. É aí que se constata que existem diferenças entre os batimentos do coração perante a imagens de mulheres manequins, mas que não conhecem, e as fotos das mulheres que fazem parte das suas vidas, como a filha, a irmã, a avó ou a esposa. O filme, criado pelo estúdio criativo Black Ship, ultrapassou as 1,5 milhões de visualizações.

Natal da Vodafone
Os emotivos anúncios de Natal da Vodafone parecem estar a criar escola. Depois de no ano passado ter sido protagonizado por uma criança filha de pais separados, em 2016, a campanha conta a história de uma filha que vai buscar o pai octogenário a um lar para dar início às celebrações de Natal. Com o claim “No Natal é o amor que nos une”, o filme mostra como os mais velhos usam os smartphones, a internet e as redes sociais para comunicar. A criatividade é da JWT. O filme, realizado por Augusto Fraga, teve produção da Krypton.

maatMarca MAAT
Praticamente de um dia para o outro, todo o país ficou a conhecer a marca MAAT, tornando-se, logo a seguir à abertura, num dos museus mais conhecidos do país. Na ianauguração estavamcerca de 100 jornalistas, dos quais um quarto eram estrangeiros. No dia da abertura do MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia ao público, 5 de Outubro, 22 mil pessoas visitaram as exposições patentes no novo edifício e na Central Tejo. A par das exposições, o complexo da Fundação EDP contabilizou a presença de 60 mil pessoas, o que levou as autoridades de segurança a alertarem para os problemas de acesso ao museu. Nos três primeiros dias, foram publicadas 1040 notícias. A imagem do MAAT foi criada pelo designer Pedro Falcão. A campanha de divulgação do museu teve criatividade a cargo da Solid Dogma. Estiveram ainda envolvidas as agências Bold, FXT, Global Press e R2.

Anúncios

Six trends defining the future of BETTERMENT in 2016 and beyond.

Trendwatching

1. AMBIENT WELLNESS
Health boosting features – embedded into the environment.

2. CALIBRATED HEALTH
Get ready for the age of individualization.

3. VIRTUAL ACTUALIZATION
Virtual realities, real (physical, cognitive, emotional) improvements.

4. IMPACT INDICATORS
Instant, useful real-time feedback on health and wellness impacts.

5. DISTRIBUTED DIAGNOSIS
New, innovative and seamless ways to access health services.

6. POST-DEMOGRAPHIC BETTERMENT
Throw out old thinking and embrace POST-DEMOGRAPHIC diversity!

As 10 tendências do consumo global em 2016

18 de Janeiro de 2016 por Ana Catarina Monteiro, HiperSuper

mdf_retalhoDesde consumidores “agnósticos” aos “excessivamente conectados”, passando pelos focados numa alimentação mais verde e no bem-estar mental, o estudo Top Global Consumer Trends for 2016, da Euromonitor International, dá conta das tendências, atitudes de consumo e decisões de compra que os vários tipos de consumidores vão assumir em 2016.

1- Consumidor agnóstico em relação a marcas

Num período de “pós-recessão”, os “hiper informados” consumidores zelam pela experiência de compra, têm à disposição múltiplas oportunidades para comparar preços e, por isso, são menos preocupados com marcas e produtos reconhecidos no mercado. Estes consumidores procuram valor e novidade, alternando a pesquisa entre lojas e produtos, o que se apresenta como um desafio para as marcas que procuram a fidelização dos clientes. São atraídos pelo valor da inovação, e não se importam de pagar um pouco mais se a relação custo-benefício lhes agradar, embora procurem pechinchas ao mesmo tempo que buscam qualidade, novos bens e serviços. Adoram encontrar qualidade em marcas não conhecidas ou não publicitadas.

2- Tempo de compra precioso

Em 2016, a poupança de tempo através da conveniência mantém-se como um fator essencial para o consumidor, que está disposto a terceirizar algumas das suas atividades diárias. Durante a época festiva no final de 2015, um terço das famílias do Reino Unido iria recorrer às refeições prontas para economizar tempo e poupar no stress. A poupança de tempo mostra-se ainda como uma chave para o crescimento quer do comércio de proximidade quer das vendas online.

3- Desafios do envelhecimento

O conceito de “velhice” está a mudar. Hoje, os consumidores de “terceira idade” são mais energétuicos, trabalham mais, gostam de manter a saúde física e prestam atenção ao bem-estar mental. Enquanto consumidores, mantêm-se também ativos, embora os consumidores seniores sejam um segmento abrangente que varia dentro e entre países.

4- Abraçar a mudança por um mundo melhor

Este ano, a luta por um mundo melhor tornou-se numa prioridade global. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, sublinhou esta tendência numa carta aberta ao seu filho recém-nascido, onde escreveu que iria doar a maioria da sua riqueza para apoio humanitário. Além dos milionários, os consumidores individuais também querem enriquecer vidas e preservar os recursos naturais do planeta. Os clientes jovens, em particular, são visto como uma nova geração que abraça as causas sociais. As expectativas dos consumidores em relação às questões ambientais estão a crescer, nos consumidores ‘millenials’ especialmente. Com recentes escândalos ligados ao ambiente em mente, estes consumidores querem que as marcas que compram sejam mais responsáveis.

5- Consumidores sem género, produtos neutros

Fabricantes e distribuidores estão a criar marcas de género neutro. Empresas como Amazon ou Disney estão a deixar para trás as classificações dos produtos dirigidos exclusivamente a homens/meninos ou a mulheres/meninas. A moda andrógena está também a crescer, com o contributo dos dispositivos ‘wearable’, como os relógios ou os óculos inteligentes, que surgem sem nenhum género associado.

6- Alimentação mais verde até em ‘fast food’

A maioria dos cidadãos em todo o mundo está a seguir uma alimentação mais saudável. Há mais preocupação na redução do desperdício de alimentos, dentro e fora de casa. Os consumidores privilegiam a comida natural, local e sazonal. Mesmo a ‘fast food’ está a tornar-se mais verde. O consumidor tem mais consciência do processo de produção e precisa de uma maior transparência demonstrada por parte das empresas, para se sentir melhor com as suas escolhas.

7- Bem-estar mental e busca da consciência

A fascinação pelo ‘eu interior’ é um reflexo de que os consumidores perseguem algo mais do que o seu bem-estar físico. A busca pela “plena consciência” nota-se nas listas dos livros mais vendidos, das aplicações mais escolhidas, assim como na seleção das férias. O consumidor segue uma atitude holística em direção à ótima saúde física e mental, persuadidos por campanhas de redução do stress e de uma maior claridade mental. Grandes empresas, como a Google ou a Apple, estão permanentemente a adoptar esta consciencialização.

8- Os nativos digitais demasiados conectados

Agora que perto de metade da população mundial tem acesso à internet – os utilizadores da internet chegam aos três biliões em 2016 segundo prevê a Euromonitor – mais consumidores estão a viver na outra realidade da era digital. Ao mesmo tempo que cresce o número de indivíduos aficionados por inteligência artificial incorporada nos dispositivos móveis, tablets e ‘werables’, aumenta a preocupação pelos riscos que a tecnologia traz para a saúde física e emocional sobretudo das crianças e dos adolescentes.

9- Comprar para controlar o medo

Vários acontecimentos mundiais inquietantes, relacionados com o terrorismo por exemplo, as preocupações de segurança pessoais e o stress financeiro estão a fazer emergir um sentimento de medo entre os consumidores, aumentando a demanda por um maior controlo. A insegurança influencia muitas decisões de compra e a adopção de atitudes por parte do consumidor, que podem passar pelo controlo parental, por casas inteligentes para um maior controlo da habitação ou seguros de férias.

10- Solteiros gastadores e luxuosos

Em 2016, os solteiros desfrutam de uma notável solvência económica, o que lhes proporciona um elevado nível de vida. Com menos compromissos e mais disponíveis, os solteiros ‘premium’ apostam em experiências pessoais, como viajar sozinho, e adoram o comércio de luxo. Além disso, não poupam na hora de comprar presentes para crianças, como os sobrinhos. Alguns destes consumidores são “yuccies”, criativos urbanos na casa dos 20 ou 30 anos vistos como uma mistura entre os “hipsters” e os “yuppies”.

TRENDWATCHING: 5 TRENDS FOR 2016 is here!

5 TRENDS FOR 2016 are different.


  • STATUS
    TESTS


  • CONTEXTUAL OMNIPRESENCE


  • INSIDER
    TRADING


  • BENEFICIAL INTELLIGENCE


  • PERSPECTIVE
    SHIFTS

First, they don’t cover the big economic, social and technological trends that are ahead. After all, The Economist is already a thing.

Instead, we’re all about consumer trends. Regular readers will know that trends emerge as innovators address consumers’ basic needs and wants in novel ways.

As trend watchers, that’s why we look for clusters of innovations which are defining (and redefining) customer expectations. These innovations – and the trends they represent – show what consumers will want next, and present you with actionable innovation opportunities in 2016.

But readers who are serious about understanding the direction of consumerism across multiple dimensions will have already spotted that these trends don’t sit in splendid isolation. They are a handful of near-future fragments of the Bigger Picture – more on how to handle that below. But each one is also a killer opportunity to take to your team right now.

Read, think, argue. Then get going, and make a start on new products, services and campaigns that consumers will love in 2016!

STATUS TESTS

Only the worthy will be served.

Consider the endless search for status, and you’re on the path that leads to the heart of consumer behavior. Because in affluent consumer societies, status is the No.1 motivator driving much of what people do (whether they acknowledge it or not 😉

So what’s next for status? In 2016, consumers will embrace a new twist on a traditional form of cachet: exclusivity. That means STATUS TESTS that force them to actively prove their worth to the brands they want to buy from. Yep, consumers proving themselves to brands. 

We all know that many have shifted their status fixation away from ownership and towards experiences (so far, so 1998…). But when ice-cream can be delivered on demand by a taxi company, it’s clear that the doors to the experience economy have been flung wide open. And there’s little status in anything that comes easily.

Meanwhile, experienced and savvy consumers have become more comfortable with the idea of brand-led demands that ultimately serve customers’ best interests. And STATUS TESTS do just that, by allowing consumers the chance to prove skills, creativity, good taste, [insert status marker of choice here]. And, what’s more, to join a gated community of others who’ve done the same.

Ready to devise your own STATUS TEST? See how these brands did it.

REAL WORLD EXAMPLES OF STATUS TESTS
  • Netflix

    One-touch ‘Netflix and chill’ button has to be made by user

    The more stringent the TEST, the greater the STATUS. And difficult tests are a great way to bring a likeminded community together, around your brand. In September 2015, Netflix unveiled The Switch, a button that automatically switches on the TV, launches Netflix,
 silences the phones, dims the lights and can even order takeout! The button was debuted at the NYC Maker Faire, and Netflix released a step-by-step online tutorial showing people how to make 
their own, and a list of all the kit needed. Netflix recommended those hoping to make the button have ‘a solid understanding of electronics and programming’. The brand also encouraged makers to share their own product hacks and ideas online.

  • Lee Jeans

    WeChat users who brave the cold and explore Chinese cities earn Warmth Index points

    Running a STATUS TEST can mean asking customers to undergo a trial to prove their commitment. In October 2015, Lee Jeans launched a campaign across 32 cities in China to promote a range of heat-retaining denim. Consumers were encouraged to get outside (even in the cold) and explore their cities while tracking their movements with the Warmth Tracker WeChat app. Warmth Index points were accumulated when users scanned QR codes at scattered locations. By collecting points, users could earn Magma Fusion denim products and access to exclusive events.

  • 1930

    Single Tinder user turns on old-school charm to access speakeasy bar

    Exclusive access goes hand-in-hand with high-status physical spaces. One smart STATUS TEST? Find new, digital takes on that exclusivity. Milan’s iconic speakeasy bar 1930 is typically only open to a select few who know who to ask. In May 2015, the bar turned to Tinder to recreate its strict door policy in the digital world. 1930 set up a Tinder profile of a girl from 1930, asking potential entrants to ‘court me like they used to in the old days’. The profile had 4,000 matches in the first week, with applicants asked 
to ‘act like gentlemen’ and pick up digital handkerchiefs. In what it described as the lowest conversion ever,
 the bar eventually let one winner enter its premises.

Next

Three things to consider when you roll out your STATUS TEST in 2016:

Be fearless. Yes, asking customers to prove themselves to you is counter-intuitive. But the more stringent the test, the greater the status hit.

Think beyond traditional credentials and markers of brand loyalty. Who do your customers aspire to be? How can you set a STATUS TEST that lets them prove something meaningful?

For rising numbers, crowdfunding has normalized a mode of consumerism where people are not mere consumers, but a community of evangelists. Once you’ve set a STATUS TEST, those who pass are a ready-made, high-status community of like-minded (or like-skilled) peers. Foster it!

CONTEXTUAL OMNIPRESENCE

Forget omnichannel.
Get ready for new channels and new contexts.

In 2016, you could be forgiven for thinking that a brand must be everywhere at once. After all, expectations around customer service now defy the laws of physics. Miss a customer’s moment of need, and you might not get another chance.

That’s why you’ve probably sat through multiple brainstorms around your (or your client’s) omnichannel strategy debating “how will we use [insert latest hot new ephemeral geo-fenced live-streaming video social platform]?”

In the coming 12 months, average brands will keep pursuing that strategy. But these discussions are like having an ‘Internet of Things strategy’. They focus on the how rather than the why. They focus on technology possibilities, rather than putting customers’ needs and wants first.

Meanwhile, smart brands will focus on answering a more meaningful equation: innovative channels + nuanced contexts = right place + right time.

REAL WORLD EXAMPLES OF CONTEXTUAL OMNIPRESENCE

  • Domino’s

    Taking pizza orders in novel, ultra-convenient ways

    When you consider an omnichannel strategy, you can learn a lot from Domino’s highly-regarded Pizza AnyWare initiative.

    The pizza chain has continuously expanded the variety of ways that impatient and hungry pizza-lovers can place their orders. Customers can voice order using the Siri-like app Dom, by tweeting or texting the pizza emoji, and while driving home in a compatible Ford. After ordering, they can track their pizza’s arrival time via the Domino’s smartwatch app.

  • Hotel Banks & Pimkie

    Guests can choose curated items from in-room “Mini Fashion Bar”

    2015 saw new channels appear everywhere. Washing machines and other domestic appliances became retail channels via Amazon’s Dash Buttons. One other innovative new approach to distribution:

    May 2015 saw Antwerp’s Hotel Banks unveil the Mini Fashion Bar: an initiative created in partnership with French fashion brand Pimkie. Rooms were stocked with a range of apparel and accessories, chosen according to the weather and activities in the local area. Guests could use clothes from the fashion bar and purchase items upon checkout. A dedicated fashion concierge could be contacted for additional sizes or different garments.

  • Telefónica Research

    Bored mobile users engaged with timely content notifications

    New contexts mean new opportunities. Just look at how knowing people’s locations has unlocked and transformed mobile commerce. Now, even newer and more sophisticated contexts are just around the corner. ‘Attention’ is just one example:

    In September 2015, Barcelona-based Telefónica Research published a report showing researchers are able to tell from a smartphone user’s mobile activity whether the user is bored with an 83% accuracy rate. Participants were then sent notifications recommending content on Buzzfeed. Those users that had been identified as being in a ‘bored’ state were more likely to read the suggested content (unsurprisingly!).

Next

So, the next time someone suggests addressing your omnichannel strategy, use this trend to have a more productive conversation with them (we’ll leave it to you to decide if you want to tell them where they’re going wrong first 😉

Start by asking why customers might embrace you using a channel. Next, challenge whether existing channels really satisfy the deep needs and wants of your customers. Could you create any new ones? Finally, imagine entirely new contexts you could leverage (perhaps even those that customers aren’t yet consciously aware of).

Bring all those together and deliver CONTEXTUAL OMNIPRESENCE:being in the right place at the right time.

INSIDER TRADING

Internal culture.
Your next marketing initiative?

The epic quest for a more sustainable and ethical consumerism continues unabated. Yet consumers were (again) left sorely wanting in 2015: from Volkswagen’s emissions to FIFA’s corruption to Nestlé’s slave labor in Thailand to Yum! Brands’ tainted meat in China. Amid all this, it’s hard for brands to know where to turn.

One suggestion for 2016: turn inwards, and start by ensuring your internal culture is something to flaunt, rather than hide.

Why now? Consumers have long been concerned about purchasing goods produced by vulnerable workers in developing countries. Now, rising inequality and growing job insecurity in affluent countries means their empathy is expanding to white-collar workers, too. Who knew people cared so much about Amazon’s highly-paid developers, marketers and middle managers featured in the NYT’s controversial exposé?

So, take inspiration from the examples below, and in doing so allow customers to celebrate supporting your brand, as you support those who work for you.

REAL WORLD EXAMPLES OF INSIDER TRADING
  • Intel

    CEO announces USD 300 million diversity fund

    During his keynote at the 2015 Consumer Electronics Show, Intel CEO Brian Krzanich announced plans to greatly increase the diversity of the Intel workforce. Citing the pervasive lack of diversity in the tech industry, Krzanich said he wanted Intel to lead by example and pledged USD 300 million ensure its workforce would reach full representation of women and minorities by 2020.

  • GrabTaxi

    Taxi app launches worker welfare fund for drivers in Thailand

    While Uber continues to trigger social concerns and face legal challenges with regards to its treatment of ‘workers’, GrabTaxi (a taxi booking app which operates across South East Asia) expanded its GrabLife driver welfare program to Thailand in May 2015, after launching a similar fund in Singapore. The initiative sees the company deposit 14% of the THB 7 (USD 0.21) journey fee it receives into the GrabLife fund. Drivers who meet the quality and loyalty criteria are then eligible for life insurance, income protection and crisis support. Further benefits include English language lessons and educational scholarships.

  • REI

    #OptOutside campaign closes stores and pays employees to take Black Friday off

    In October 2015, REI announced that all of its 143 stores would be closed on Black Friday (the day after Thanksgiving), to allow staff and shoppers to spend the day outside. The outdoor apparel retailer’s 1,200 employees were still paid for a day’s work, and both staff and shoppers were invited to share their shopping-free time using the hashtag #OptOutside on social media. A co-op with more that 5.5 million members, REI’s profits topped USD 2 billion in 2014, with Black Friday in the top 10 of the retailer’s highest-grossing sales days.

  • Flipkart

    Indian ecommerce giant offers employees adoption allowance

    July 2015 saw Flipkart unveil a policy giving staff members adopting children a one-off allowance of INR 50,000 (USD 787). Employees of the Indian online retailer (often referred to as the ‘Amazon of India’) can use the fee towards any expenses occurring during the adoption process, such as legal or agency costs. According to government guidelines, the cost of the entire adoption process is RS 46,000.

Next

Asking hard questions about your internal culture isn’t easy. For those needing a steer on which questions to ask, start by addressing common pain points in your industry:

REI used the retail industry’s focus on Black Friday to make a compelling point about its brand values. Intel is focusing on diversity, a big issue in the tech industry. GrabTaxi is differentiating itself by addressing drivers’ concerns about working in the gig economy.

But whichever questions you ask, consumers will expect the answers to be more than just lip service: note how all the companies in all the examples featured took concrete (and costly!) steps to support their initiatives. Which aspects of your internal culture would you splash on a billboard?

AI is about to destroy the world
make life amazing.

As long as the onslaught of technological change continues, we’ll keep shouting this mantra from the rooftops: stop viewing the world through the lens of technology, and start viewing technology through the lens of basic human needs and wants.

Put another way: all those tech trends you’re obsessed with are fine, but can you use them to deliver something people actually want?

In 2016, rising numbers of consumers will demand that brands use increasingly powerful and accessible artificial intelligence technologies to put truly smart products and services into their pockets, homes, inboxes, and more.

The underlying motivations that drive embrace of BENEFICIAL INTELLIGENCE are ancient. Save me time! Save me money! Make me a better person! Make everything easier!

But now that seemingly every big brand is trumpeting their AI efforts – Toyota announced a USD 1 billion investment in November 2015 – consumer expectation that AI should be deployed to make their lives better will rapidly increase, too. Meanwhile, even small developers are now able to leverage big AI resources. IBM’s Watson Developer Cloud lets developers access cognitive computing; it’s used by 77,000 developers globally.

Humans have limits. Their expectations do not. Maybe AI is the only hope you’ve got 😉

REAL WORLD EXAMPLES OF BENEFICIAL INTELLIGENCE
  • Paribus

    Email plugin protects shoppers by automatically filing price match claims

    Raising USD 2.1 million in seed funding in October 2015, Paribus is an email plugin that automatically requests price match guarantee claims from a range of retailers. Dynamic pricing can make it hard for online shoppers to know if they’re getting the best price – Amazon makes over 80 million price changes per day – but retailers often offer price match guarantees. Paribus scans email purchase receipts from brands including Amazon, Walmart and Best Buy, and will automatically email the retailer when it detects a that a claim could be made. Paribus takes a 25% commission on savings and is on track to protect USD 100 million of purchases per year.

  • Stockholmståg

    Rail algorithm anticipates train delays hours before they occur

    In September 2015, Swedish train operator Stockholmståg announced it had developed an algorithm that uses big data to anticipate train delays two hours in advance.

    The Commuter Prognosis, developed by Swedish mathematician Wilhelm Landerholm, gives warning of anticipated delays and so allows traffic control to intervene and prevent
 the ripple effects often caused by delays. Meanwhile, an app warns passengers of changes in departure times.

  • Google

    Machine learning service automagically crafts email responses

    Announced in November 2015, Smart Reply is a machine learning program from Google that automatically crafts individual email responses for Gmail users. Smart Reply scans email content and suggests three responses; users simply select their preferred option and press send. Over time, the program learns the user’s response habits, and tailors future suggestions to provide more natural communication. Smart Reply was initially available in Google’s Inbox app for Android and iOS users.

  • CogniToys

    Smart toy uses machine learning to ‘evolve’ with its child owner

    Raising more than four times its original Kickstarter funding target in March 2015, CogniToys are internet-connected smart toys that evolve with their child owners. Priced from USD 99, the toys use artificial intelligence driven by IBM Watson (a machine learning system made famous when it won US game show Jeopardy), to understand spoken questions and give age-appropriate answers, and can interact with stories and tell jokes. In an only mildly-dystopian fashion, over time the toy’s personality will evolve based on its interactions with its child overlord.

Next

You don’t have to be a tech giant to deliver some BENEFICIAL INTELLIGENCE (IBM’s Watson is being leveraged by CogniToys’ developers; Google, Facebook and Airbnb have recently all open sourced their machine learning libraries).

Indeed, here’s the real secret of applying this trend: you don’t even need true AI (though it is easier to leverage than ever). Rather, this trend is about serving the expectations that all of 2016’s AI hype will create. Serve those, and you’ll delight customers. That’s the real point of this, and every, consumer trend.

So if you’re low on funds, developers or time, simply ask: what are my customers trying to get done? How can I use some smart (!) digital tricks to hack a solution for them?

PERSPECTIVE SHIFTS

Same price. New perspective.

In 2016, the consumer arena is a hall of mirrors that renders a dizzying and fragmented view of value. But in a hall of mirrors, perceptions can be shifted.

One way? Playfully reposition your product or service in order to offer PERSPECTIVE SHIFTS that shock customers into a radically new appreciation of the value you’re offering.

Driving this trend are the new funding mechanisms and business models, digital innovations and new perceptions of value that have rendered pricing more fluid than ever. In 2015, they only accelerated – and became more visible. For just one glimpse of that, consider the music industry. Pay for music on Jay-Z’s Tidal platform? No way! Directly fund a musician on crowdfunding site Patreon? Sure – musician Amanda Palmer is now raising USD 36,000 a month direct from fans on the site.

The result? Consumers will be more open than ever to innovations that play with – and attempt to disrupt – their thinking around value. Just make it fun!

REAL WORLD EXAMPLES OF PERSPECTIVE SHIFTS
  • Greek Bailout Fund

    Londoner crowdfunds “to save Greek economy”

    June 2015 saw the launch of an attention-grabbing crowdfunding campaign to aid the Greek economy. A 29-year-old individual from the UK, Tom Feeney, started the Greek Bailout Fund on crowdfunding site Indiegogo, inviting people to contribute as little as EUR 3. While conceding that it was unlikely he’d hit his EUR 1.6 billion target, Feeney said the project aimed to give Europe’s 500 million citizens a new understanding of their combined financial power to help Greece. More than 100,000 backers pledged almost EUR 2 million; their money was refunded when the campaign ‘failed’.

  • Transavia

    Budget airline turns chip and candy packets into plane tickets

    In April 2015, French budget airline Transavia reframed the value of their low-cost flights via a campaign that compared their ticket prices to casual spending decisions made in a grocery store. The airline created branded packets of chips, candy and cereal bars that doubled as tickets for a Transavia flight. The products were sold at participating Carrefour City shops, in Selecta vending machines at two Paris metro stations, and at an Mk2 cinema in Paris, and cost between EUR 30 and EUR 40. Customers who bought the products could use a code printed on the packet to secure a flight to Barcelona, Lisbon or Dublin.

  • Stockpile

    Gift cards are shares in publicly traded companies

    US-based startup Stockpile produces gift cards that reframe thinking around buying or gifting shares. The startup produces gift cards available to purchase at between USD 1 and 1000, which can be redeemed for shares or a fraction of a share in NYSE-traded companies. The giftcards are available to buy in leading retail chains including Lowe’s and Kmart. In October 2015, Stockpile received a USD 15 million funding round.

  • Dutch AIDS Foundation

    Charity donations triggered by buying pills for ‘first world problems’

    In July 2015, the Dutch AIDS Foundation ran a campaign that encouraged consumers to re-examine their own good fortune, and consider the good that their money can do for those less fortunate. The charity opened a pop-up store in Amsterdam selling ‘medication’ for first world problems, including Snore Like A Fairy, Ability To See Unicorns, and Flowery Farts. The First World Problem Pills are 100% drug-free peppermints, and cost EUR 4.95. All proceeds from sales were donated to the AIDS Fond charity to provide HIV medication for those in need.

Next

Sure, this is a playful trend. But it’s made possible by epic shifts in expectation when it comes to value and pricing.

How can you reframe your product or service as something else altogether in order to offer a PERSPECTIVE SHIFT on the value you bring? One starter question: if you had to pick a product that’s the opposite of yours when it comes to value positioning, what would it be?

If chip packets (casual purchase, grab quickly, ephemeral) can be airline tickets (considered purchase, carefully researched, memorable)… anything goes!