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Perfil do novo empreendedor português

Tem até 50 anos, formação superior e negócio próprio: assim é o novo empreendedor português. Estudo revela que as mudanças no mercado de trabalho e as novas tendências na procura de emprego são factores determinantes no perfil dos consumidores.

O perfil dos novos empreendedores portugueses é caracterizado pela dominância de mulheres e homens, entre os 30 e os 50 anos, com formação superior e interesse em criar um negócio próprio, segundo uma análise da empresa de serviços Mail Boxes Etc.

A análise ao perfil e aos motivos de investimento em franquias, publicada esta terça-feira, identifica a segurança de modelos de negócio já testados e marcas reconhecidas pelo consumidor como as principais preocupações dos consumidores.

“A segurança proporcionada por modelos de negócio de sucesso, o reconhecimento e a valorização das marcas pelos consumidores, a criação do próprio emprego e a maior abertura à concessão de crédito bancário são algumas das razões que estão a levar cada vez mais empreendedores a apostar nas franquias”, diz a Mail Boxes Etc em comunicado.

O estudo identifica ainda as mudanças no mercado de trabalho e as novas tendências na procura de emprego como factor determinante no perfil dos consumidores.

“Apesar de serem variados os motivos do investimento no setor, a maioria aponta a segurança proporcionada por negócios já testados e a consequente minimização de riscos”, explica a Mail Boxes Etc, acrescentando que segundo a análise efetuada pela MBE, 30% dos novos franquiados da marca não têm experiência prévia como empreendedores. Por outro lado, 30% tem origem no setor comercial, outros 30% da área da logística e 15% do desenho gráfico e impressão.

“Em comum, todos procuram investir num negócio próprio, rentável e que lhes permita ser o seu próprio chefe”, sublinha, reconhecendo “que outro dos aspetos que mais tem influenciado positivamente o aumento das franquias tem sido a maior predisposição do setor bancário para a concessão de créditos aos empreendedores interessados em apostar neste modelo de negócio”.

Atitudes relativas à escolha das embalagens pelos consumidores portugueses

16/11/2017, Marketeer

Como escolhem os portugueses as embalagens?

Mais de metade dos portugueses (58%) considera que consome de forma consciente. A segurança alimentar, as propriedades dos produtos e as embalagens em que chegam são algumas das preocupações, reveladas no mais recente relatório de tendências da Tetra Pak. Segundo o estudo, 91% dos portugueses refere que o mais importante na hora de escolher os alimentos é que sejam saudáveis; 77% aponta para o facto de serem naturais e sem conservantes. Para 92%, a segurança alimentar é o aspecto mais importante quando optam por bebidas em embalagens de cartão. Ainda no que diz respeito às embalagens, 74% dos portugueses afirma que uma embalagem não ser amiga do ambiente seria motivo suficiente para não comprar ou comprar menos determinado produto. Além disso, 76% considera importante que as embalagens sejam fabricadas a partir de materiais renováveis. A par do lado sustentável, os portugueses têm em consideração também o lado funcional: um formato inadequado pode ser motivo para não comprar, com 83% a afirmar que a dimensão deve ser adequada à necessidade e 67% a indicar que a embalagem deve ser fácil de armazenar.

Tendências

O mesmo relatório da Tetra Pak aponta para sete tendências, fruto de mudanças na sociedade que deram origem a novas necessidades: cuidar da saúde de forma integral; preparar as refeições em casa; rumo a um consumo mais consciente; digitalização (QR codes, por exemplo); envelhecimento activo; despertar verde (maior consciência relativamente ao ambiente e alterações climáticas); e estilo de vida urbano (mais agregados familiares só de uma pessoa).

 Nova campanha

A divulgação do estudo chega acompanhada de uma campanha sob o mote “Boa Embalagem, Boa Vida”. O objectivo da Tetra Pak é sublinhar a importância de fazer uma escolha consciente no que concerne as embalagens dos alimentos e bebidas. As gerações Z e Millennial constituem o público-alvo da campanha, uma vez que se tratam dos consumidores do futuro. Adicionalmente, “são mais exigentes, inquietos e procuram marcas e produtos sustentáveis”, segundo explica a Tetra Pak em comunicado.

Comida influencia viagens dos portugueses

Marketeer, 14/11/2017

Comida influencia viagens dos portugueses

Praticamente metade dos portugueses (49%) admite que a cozinha local dos destinos influencia a escolha da próxima viagem. A conclusão é de um estudo realizado pela eDreams, segundo o qual os portugueses também procuram evitar cadeias de restauração para apoiar os negócios das cidades que visitam. Aliás, 83% dos inquiridos pelo portal de viagens diz provar a cozinha local em restaurantes quando viaja. Além disso, 39% afirma passar por festivais e mercados de comida de rua, uma das opções preferidas para ficar a conhecer as iguarias do país. O mesmo estudo indica que 67% dos portugueses opta por Itália como destino gastronómico de eleição, sendo este o destino que escolheriam para realizar uma viagem inspirada pela comida local. Quanto ao tipo de refeições que fazem, a eDreams descobriu que nem tudo o que come nas férias é menos saudável do que aquilo que se ingere habitualmente. Apesar de 55% dos portugueses admitir comer mais gelados quando de férias, o peixe e a fruta surgem logo a seguir na lista dos alimentos mais comidos.

Portugueses fazem mais férias no estrangeiro

 Portugueses fazem mais férias no estrangeiro O número de portugueses que viaja de avião em lazer tem vindo a aumentar desde 2013, chegado aos 18,5%, em 2015. A conclusão é do estudo TGI, da Marktest, que aponta Espanha e França como destinos preferidos. De acordo com o estudo da Marktest que analisa o comportamento e os consumos dos portugueses, há três anos 15% dos portugueses deslocaram-se ao estrangeiro em lazer. Um número que subiu para os 17,5%, em 2014, e 18,5%, em 2015. Os dados indicam que Espanha e França continuam a ser os destinos preferidos, com 19% dos entrevistados a escolher estes dois países europeus, seguidos de Inglaterra e Irlanda (16%). Os Açores, depois da entrada dos voos low cost, em 2015, tem vindo a ser mais procurado (10% em 2015, face a 7% em 2014). A Easyjet e a Ryanair são as mais procuradas pelos portugueses, com 3,4% dos entrevistados a dizer escolher estas companhias, enquanto apenas 1,2% prefere a TAP e a SATA. A praia volta a estar no topo das preferências no que toca ao tipo de férias que os portugueses mais gostam, seguida das viagens ao estrangeiro, que registam um aumento de 3 pontos percentuais face aos números do ano passado. No que diz respeito ao tipo de alojamento, a opção com mais adesão é o Hotel ou Aparthotel, de acordo com 45% dos entrevistados (face a 40,4%, em 2014), seguido da casa de familiares ou amigos (29%), casa alugada (21%), habitação própria (15%) e campismo (10%). Segundo os dados, 58% dos entrevistados gozou férias na sua residência habitual. O TGI é realizado em 60 países, entre os quais Portugal, e traça o perfil de mais de mil milhões de consumidores em todo o mundo. O estudo permite uma comparação de dados à escala mundial e em Portugal a recolha da informação é contínua, sendo os dados disponibilizados em dois momentos do ano, janeiro e julho.

Fonte: Welcome Media, 20.07.2016

Portugueses querem viagens pelo Natal

Portugueses querem viagens pelo Natal

Já pensou no que vai comprar de presente para a família? Então, e para si? O mais recente estudo do Observador Cetelem mostra que 13% dos portugueses gostaria de comprar uma viagem ou um produto de lazer para si próprio pelo Natal. No último ano, os smartphones ocupavam a primeira posição nas preferências dos portugueses mas caem, este ano, para o segundo lugar (11%). Excepção para a faixa etária entre os 18 e os 24 anos, na qual se verifica a tendência oposta, com os smartphones a ganhar sobre as viagens/lazer. Quanto ao número de pessoas que pensa, de facto, em fazer uma compra importante para si na época que se aproxima, apenas 32% respondeu “sim” ou “talvez”. Ainda assim, a percentagem é superior à de 2014, quando somente 29% respondeu afirmativamente. Na lista de preferências seguem-se os tablets (7%), os telemóveis (5%), os computadores pessoais (5%), os electrodomésticos, a electrónica de consumo e o mobiliário (cada um deles a ser referido por 3% dos consumidores). Outros artigos como automóveis, equipamentos de desporto e bens imobiliários ficam no fim da tabela na hora de escolher um presente para oferecer a si próprio. O estudo, desenvolvido em colaboração com a Nielsen, envolveu a realização de 600 inquéritos por telefone a indivíduos de Portugal Continental.

Marketeer, 12/11/2015

Portugueses compram cada vez mais pelo preço e não pela qualidade

É cada vez maior o número de portugueses que escolhem os produtos pelo preço. A qualidade motiva um número tendencialmente mais baixo de consumidores.

A tendência tem-se acentuado nos últimos seis anos. Em 2008, 78% dos inquiridos, num estudo da Marktest, mostravam-se motivados pelo preço e 71% pela qualidade, hoje os números são, respectivamente, de 85% e 61%. O estudo TGI da Marktest revela que é maior o número de residentes no Continente, com 15 e mais anos, que admite escolher produtos com preços baixos com frequência, do que o número dos que dizem apenas comprar produtos de boa qualidade, para eles próprios ou para suas casas. Na seguna vaga de 2014, 68% dos indivíduos das classes mais elevadas dizem apenas comprar produtos de boa qualidade. O mesmo acontece em 57% dos indivíduos das classes mais baixas. Os dados e análises apresentadas fazem parte do estudo TGI, propriedade intelectual da Kantar Media, e do qual a Marktest detém a licença de exploração em Portugal. O estudo recolhe informação para 17 grandes sectores de mercado, 280 categorias de produtos e serviços e mais de 3000 marcas.

Meios&Publicidade, 24 de Novembro de 2014 por Ana Catarina Monteiro

Já são mais de 1,9 milhões de portugueses a consultar blogues.

Briefing, quarta, 10 setembro 2014 12:08Já são mais de 1,9 milhões de portugueses a consultar blogues. Os dados são do Bareme Internet da Marktest e indicam que 22,8% do universo analisado afirma ter este hábito. Segundo o estudo, são 1 948 mil de residentes no continente com 15 e mais anos que afirmam consultar blogues. São os jovens dos 15 aos 24 anos que possuem maior afinidade com este hábito, sendo que 42,5% confirmam consultar blogues. Os valores baixam com o subir da idade e chegam a um mínimo de 2,6% junto dos indivíduos com mais de 64 anos. Entre as classes sociais, os valores baixam gradualmente de um máximo de 45,9%, entre os indivíduos da classe alta, para um mínimo de 6,7% entre os indivíduos da classe baixa. Ao analisar as variáveis regiões e sexo as diferenças diminuem, embora os homens apresentem uma taxa superior à das mulheres, assim como os residentes da Grande Lisboa.