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Quais as tendências do Web Design?

Marketeer, 24/01/2017

Quais as tendências do Web Design?

«O Web Design é cada vez mais cartesiano e rege-se aos poucos por métricas cruéis e decisivas na avaliação de trabalhos. Competir, estética, equilíbrio, legibilidade, fluidez, eficiência e resultados é hoje a grande missão dos designers. As tendências têm fontes de inspiração no mundo “real”, na moda, na arquitectura, nos GAFA’s (Google, Amazon, Facebook e Apple), mas especialmente nas necessidades imediatas dos utilizadores», assegura Christophe Matos, director da Kwanko, empresa dedicada ao Marketing de Performance que desenvolve a partir da sucursal portuguesa campanhas Web e Mobile para todo o mundo.

O profissional destaca a importância do Design de Performance para justificar a aposta das agências de meios e anunciantes como factor-chave do sucesso da empresa. «Desenhar interacções para um Design de Performance é actualmente o lema onde o racional acaba por prevalecer sobre o emocional e onde nem sempre os Web Designers mais puristas conseguem sobreviver.»

Jean-Philippe Passos, responsável do Studio Internacional da Kwanko, destaca para a Marketeer algumas das principais tendências do Web Design para 2017.

Maior foco na animação

As melhores animações são as mais discretas e naturais. São estas que, normalmente, geram mais engagement com o utilizador. A evolução do Cascading Style Sheets (CSS) tornou possível gerar animações sem impactar a performance dos websites. Esta evolução permitiu o uso mais “destemido” de animações oferecendo ao utilizador dinâmica, conforto e, até, alguma diversão na experiência de utilização. Estas animações encontram-se, por exemplo, em eventos de “Mouse Over” ou “Click” de um botão, mas também podem estar subjacentes ao conteúdo, como a animação de um gráfico ou de um texto. O uso de animações “discretas” em Parallax é outra das possibilidades. Os mais entendidos saberão que não se trata de uma novidade no mundo do Web Design. O que se destaca como tendência é o uso mais subtil deste efeito, permitindo ao utilizador digerir o conteúdo com mais dinâmica e facilidade, transmitindo, simultaneamente, um apontamento de modernidade ao website.

GIF

As animações em GIF voltam a estar na vanguarda. São usadas, essencialmente, em Email Marketing, permitindo animações simples sem ser necessário recorrer ao CSS, contornando as limitações de renderização dos clientes de email (tais como: Gmail, Hotmail, etc). Num primeiro instante, os GIF, ajudam a captar a atenção do utilizador que é essencial para uma boa performance no Email Marketing.

WebGL (Web Graphics Library)

WebGL permite a renderização de elementos 2D e 3D construídos em HTML5 sem ser necessário instalação de software adicional. Trata-se de uma tecnologia que nasceu em 2011 e que se tem vindo a desenvolver, oferecendo, hoje, uma vasta compatibilidade com os diferentes sistemas que não se verificava no passado.

Interfaces interactivas / ChatBot

As interfaces interactivas, nomeadamente os chatbots (assistentes interactivos que simulam a conversa de um ser humano) começaram a aparecer numa óptica comercial, com mais frequência em 2016. Em 2017, tendem a afirmar-se como mais um potencial canal de Marketing Digital. São uma solução que oferece proximidade e exclusividade ao utilizador, ingredientes essenciais para uma boa taxa de conversão.

Responsive WebDesign (RWD)

Dos computadores, aos tablets e smartphones, a noção de ubiquidade em conjunto com a diversidade de dispositivos no mercado, alterou a forma como consultamos e partilhamos informação. O RWD deu os seus primeiros passos há cerca de seis anos. Oferece um conjunto de ferramentas que permite criar layouts fluídos que se adaptam aos diferentes tamanhos de ecrã para potenciar uma melhor experiência ao utilizador. Com a evolução dos dispositivos móveis e dos planos de dados oferecidos pelas operadoras, são cada vez mais os utilizadores que usam estes dispositivos para aceder à internet. Esta realidade levou ao aperfeiçoamento/desenvolvimento desta técnica que é presentemente imprescindível no momento de construir um novo website.

Tipografia mais ousada

Com o aparecimento do Google Fonts e Typekit (websites que disponibilizam fontes optimizadas para web), o uso de fontes mais arrojadas tornou-se mais comum, assim como a conjugação de tamanhos grandes e negritos. A tipografia tende a ter maior protagonismo, transformando-se num elemento gráfico destacado que “salta à vista” do utilizador.

Background Vídeo

O uso de vídeo como background, provavelmente, já todos vimos. No entanto, as limitações de velocidade traziam problemas de performance e faziam com que os websites demorassem a carregar. O que parecia ser uma excelente ideia passou a ser uma “dor de cabeça” para os webmasters. Actualmente, além da internet ser mais rápida e mais estável, as máquinas também têm processadores melhores, permitindo a viabilidade deste formato.

Conteúdo personalizado

Personalizar o conteúdo para aumentar a performance. Seja qual for a métrica em análise, a performance é uma questão que as empresas e os anunciantes têm cada vez mais presente no momento de criar ou avaliar os seus websites. A personalização do conteúdo baseia-se em três principais pilares:

– Demografia: Quem é o utilizador? Onde se encontra?

– Comportamento: O que quer no presente? O que fez no passado?

– Contexto: Qual o dispositivo utilizado? Qual o browser utilizado? Como chegou ao website?

Quanto mais personalizado o conteúdo estiver, mais optimizado está o website; melhores resultados serão obtidos.

A/B Testing

Quando falamos da performance de um website a tendência remete-nos para a avaliação da velocidade de abertura. Mas tão ou mais importante que esta é a performance de acções, ou seja, se o utilizador completa determinada acção, por exemplo, preencher um formulário ou efectuar uma compra. A taxa de conversão é a métrica que permite às empresas quantificar e avaliar as acções do utilizador. Optimizar a perfomance de acções apenas se consegue efectuando testes, testes e mais testes… com os utilizadores. Para os conseguir efectuar são utilizadas ferramentas de A/B Testing que são hoje aliados dos Web Designers e Web Developers.

Tocar aumenta percepção dos anúncios

Marketeer online, 12/02/2015

Um estudo mostra que os leitores recordam melhor os anúncios digitais quando utilizam tablets.

A memória e o toque estão correlacionadas no que toca a recordar os anúncios digitais, segundo um estudo recente da agência de meios PHD citado pela MarketingNews. Uma das conclusões mostra que os leitores que acedem a sites através de tablets recordam melhor os anúncios face aos que utilizam o desktop. Foram analisados para este estudo dois grupos de pessoas, desafiados a lerem um jornal online. O grupo que que utilizou tablets recordou 59% dos anúncios, face a 46% no grupo que recorreu ao rato para navegar. O estudo, elaborado em colaboração com a Faculdade de Psicologia e Negócios da University College London, mostra igualmente que a percepção das métricas-chave da marca aumentou junto do grupo dos leitores com tablets.

“É preciso olhar para as métricas”

Meios&Publicidade, 5 de Novembro de 2014 às 17:56:04, por RUI OLIVEIRA MARQUES

Esteve na Diageo, na Unilever e na Coca-Cola até entrar, há quatro anos, para o Facebook onde agora é responsável pelo Facebook Creative Shop EMEA. Rob Newlan explica como é que esta unidade do Facebook pretende ajudar marcas e agências a obter melhores resultados.

Meios & Publicidade (M&P): Nos dias que correm parece que há especialistas em Facebook em todo o lado. Como é que os responsáveis pelas marcas devem fazer a triagem de quem realmente os podem ajudar?

Rob Newlan (RN): Há duas formas de olhar para essa questão. Uma é que há agências e marcas que estão fazer um trabalho óptimo no Facebook, que percebem o consumidor que está do lado de lá, que têm bons insights, que fazem um bom targeting e que são capazes de juntar tudo isso, acrescentando valor. Isto é, têm a capacidade de fazer desde um bom filme até estarem atentos às questões técnicas. São capazes de perceber todas as oportunidades proporcionadas pelas pessoas que querem ter uma experiência com marcas. É um modelo colaborativo para chegar a grande trabalho. Quem trabalha na plataforma está sempre a aprender, a testar, a perceber o que funciona e o que não funciona. Depois, há um nível individual, isto é, as pessoas que apenas falam sobre a plataforma.

M&P: Como é que uma marca sabe que está a desperdiçar dinheiro no Facebook?

RN: É preciso olhar para as métricas. Ter mais 100 ou 200 likes pode ser um bom indicador sobre como as pessoas estão a reagir mas, mais importante que isso, é se a marca está a aumentar a notoriedade, as suas vendas ou a afinidade.

M&P: O que é exactamente o Facebook Creative Shop? Como ajuda as marcas?

RN: Somos um grupo de directores criativos e estrategas em vários pontos do mundo. Trabalhamos de perto com marcas-chave e com as suas agências para perceber como podemos potenciar a criatividade nas plataformas do Facebook. As nossas questões são: como trazer pensamento criativo relevante para os feeds das pessoas? Que oportunidades nos traz a personalização do marketing? Quais os insights que podem levar a que surja um trabalho criativo fantástico diante das pessoas e que tenha impacto positivo nas vendas, na notoriedade ou nas métricas?

M&P: As agências criativas e as agências digitais são vossas concorrentes?

RN: Não. Colaboramos em conjunto. Trabalhamos com agências e com marcas para chegar a trabalho relevante. Estamos aqui como um grupo colaborativo, com uma equipa fantástica. As pessoas que conhecem melhor as marcas são aquelas que são grandes storytellers. São essas ferramentas que queremos trazer para a plataforma, daí trabalharmos de forma colaborativa.

M&P: Pode dar um exemplo de um trabalho que tenham desenvolvido?

RN: No Verão trabalhamos com a McDonald’s, a propósito do Mundial de Futebol. A marca tinha uma campanha fantástica, um óptimo spot de TV, uma boa história mas estava a tentar perceber como poderia dar vida a esta história, nomeadamente junto dos 700 milhões de pessoas que acedem ao Facebook via mobile em todo o mundo. O nosso ponto de partida foram as batatas fritas. Produzimos 30 vídeos durante a competição, em tempo real, onde as batatas fritas eram as protagonistas num estádio criado a partir das embalagens da McDonald’s. Trabalhámos de perto com a agência de meios para que nesses 30 dias de campeonato tivéssemos um bom targeting. Gerou 400 milhões de impressões, chegou a 125 milhões de pessoas em 158 países. Como criativo, tive a alegria de ver o nosso trabalho na rua, enquanto que para a agência de meios foi a satisfação de perceber que estava a chegar às pessoas certas.

M&P: Que conselhos daria a um pequeno negócio sobre o que funciona e o que não funciona no Facebook?

RN: Não há uma resposta única a essa questão. O desafio é esse, até para aqueles que se apresentam como experts. Primeiro temos de conhecer os objectivos da marca, o consumidor, o que ele espera da marca. Se for uma marca de e-commerce já conhecida, talvez o mais importante seja fazer ofertas com um bom targeting. Se tiver uma baixa notoriedade, talvez o melhor seja apostar num vídeo nativo, tal como no passado se utilizava o vídeo para contar uma boa história, para envolver as pessoas. Mas temos de olhar para a história da nossa marca e não para um momento específico. É que após esta primeira fase, temos de fazer um novo targeting e contar o resto da história, os outros elementos. Temos de transformar a notoriedade em conversão.

M&P: Até os negócios mais pequenos têm de apostar no storytelling?

RN: As pessoas respondem muito bem perante imagens, perante um bom trabalho. Se tiver um restaurante, conte a historia de onde vêm os ingredientes, quais os benefícios, a história dos colaboradores, dos chefs… É passar do marketing para as pessoas para o marketing com as pessoas. Mas também é necessário ver como é que as pessoas reagem. Trata-se de mudar de um modelo em que interrompíamos uma pessoa, para um modelo em que o melhor que podemos fazer é estabelecer ligações entre as pessoas e os assuntos que lhes interessam. Há muita gente a dizer muita coisa, mas nós temos de ser os mais relevantes. Os negócios pequenos são locais fantásticos para fazer acções no Facebook. Quando percebemos bem o nosso papel, significa que não estamos a pedir às pessoas demasiado tempo. Antes, especialmente no digital e eu próprio em empregos anteriores fazia-o, criávamos microsites onde era preciso passar uns 10 minutos. Actualmente não é, provavelmente, aquilo que a maioria dos consumidores quer. Talvez as pessoas prefiram uma interacção mais simples e menos demorada. A Lego, por exemplo, consegue fazê-lo com imagens muito bonitas que fazem as pessoas sorrir. E só precisam de quatro segundos por dia das pessoas para o conseguir. Se calhar, só vão avançar com um filme quando acharem que ganharam o direito de pedir às pessoas para lhes dedicarem mais tempo.

M&P: As marcas estão cada vez mais convencidas de que, se querem ter resultados no Facebook, têm de gastar muito dinheiro. Concorda com esta visão?

RN: Não. O nosso trabalho tem a ver com colocar a mensagem certa diante das pessoas certas. Temos de cortar nos desperdícios, perceber bem as pessoas diante das quais colocamos a nossa mensagem. Se definirmos o target de forma eficaz, estamos a maximizar o nosso orçamento. No Facebook não se trata de fazer um filme com um orçamento de milhões, mas sim de relatar uma história bonita e bem contada com fotografias ou com um vídeo de poucos segundos que faça as pessoas sorrir.

M&P: Sabemos que o futuro é mobile, mas o vídeo será o formato principal para comunicar no Facebook?

RN: O vídeo está a crescer 50 por cento. Em Junho e Julho tivemos mil milhões de visualizações diárias de vídeos. Por dia temos 700 milhões a mil milhões de acessos mobile. Aqui englobo todo o tipo de vídeos, tanto de marcas como de meios de comunicação social. É um formato em que há um engagement fantástico. Mas não é algo que funcione por si só. Tem de ser relevante para as pessoas. O que me motiva é perceber qual o target certo. Por exemplo, podemos escolher o target “mães”, mas nem todas estão interessadas em vídeos. Se calhar, essas estarão mais interessadas numa relação com a marca em que haja um benefício monetário, por exemplo, um cupão de desconto. Perceber o que quer o nosso target é algo de enorme valor. É preciso ter a humildade, por exemplo nas agências criativas, de perceber que não basta um vídeo, que é preciso apostar noutras ferramentas. Só assim se vê o retorno do investimento: pôr a mensagem certa diante das pessoas certas.

M&P: Outra buzzword da moda é o big data. Que conselhos daria a marcas mais pequenas sobre essa informação? Como pode ser usada?

RN: Estou no Facebook há quarto anos e tenho assistido ao crescimento das ferramentas, que conseguem extrair cada vez mais informação. Podemos olhar para as Insight Tools e Targeting Tools e extrair informação sobre os nossos segmentos. Temos também o produto Custom Audiencies. Trata-se de um produto de data matching, onde as empresas podem integrar as suas bases de dados de clientes com o Facebook, comunicando assim com os seus clientes através do Facebook.

M&P: Qual a fatia da área digital que uma marca deve alocar ao Facebook?

RN: Posso dizer 100 por cento? (risos) Não há um número exacto, mas devemos avaliar o tempo que as pessoas passam no digital, no mobile e no Facebook. Temos de perceber onde é que passam o seu tempo, de forma a que o investimento seja proporcional.

M&P: Como vê o Facebook nos próximos quatro ou cinco anos? Será o media mais importante do mundo?

RN: Seria um homem muito rico se soubesse dar essa resposta, mas o que vejo a acontecer é que as pessoas querem cada vez mais uma experiência relevante e personalizada. As pessoas querem, quando vão ao seu feed, informação relevante. Não querem que o conteúdo seja igual ao de outra pessoa. Isto é algo que nos levara a dar um passo em frente. É isto que permite valorizar a relação a longo prazo. O que realmente importa é a humanidade das relações. As pessoas não se ligam ao Facebook porque acham que é hora de estar nas redes sociais, ligam-se porque é uma parte daquilo que são.

Marketing digital: como podem as métricas ajudar a sua empresa?

2 de Julho de 2014 por Hipersuper

Susana Costa e Silva e Camilo Ferreira

Marketing digital

Cada vez mais, as empresas necessitam de comunicar através da Internet, o principal canal do marketing digital, para que as suas estratégias sejam eficazes. A comunicação online tem a particularidade de permitir um maior controlo e uma mensuração da eficácia do tipo de estratégia escolhida. É neste aspecto que a utilização das métricas se torna fundamental.

As métricas

As métricas permitem este maior controlo da estratégia de marketing digital de uma empresa pois funcionam como indicadores de eficiência da mesma e podem ajudar no melhoramento das acções de marketing online. Estas manifestam a receptividade que os utilizadores têm em relação, por exemplo, a anúncios online ou websites. Além disso, contribuem para que se possa obter um ‘feedback’ imediato desta receptividade.

A utilidade das métricas

Assim, é necessário compreender quais são as principais métricas e que informações transmitem em relação à estratégia de marketing através da Internet, nomeadamente em relação às formas de marketing através deste canal normalmente usadas, sejam elas: os websites, as páginas nas redes sociais, o Search Engine Marketing, o Email Marketing e ainda anúncios noutros websites/Display Advertising.

Métricas nos Websites

As ferramentas ‘web analytics’ ao dispor das empresas, como o Google Analytics ou o Yahoo! Analytics, geralmente calculam métricas como:

Visitas – número de visitas ao site

Visitantes Únicos – número não duplicado de visitantes (contabilizados uma só vez)

Visualizações de página – número total de páginas visualizadas

Páginas por visita – média de páginas visitadas durante uma visita

Duração Média de Visita – tempo que o visitante passa no website

Taxa de Rejeição/Bounce Rate – percentagem de pessoas que abandonaram o site sem interagir com a página, após verem a página principal

Percentagem de Novas Visitas – número de novas visitas sobre o total de novas visitas

Geração de leads: manifestações de interesse como preenchimento de formulários, inquéritos, número de registos, entre outros.

No caso de comércio electrónico:

Receitas, transacções, valor de encomenda médio, e ainda taxa de conversão de comércio electrónico/visitas que resultaram numa compra.

As ferramentas referidas mostram também quais os canais usados para chegar ao website (organic search, direct, referral e social), sendo que para cada canal é possível observar a origem (outro website, rede social, acesso directo, palavras-chave mais usadas nos motores de busca e anúncios), fazendo assim uma importante segmentação das visitas.

Métricas em anúncios noutros websites /Display Advertising

A segmentação permitida pelas ferramentas ‘web analytics’ supracitadas faz com que seja possível observar como evolui o número de visitas, a taxa de rejeições e a percentagem de novas visitas, referentes aos sites onde os anúncios foram colocados, como sites de jornais, blogs dedicados a nichos de mercado, ou até o YouTube.

Métricas no Search Engine Marketing (SEM)

O Google Adwords, ferramenta do Google, permite acompanhar a eficácia de uma estratégia de posicionamento com maior visibilidade neste motor de busca, através de um anúncio. Esta calcula variadas métricas para cada anúncio, a saber:

Custo por Clique Máximo – valor máximo que se pretende pagar por clique no anúncio

Número de Cliques – número de vezes que o utilizador interage com anúncio

Impressões – frequência com que o anúncio foi apresentado na página de resultados

Taxa de Cliques (CTR) – cliques a dividir pelas impressões – representa a frequência com que as pessoas clicam no anúncio depois de o visualizarem

Custo por clique médio – valor médio cobrado por um clique no anúncio

% de Publicação – frequência de apresentação de um anúncio em vez de outros no grupo de anúncios

Posição média – posição do anúncio em relação à posição de outros anúncios

Taxa de conversão/geração de leads – frequência com que o clique no anúncio resultou numa conversão (acção importante como venda, potencial cliente, inscrição)

Métricas nas Redes Sociais

As mais famosas redes sociais têm vindo a desenvolver sistemas que calculam métricas, que por sua vez ajudam a perceber a receptividade dos utilizadores em relação às suas páginas, vídeos, imagens, publicações, entre outros. O Facebook, por exemplo, desenvolveu a ferramenta Facebook Insights. As principais métricas usadas são:

Likes/Gostos – número de gostos por página e publicação

Quantidade de Comentários – número de comentários por página e publicação

Partilhas – número de partilhas por página e publicação

Nº de pesquisas/organic reach/alcance – quantidade de vezes que a página é procurada

Nº de pessoas alcançadas por uma publicação – pessoas que viram uma publicação

Pessoas que interagiram – número de pessoas que clicaram, gostaram, comentaram ou partilharam as publicações da página nos últimos 28 dias

Outras actividades da página – inclui referências à página, visitas e publicações de outras pessoas na página.

Taxa de interacção – percentagem de pessoas que viram uma publicação e gostaram, partilharam, clicaram ou comentaram.

Métricas no Email Marketing

É possível compreender se a estratégia de Marketing através do email é eficiente, observando as seguintes métricas:

Taxa de abertura – número de pessoas que abriu o email sobre o número de pessoas que recebeu o email

Taxa de cliques – percentagem de pessoas que, não só abriram, mas também clicaram em links que constam no conteúdo do email

Impacto no website (ex: através do Google Analytics), ou seja, quantas visitas o email gerou, taxas de rejeição, taxa de conversão, tempo médio de navegação, entre outros.

Existem actualmente empresas que trabalham na optimização de campanhas através de email, baseado no “Custo por Clique”.

Métricas para as empresas

A formulação das métricas traz um elevado valor à comunicação de uma empresa pois fornece informações em tempo real, que permitem perceber a receptividade das pessoas em relação à sua comunicação e à sua estratégia de marketing digital. As empresas, fazendo uma monotorização correcta, podem mais facilmente perceber o comportamento dos consumidores em relação a produtos, marcas e anúncios, e assim reajustar e optimizar a sua actuação na Internet. O controlo e o ‘feedback’ imediato possíveis graças às métricas constituem uma grande vantagem em relação às formas de marketing tradicionais.